Da força da razão, à força das armas.

No sábado viram-se polícias com as lágrimas nos olhos e complacentes face a abraços imprevistos. Na sexta, frente ao Palácio de Belém e ao Conselho de Estado, foi a vez dos fuzileiros (aos 25′). As televisões e alguns jornais focam-se no espectacular para esquecer o que não é acessório. Ao invés de avisarem os barões do que se grita, perdem-se em recursos que já não convencem ninguém, do álcool que se bebe, à ganza que se fuma. Desatentos, fiam-se na contagem dos petardos e não se cuidam. Já todos se mostram dispostos a ir além do que está previsto. O futuro, está bom de ver, é um sorriso de orelha a orelha.

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