A comer veneno

A experiência foi realizada durante dois anos sob o mais estrito sigilo, camuflada como uma operação militar de alta segurança. Um artigo no site do Le Nouvel Observateur faz o resumo do estudo coordenado por um biólogo da Universidade de Caen, Gilles-Éric Séralini. Os resultados estão na edição deste 19 de setembro da revista científica Food and Chemical Toxicology e apontam para uma ação devastadora da dieta OMG (organismos geneticamente modificados) a que foram submetidas duas centenas de ratos de laboratório: tumores atrás de tumores, uma vida encurtada em mais de metade. Uma lista de preocupações para a indústria OGM.

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4 Responses to A comer veneno

  1. Mário Estevam diz:

    O problema é que a carne da américa do sul é alimentada com OGM’s… Essa carne é exportada para todo o lado.

  2. A comer veneno há muito tempo e de várias fontes.
    Não consigo pôr aqui os link todos.
    Desculpando-me o atrevimento fica este:

    http://culturasnocampo.blogspot.pt/2012/09/nem-os-chas-escapam.html

    Se nada fizermos tudo vai ser açambarcado e manipulado,pela ganância desenfreada e sem escrúpulos dos senhores da monsanto e quejandos,como já vem sendo feito com o consentimento destes lacaios,que deveriam defender o país e o povo, ao seu serviço.

    mário

  3. notrivia diz:

    Dieta a que foram submetidos ratos?

    Há anos que se sabe que a incidência de cancro atinge 1 em 2 humanos nas sociedades ocidentais (aka Europa e EUA), e que a alimentação é a grande responsável. Seja devido OMGs ou a pesticidas, herbicidas que são mais armas quimicas do que outra coisa qualquer.

    É que é demasiada gente e cada vez mais conscientes politicamente (ou com potencial para ser), e isso não dá jeito nenhum…

    “There must be something ‘we’ can do to stop that process… Sure! We take care (amongst other things) of their food supply.”

  4. “O estudo foi realizado ao longo de 2 anos com 200 ratos de laboratório, nos quais foram avaliados mais de 100 parâmetros. Eles foram alimentados de três maneiras distintas: apenas com milho NK603, com milho NK603 tratado com Roundup e com milho não modificado geneticamente tratado com Roundup. As doses de milho transgênico (a partir de 11%) e de glifosato (0,1 ppb na água) utilizadas na dieta dos animais foram equivalentes àquelas a que está exposta a população norte-americana em sua alimentação cotidiana.

    Os resultados revelam uma mortalidade mais alta e frequente quando se consome esses dois produtos, com efeitos hormonais não lineares e relacionados ao sexo. As fêmeas desenvolveram numerosos e significantes tumores mamários, além de problemas hipofisários e renais. Os machos morreram, em sua maioria, de graves deficiências crônicas hepato-renais.

    O estudo, realizado pela equipe do professor Gilles-Eric Séralini, da Universidade de Caen, na França, foi publicado ontem (19/09) em uma das mais importantes revistas científicas internacionais de toxicologia alimentar, a Food and Chemical Toxicology.”.

    Este Boletim é produzido pela AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia e é de livre reprodução e circulação, desde que citada a AS-PTA como fonte.

    http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H|463684|117959|5803&url=http%3A%2F%2Faspta.org.br%2F

    mário

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