eu já não me enterneço com as imagens delicodoces de abraços e coiso. não sou dos brandos costumes nem da brandura. penso até que as imagens de abracinhos desmobilizam a malta pois amolecem o coração que nestes tempos se quer é duro… nem ternura dos quarenta nem cravinhos na ponta da g3. já fomos amansados o tempo suficiente antes durante e depois…
Por estas e por outras como essas é que não vou a nenhuma manifstação. Quando se confronta quem está desempenhando uma função, o que se espera que ele faça? o polícia é FDP? porquê? Quem derrubou as guardas de segurança? Quem as ultrapassou? Devemos lutar pelas nossas convicções dentro das regras. Estou enganado.
Não resistiu enquanto estava a ser levada, aquele empurrão foi desnecessário e podia ter tido consequências bem graves, felizmente não teve. Se achas que o que ela fez justificava a sua integridade física ter sido posta em causa daquela forma, precisas de rever aí qualquer coisa….
2. As medidas de polícia são as previstas na lei, não devendo ser utilizadas para além do estritamente necessário.
Mesmo que a “menina” em questão estivesse a praticar uma ilegalidade flagrante, o uso da força tem de ser sempre proporcional e não ir além do estritamente necessário. Neste enquadramento não se encaixa o que se vê nestas imagens, em que a manifestante não só oferecia já qualquer resistência, como foi empurrada gratuitamente e pelas costas, numa agressão não provocada por parte do polícia em questão.
Direi também o polícia e não a polícia, porque nesta manifestação pelo menos, a distinção foi clara e o comportamento das forças de segurança foi no geral pacífico. Este caso particular, porém, não o foi, e a responsabilidade deverá ser individual.
Curioso: as barreiras que são colocadas frente à AR caem sempre, possibilitando os “fraternos” encontros videodocumentados, como este. Deve ser um mini-clima, assim a modos como os tornados de Torres Vedras…
Por outro lado e como tenho sempre afirmado, há bons e maus profissionais. O ali de cima é, claramente, um imbecil; já este é profissional, eficiente e tem bom senso, e deveria ser louvado por isso. Lamentavelmente, não será.
A revolução não é um picnic. E não é porque o inimigo é violento. Até porque sabe que a revolução só poderá ser violenta. Os estados morais de indignação permanente são ou contra-revolucionários ou piegas. O polícia atirou com a militante, como a militante teria atirado com ele se pudesse, ao invadir o palácio de inverno, perdão de s. bento. Se as coisas fossem docinhas, não seria necessário pensar revolucionariamente.
COLA O TEU CARTAZ, ACTIVISTA! 1. Imprime o cartaz. 2. Cola-o no local de trabalho, na escola, na mercearia, no café, na rua, onde te apetecer. 3. Fotografa-te, com os vizinhos, os amigos, o teu cão, junto do teu cartaz. 4. Envia-nos a foto para a página do Manifesto em Defesa da Cultura no Facebook e será publicada.
eu já não me enterneço com as imagens delicodoces de abraços e coiso. não sou dos brandos costumes nem da brandura. penso até que as imagens de abracinhos desmobilizam a malta pois amolecem o coração que nestes tempos se quer é duro… nem ternura dos quarenta nem cravinhos na ponta da g3. já fomos amansados o tempo suficiente antes durante e depois…
Por estas e por outras como essas é que não vou a nenhuma manifstação. Quando se confronta quem está desempenhando uma função, o que se espera que ele faça? o polícia é FDP? porquê? Quem derrubou as guardas de segurança? Quem as ultrapassou? Devemos lutar pelas nossas convicções dentro das regras. Estou enganado.
Ainda por cima a menina estava quietinha no seu sitio, sem fazer anda…..tadinha…
Não resistiu enquanto estava a ser levada, aquele empurrão foi desnecessário e podia ter tido consequências bem graves, felizmente não teve. Se achas que o que ela fez justificava a sua integridade física ter sido posta em causa daquela forma, precisas de rever aí qualquer coisa….
Constituição da república portuguesa
Artigo 272.º
Polícia
2. As medidas de polícia são as previstas na lei, não devendo ser utilizadas para além do estritamente necessário.
Mesmo que a “menina” em questão estivesse a praticar uma ilegalidade flagrante, o uso da força tem de ser sempre proporcional e não ir além do estritamente necessário. Neste enquadramento não se encaixa o que se vê nestas imagens, em que a manifestante não só oferecia já qualquer resistência, como foi empurrada gratuitamente e pelas costas, numa agressão não provocada por parte do polícia em questão.
Direi também o polícia e não a polícia, porque nesta manifestação pelo menos, a distinção foi clara e o comportamento das forças de segurança foi no geral pacífico. Este caso particular, porém, não o foi, e a responsabilidade deverá ser individual.
Sim senhor… mas que grande cartão de visitas para a polícia!!!!
E quem lhe partisse os co#nos?
Curioso: as barreiras que são colocadas frente à AR caem sempre, possibilitando os “fraternos” encontros videodocumentados, como este. Deve ser um mini-clima, assim a modos como os tornados de Torres Vedras…
Nah, esta menina é feia e tem óculos…
Por outro lado e como tenho sempre afirmado, há bons e maus profissionais. O ali de cima é, claramente, um imbecil; já este é profissional, eficiente e tem bom senso, e deveria ser louvado por isso. Lamentavelmente, não será.
é louvado sim senhor. por mim, no mínimo. Mas sei que não sou o único.
red bull dá-te asas…
A revolução não é um picnic. E não é porque o inimigo é violento. Até porque sabe que a revolução só poderá ser violenta. Os estados morais de indignação permanente são ou contra-revolucionários ou piegas. O polícia atirou com a militante, como a militante teria atirado com ele se pudesse, ao invadir o palácio de inverno, perdão de s. bento. Se as coisas fossem docinhas, não seria necessário pensar revolucionariamente.