E o polícia a abraçar a menina?

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12 Responses to E o polícia a abraçar a menina?

  1. marta diz:

    eu já não me enterneço com as imagens delicodoces de abraços e coiso. não sou dos brandos costumes nem da brandura. penso até que as imagens de abracinhos desmobilizam a malta pois amolecem o coração que nestes tempos se quer é duro… nem ternura dos quarenta nem cravinhos na ponta da g3. já fomos amansados o tempo suficiente antes durante e depois…

  2. Jorge diz:

    Por estas e por outras como essas é que não vou a nenhuma manifstação. Quando se confronta quem está desempenhando uma função, o que se espera que ele faça? o polícia é FDP? porquê? Quem derrubou as guardas de segurança? Quem as ultrapassou? Devemos lutar pelas nossas convicções dentro das regras. Estou enganado.

  3. Dezperado diz:

    Ainda por cima a menina estava quietinha no seu sitio, sem fazer anda…..tadinha…

    • Sério?? diz:

      Não resistiu enquanto estava a ser levada, aquele empurrão foi desnecessário e podia ter tido consequências bem graves, felizmente não teve. Se achas que o que ela fez justificava a sua integridade física ter sido posta em causa daquela forma, precisas de rever aí qualquer coisa….

    • Tiago de Lemos Peixoto diz:

      Constituição da república portuguesa

      Artigo 272.º
      Polícia

      2. As medidas de polícia são as previstas na lei, não devendo ser utilizadas para além do estritamente necessário.

      Mesmo que a “menina” em questão estivesse a praticar uma ilegalidade flagrante, o uso da força tem de ser sempre proporcional e não ir além do estritamente necessário. Neste enquadramento não se encaixa o que se vê nestas imagens, em que a manifestante não só oferecia já qualquer resistência, como foi empurrada gratuitamente e pelas costas, numa agressão não provocada por parte do polícia em questão.

      Direi também o polícia e não a polícia, porque nesta manifestação pelo menos, a distinção foi clara e o comportamento das forças de segurança foi no geral pacífico. Este caso particular, porém, não o foi, e a responsabilidade deverá ser individual.

  4. Pardal diz:

    Sim senhor… mas que grande cartão de visitas para a polícia!!!!
    E quem lhe partisse os co#nos?

  5. Vitor Vieira diz:

    Curioso: as barreiras que são colocadas frente à AR caem sempre, possibilitando os “fraternos” encontros videodocumentados, como este. Deve ser um mini-clima, assim a modos como os tornados de Torres Vedras…

  6. EMS diz:

    Nah, esta menina é feia e tem óculos…

  7. Vitor Vieira diz:

    Por outro lado e como tenho sempre afirmado, há bons e maus profissionais. O ali de cima é, claramente, um imbecil; já este é profissional, eficiente e tem bom senso, e deveria ser louvado por isso. Lamentavelmente, não será.

  8. ght@hotmail.com diz:

    red bull dá-te asas…

  9. mehmet shehu diz:

    A revolução não é um picnic. E não é porque o inimigo é violento. Até porque sabe que a revolução só poderá ser violenta. Os estados morais de indignação permanente são ou contra-revolucionários ou piegas. O polícia atirou com a militante, como a militante teria atirado com ele se pudesse, ao invadir o palácio de inverno, perdão de s. bento. Se as coisas fossem docinhas, não seria necessário pensar revolucionariamente.

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