Camilo Lourenço propõe o despedimento de 100.000 funcionários públicos

É óbvio que Camilo também retiraria aos funcionários públicos o direito à indemnização, ao subsídio de desemprego e decretaria a lei marcial para impedir manifestações. “Eu sei que isto dói”, “faz parecer” que Camilo não gosta de democracia…

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10 respostas a Camilo Lourenço propõe o despedimento de 100.000 funcionários públicos

  1. kur diz:

    É ‘muita’ bom,o rapaz.

  2. De diz:

    O homem de mão faz a ronda habitual pelos vários media.
    Repete da forma comum a sua mensagem, repescada nos gabinetes da voz do dono., inicialmente aprendida nos states, por onde andou a beber a doutrina do boss.
    O homem de mão é o exemplo vivo do sabugo que há nestes homens de mão.

    Alcatrão e penas eram comuns nas terras por onde este andou a aprender as lições neoliberais.
    Talvez que…

  3. Luis Almeida diz:

    É o inimigo! Não se conversa, combate-se !

  4. xico diz:

    Propôs? Será um problema de iletracia de quem escreve e de quem comenta?
    Para que conste, eu sou funcionário público.

    • De diz:

      Por causa deste comentário estive a ouvir o texto deste ser abjecto que responde por Camilo Lourenço.Para localizar o naco do texto referido.
      O ser repelente que se mostra com dúvidas mas que dá o benefício da dúvida a Coelho e seus muchachos, salta contra quem ousa contestar o seu amado chefe.E atira-se a quem ousa colocar em causa o projecto de recuperação capitalista saído da cartilha neoliberal executada entre outros por gaspar.
      Aquele que uivava contra Saramago (esquecido então que ele, lourenço era e é um vulgar manga-de-alpaca ), agora blasfema contra tudo o que possa tolher os passos aos criminosos.Mostra-nos o seu retrato impiedoso de um abutre que tenta demonstrar daquela maneira própria da canalhada de sentido único que não há alternativa ao sentido único de.
      E alto e bom som,por volta dos 3 m e 30, mais coisa menos coisa, eis lourenço a tentar propor de facto o despedimento de 100 000 funcionários públicos.Esta é a medida alternativa.Mas é mais do que isso.É a medida necessária.Repetida por volta do minuto 8 e 30.
      Percebe-se a baba a escorrer-lhe ao canto da boca enquanto faz a apologia dos despedimentos e enquanto tenta impor a sua visão neoliberal de conduzir o rebanho ao redil e o dinheiro para o bolso de quem serve.
      Pinte-se o personagem.A careca que ele expõe, engraxada com um produto a la page promovido por um qualquer empresário amigo, deixa adivinhar uma melena caída.Falta acrescentar o bigode apropriado.E o gesto adequado.
      A cambada neoliberal afia o dente e não hesita perante nada.E até já tem planos para a continuação do saque.A bem ou a mal.

      Ah, já agora,perfeitamente irrelevante que xico seja ou não funcionário público. Perfeitamente irrelevante para o cerne da questão.Mesmo que seja para vincar uma pretensa imparcialidade sobre o caso.Como se sabe não a é.E esconde que a discussão não se baseia no umbigo individual de cada um

  5. imbondeiro diz:

    Olhando para o senhor, ele faz-me lembrar a múmia do Ramsés II. E, para quem acredite em reencarnações ( que não eu), talvez a coisa se explique: o Faraó era um escravocrata praticante. Se deitarmos fora o sobrenatural, sobra somente a sociopatia cretina da personagem. Penso que é mais por aí.

  6. aaaiiiieeee diz:

    Mas quem é este energúmeno? Tem muita legitimidade quem recebe dinheiro da RTP/Estado para dizer estes disparates…

  7. Filipa diz:

    ESte “Camilo” é mesmo um FDP.. Está constantemente a atacar os funcionários públicos.. A única coisa que lhe desejo é que nunca tenha necessidade de recorrer a um hospital público, porque pode ser que haja um funcionário público (médico ou enfermeiro) que tenha um lapso e o mande desta para melhor…

  8. José diz:

    Ele há sound-bytes que ficam bem na TV.
    100.000 funcionários públicos despedidos e resolve-se o problema nacional!
    Claro que, depois, há pormenores que ficam por resolver…
    Porquê 100.000 e não 90.000 ou 110.000?
    Considerando que existem cerca de 640.000 funcionários, isso significa despedir 1 em cada 6 funcionários.
    O Camilo Lourenço até pode ser economista, mas nunca deve ter tido responsabilidades de gestão numa organização para arriscar tirar 1/6 de trabalhadores, numa Administração Pública envelhecida e já carente de pessoal, e esperar que tudo viesse a correr bem…
    Significaria tirar um sexto dos professores, médicos, polícias, militares, técnicos, bombeiros, enfim, gente que faz funcionar um país, nomeadamente a educação, o SNS, o apoio aos mais velhos, a cobrança de impostos, a vigilância dos mares e costa, a ordem pública, o combate aos fogos e outras situações de emergência, etc, etc.
    Curioso, é que se pague a alguém para vir à televisão pública para dizer banalidades próprias de uma conversa de café, sem qualquer fundamento científico.

  9. V Cabral diz:

    Repito, este camaradão é pessoal do meu bairro, mesmo que se trate dum guru charlatão, não admito que não gostem dele. Faz pela vidinha, e os Outros que se lixem ! Né?!

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