Arménio Carlos vai juntar-se à manifestação em Lisboa

“Neste momento, a prioridade é a unidade de ação com todos aqueles que se insurgem, manifestam o seu descontentamento e indignação e que exigem a rutura com estas políticas. Todos aqueles que exigem respostas novas para problemas velhos”, disse à Lusa Arménio Carlos.
O dirigente falava à margem do Encontro Nacional de Ação Reivindicativa e Defesa da Contratação Coletiva, que terminará “atempadamente” para que uma delegação constituída por seis membros da direção da CGTP possa participar no protesto.
“É fundamental que todos os portugueses aproveitem todas as oportunidades para exigir o rompimento com esta política e alternativas para por o país na linha do desenvolvimento e do progresso social”, disse.
Arménio Carlos lembrou, a propósito, a Grande Jornada de Luta Nacional já marcada para dia 29 de setembro, em Lisboa, fixando como objetivo encher o Terreiro do Paço “como nunca aconteceu”.
Hoje, estão marcadas manifestações em pelo menos 25 cidades, incluindo Lisboa, em protesto contra as novas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo de Pedro Passos Coelho.
O apelo para a manifestação foi inicialmente organizado em Lisboa, mas acabou por ser acolhido em várias regiões de Portugal, bem como em Macau (China), Fortaleza (Brasil), Berlim (Alemanha), Barcelona (Espanha), Paris (França) e Londres (Reino Unido).
Contactada pela Lusa, fonte da UGT disse que a central sindical liderada por João Proença não tem previsto participar no protesto de hoje.
No encontro da CGTP, os dirigentes e delegados sindicais debatem a dinamização da ação reivindicativa, afirmar os direitos e a contratação coletiva dos trabalhadores em todos os locais de trabalho.
De acordo com Arménio Carlos, a iniciativa decorre com uma “forte participação” dos sindicatos.

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