Não sorria, vocês está a ser roubado.

Governo deve anunciar novas medidas de austeridade até quarta-feira

EDP, BCP e Sonae poupam 50 milhões por ano com redução da TSU

(…) “Esta insensibilidade do Governo em relação a quem paga impostos é assustadora. Talvez seja tique da tecnocracia, o de medir o impacto das decisões ao equilíbrio entre as receitas que se ganham para o défice e a popularidade que se perde nas sondagens. O país já foi cozido e está agora a ser cosido – e nem nos dizem sequer quanto dinheiro nos vão tirar. Sim, eles sabem o que fazem. Só não sabem o que nos fazem. Mas querem que os adoremos.” Pedro Santos Guerreiro

A linha vermelha da “paciência” – Tirar aos pobres para dar aos ricos nunca foi um programa tão evidente Ana Sá Lopes

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4 respostas a Não sorria, vocês está a ser roubado.

  1. JgMenos diz:

    Não seja analista da treta!
    As exportadoras precisam dessa margem para incrementar negócios.
    Para as grandes empresas há duas vias:
    – as empresas em concorrência, vão ter que baixar margens e preços se querem sobreviver no meio da bruta crise.
    – as ‘reguladas’ só é preciso que o governo tenha tomates para as regular.
    Deixe-se de anti-capitalismo primário, que por muito que lhe satisfaça os humores, nesta hora não leva a coisa nenhuma!

    • De diz:

      Não se agite com essa impaciência!
      Chega a ser patético o esforço do agitado JgMenos a espalhar o caminho a seguir pelas grandes empresas. (semelhante ao seu esforço em defender a enorme pilhagem a que estamos a assistir)
      (já sabemos que o capital marcha no sentido da sua concentração…cada vez mais…por isso é “notável” este esforço para “chorarmos” as tais grandes empresas que não sobrevivam à crise…)
      Deixe-se de economês da treta a esconder o capitalismo primário, que mais do que lhe satisfazer os humores, tenta manter a coisa no sítio onde os pulhas nos querem…

      Tretas as deste pseudo-analista JgMenos…
      (e mais,muito mais)
      Mas não passa.

    • Camarro diz:

      “As exportadoras precisam dessa margem para incrementar negócios”.

      E as centenas de milhar de portugueses que recebem o ordenado mínimo precisavam dos 34 € que vão perder para poder dar de comer aos filhos e ir ao médico, etc.

      Você não tem mesmo vergonha na cara!

    • De diz:

      Quanto às “exportadoras”:
      Notas avulso:
      -“Crise na Europa: Décimo terceiro mês consecutivo de contração na zona do euro”
      -” as exportações registam agora a taxa de crescimento mais baixa desde 2009″.”As exportações de serviços já estão mesmo a cair 0,4%.”
      -“A ‘troika’ (Fundo Monetério Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia) prevê que as exportações cresçam 3,5 por cento este ano. Contudo, tanto o Fundo Monetário Internacional como a Comissão Europeia alertam para o risco de este crescimento ser prejudicado pela conjuntura internacional, particularmente pela crise financeira na zona euro.”
      -” As principais empresas exportadoras são estrangeiras ou com participações importantes de capital estrangeiro .. Petrogal , Continental Mabor, Somincor, Bosch, Repsol . Visteon Eletrónics…
      São empresas que para além de serem grandes importadoras , colocam no estrangeiro o fundamental dos seus lucros e dividendos. desequilibrando a nossa balança externa. E para se ter uma ideia do seu peso basta verificar que o que sai de lucros e dividendos já quase que iguala o somatório de todas as verbas provenientes da União Europeia.”
      -“E que dizer do aumento das exportações constituídas não por exportações de alimentos, máquinas, tecnologia ou algum bem transaccionável de elevado valor acrescentado, mas por… combustíveis e (pior!) por ouro!”

      “as exportadoras precisam desta margem…”.Pois então não precisam ?
      Precisam sobretudo de malabarismos verbais,assentes na demagogia dos “economistas de pacotilha”para justificarem o injustificável.
      A política de classe sem qualquer classe exposta de forma tão cruenta leva alguns a arremeterem da forma como o fazem.Identicamente, sem classe nenhuma.

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