O único orgasmo aqui será o dos teus dois neurónios em fricção um com o outro!
Como diz no comentário do Rocha: “Se não há pão e trabalho, também não há lucro e champanhe”
Lê muitas vezes
“Se não há pão e trabalho [o que é uma evidência], também não há lucro e champanhe [o que é nosso dever impedir que haja]“, repito eu a frase do Rocha.
Luta?
O medo que têm desta simples palavra que os faz salivar.E a procurar escamotear o seu significado com manipulações onanísticas como se fosse uma palavra vazia de conteúdo.
(Ou uma outra forma de tentar que as pernas fiquem abertas à noite perpétua das atrocidades praticadas).
A canga…? Nem para os bois.
Altura é de escorraçar estes vendilhões e procurar um rumo totalmente diferente.E tudo o que contribua para tal será bem vindo.
Às vezes as verdades vêem de onde menos se espera. Kayne West e Jay-Z, dois burgueses, revelam-nos imagens que valem mais que mil palavras.
O incendiar das cidades com a revolta, não é uma simples vitória dos de baixo, não um dia alegre e solarengo. É exactamente como neste videoclip uma noite de fumo e pancadaria. Um despertar sujo e dorido. O dizer basta, acabou-se a festa dos burgueses. Se não há pão e trabalho, também não há lucro e champanhe. É meter esta merda toda a arder.
E é mesmo para aí que nós vamos tanto realmente como metaforicamente. Porque para quem sofre a negação das mais básicas necessidades esta explosão de desordem e miséria escurecida pela noite e aquecida pelas chamas é curiosamente o único verdadeiro alívio no horizonte.
- Informem-se quem é que patrocina estes (como já foi dito e muito bem) burgueses.
- À pancada a ‘babilon’ ganha sempre, a não ser que a oposição seja aos milhôes, bem conscientes e resilientes (ex: Argentina 2001). Aqui no cantinho nem em sonhos.
- Este video clip traz água no bico…
Pra finalizar, uma expressão que pra aí anda, muito bem conseguida:
‘ Manquem-se tainhas!’
Até há um site da coisa, mas acho que estão assim meio parados e pelo que espreitei tá um bocado a abrir…(mesmo). Portanto se forem sensiveis é melhor nem espreitarem…: http://www.mankatetainha.com/
Depois não digam que não vos avisei…
(E isto tudo se este comentário for autorizado. Se não o for, é compreensível.)
filmezinho doce (mui artístico) via direita radical, quais performances, coisa desgastada de adolescentes românticos.
Pobres forças de segurança pública (sempre os mesmos), os filhos do nosso povo a mando dos democratas parlamentares.
É isso, discos e músicas mais o prémio para a West-Eastern Divan Orchestra.
Andas mui corporate governance, talvez influências do parlamentarismo partideiro.
Ai é?
Então ficou pelos 70′s e na América Latina, aprendeu pouco, não esquecer que o Império já chegou ao Médio Oriente pelo que, por consequência, há outros métodos de luta muito mais eficazes.
Ponho-me sempre de cócoras, mal ouço nomes sonantes, como os da indústria da imagem em movimento, e quanto a paternidades então, bem sei que em redor de grandes sequóias apenas nascem ervas daninhas.
Revisiona lá então o grande esteticismo formal do filmezinho doce, obnubilando o conteúdo da putativa mensage.
COLA O TEU CARTAZ, ACTIVISTA! 1. Imprime o cartaz. 2. Cola-o no local de trabalho, na escola, na mercearia, no café, na rua, onde te apetecer. 3. Fotografa-te, com os vizinhos, os amigos, o teu cão, junto do teu cartaz. 4. Envia-nos a foto para a página do Manifesto em Defesa da Cultura no Facebook e será publicada.
É muito curioso!
É a luta carago! Vale por si, como qualquer orgasmo…
O único orgasmo aqui será o dos teus dois neurónios em fricção um com o outro!
Como diz no comentário do Rocha: “Se não há pão e trabalho, também não há lucro e champanhe”
Lê muitas vezes
“Se não há pão e trabalho [o que é uma evidência], também não há lucro e champanhe [o que é nosso dever impedir que haja]“, repito eu a frase do Rocha.
Curioso, não?……………….
Luta?
O medo que têm desta simples palavra que os faz salivar.E a procurar escamotear o seu significado com manipulações onanísticas como se fosse uma palavra vazia de conteúdo.
(Ou uma outra forma de tentar que as pernas fiquem abertas à noite perpétua das atrocidades praticadas).
A canga…? Nem para os bois.
Altura é de escorraçar estes vendilhões e procurar um rumo totalmente diferente.E tudo o que contribua para tal será bem vindo.
Às vezes as verdades vêem de onde menos se espera. Kayne West e Jay-Z, dois burgueses, revelam-nos imagens que valem mais que mil palavras.
O incendiar das cidades com a revolta, não é uma simples vitória dos de baixo, não um dia alegre e solarengo. É exactamente como neste videoclip uma noite de fumo e pancadaria. Um despertar sujo e dorido. O dizer basta, acabou-se a festa dos burgueses. Se não há pão e trabalho, também não há lucro e champanhe. É meter esta merda toda a arder.
E é mesmo para aí que nós vamos tanto realmente como metaforicamente. Porque para quem sofre a negação das mais básicas necessidades esta explosão de desordem e miséria escurecida pela noite e aquecida pelas chamas é curiosamente o único verdadeiro alívio no horizonte.
Breves considerações:
- Informem-se quem é que patrocina estes (como já foi dito e muito bem) burgueses.
- À pancada a ‘babilon’ ganha sempre, a não ser que a oposição seja aos milhôes, bem conscientes e resilientes (ex: Argentina 2001). Aqui no cantinho nem em sonhos.
- Este video clip traz água no bico…
Pra finalizar, uma expressão que pra aí anda, muito bem conseguida:
‘ Manquem-se tainhas!’
Até há um site da coisa, mas acho que estão assim meio parados e pelo que espreitei tá um bocado a abrir…(mesmo). Portanto se forem sensiveis é melhor nem espreitarem…:
http://www.mankatetainha.com/
Depois não digam que não vos avisei…
(E isto tudo se este comentário for autorizado. Se não o for, é compreensível.)
Cumprimentos.
os skinheads como os veros herdeiros de Marinetti na apreciação da vitória de Samotrácia.
filmezinho doce (mui artístico) via direita radical, quais performances, coisa desgastada de adolescentes românticos.
Pobres forças de segurança pública (sempre os mesmos), os filhos do nosso povo a mando dos democratas parlamentares.
Ora JECTA, gostas então mais do “depois do adeus”?
Vou já lá pôr material desse. Boa ideia!
É isso, discos e músicas mais o prémio para a West-Eastern Divan Orchestra.
Andas mui corporate governance, talvez influências do parlamentarismo partideiro.
Eh pá, é um filme do filho do Costa-Gravas.
Ai é?
Então ficou pelos 70′s e na América Latina, aprendeu pouco, não esquecer que o Império já chegou ao Médio Oriente pelo que, por consequência, há outros métodos de luta muito mais eficazes.
Ponho-me sempre de cócoras, mal ouço nomes sonantes, como os da indústria da imagem em movimento, e quanto a paternidades então, bem sei que em redor de grandes sequóias apenas nascem ervas daninhas.
Revisiona lá então o grande esteticismo formal do filmezinho doce, obnubilando o conteúdo da putativa mensage.