não… depois disto os votantes/eleitores deviam de dar, pelo menos, a hipótese de governação aos partidos que ainda não tiveram oportunidade de o fazer…
Esta conversa de chaça, tão ao jeito de manutenção do status quo, quando se debita que “os políticos são todos iguais” é tão conveniente…
sobretudo para que tudo fique na mesma.
A farsa tem pernas curtas.
“Devíamos regionalizar o país”
Quem?Nós os pretensos não políticos ? E como o faríamos sem assumirmos o “terrível fardo” de sermos por isso mesmo políticos?
Estamos fartos de tais farsolas.O último, que me lembre com palco assegurado, foi Fernando Nobre.Viu-se para que serviu.
Porque todas estas opiniões são políticas.O juntar todos ao molho e fé em Deus é no fundo uma tentativa de desculpabilizar os verdadeiros responsáveis pela situação.É confundir explorados e exploradores,independentemente de estarmos sintonizados com este ou aquele dentro de determinado campo ideológico ou de estarmos mais ou menos desiludidos com aquele ou este.Ou independentemente das críticas ou auto-críticas a fazer.
Porque de facto tudo é política.O ordenado que se recebe ao fim do mês, os impostos que se pagam,os medicamentos que são comparticipados, o carro do ministro estacionado em cima do passeio, o despedimento por se estar grávida…
e o considerar que pelo facto de a) e b) e c) serem o que são, d) e e) também o serão necessariamente.
A política é a arena em que as classes sociais lutam pela supremacia, pelo poder do estado, pela direcção da sociedade. Na política, a questão principal é a questão da conquista, manutenção e utilização do poder estatal por determinada classe social.E a classe dominante nunca dá de bandeja tal poder, antes o tenta manter a todo o custo,incluindo o dificultar a criação dos exércitos opositores.Porque de facto o que se trata é mesmo de uma guerra.
“Todos são iguais”.Eis o caminho para a desresponsabilização total dos diversos intervenientes no processo, da negação da luta de classes ou do derrotismo capitulacionista.Alimentados como é óbvio ( com ou sem consciência dos “intervenientes apolíticos” ) pelo poder dominante.
COLA O TEU CARTAZ, ACTIVISTA! 1. Imprime o cartaz. 2. Cola-o no local de trabalho, na escola, na mercearia, no café, na rua, onde te apetecer. 3. Fotografa-te, com os vizinhos, os amigos, o teu cão, junto do teu cartaz. 4. Envia-nos a foto para a página do Manifesto em Defesa da Cultura no Facebook e será publicada.
Depois disto é caso para dizer volta que estás perdoado ou não?
não… depois disto os votantes/eleitores deviam de dar, pelo menos, a hipótese de governação aos partidos que ainda não tiveram oportunidade de o fazer…
Desculpem lá, mas quem acreditou foi muito otário!!!!
Já devíamos estar habituados às mentiras dos nossos políticos.
Que os dirigentes dos partidos que nunca governaram me desculpem se estou a cometer uma injustiça, mas em vocês também não acredito!
A classe política tem que deixar de existir, simplesmente deixar de existir.
Devíamos regionalizar o país e permitir e incentivar que o povo participasse mais activamente na vida política da região.
A este individuo era queimá-lo na praça pública.
Esta conversa de chaça, tão ao jeito de manutenção do status quo, quando se debita que “os políticos são todos iguais” é tão conveniente…
sobretudo para que tudo fique na mesma.
A farsa tem pernas curtas.
“Devíamos regionalizar o país”
Quem?Nós os pretensos não políticos ? E como o faríamos sem assumirmos o “terrível fardo” de sermos por isso mesmo políticos?
Estamos fartos de tais farsolas.O último, que me lembre com palco assegurado, foi Fernando Nobre.Viu-se para que serviu.
Porque todas estas opiniões são políticas.O juntar todos ao molho e fé em Deus é no fundo uma tentativa de desculpabilizar os verdadeiros responsáveis pela situação.É confundir explorados e exploradores,independentemente de estarmos sintonizados com este ou aquele dentro de determinado campo ideológico ou de estarmos mais ou menos desiludidos com aquele ou este.Ou independentemente das críticas ou auto-críticas a fazer.
Porque de facto tudo é política.O ordenado que se recebe ao fim do mês, os impostos que se pagam,os medicamentos que são comparticipados, o carro do ministro estacionado em cima do passeio, o despedimento por se estar grávida…
e o considerar que pelo facto de a) e b) e c) serem o que são, d) e e) também o serão necessariamente.
A política é a arena em que as classes sociais lutam pela supremacia, pelo poder do estado, pela direcção da sociedade. Na política, a questão principal é a questão da conquista, manutenção e utilização do poder estatal por determinada classe social.E a classe dominante nunca dá de bandeja tal poder, antes o tenta manter a todo o custo,incluindo o dificultar a criação dos exércitos opositores.Porque de facto o que se trata é mesmo de uma guerra.
“Todos são iguais”.Eis o caminho para a desresponsabilização total dos diversos intervenientes no processo, da negação da luta de classes ou do derrotismo capitulacionista.Alimentados como é óbvio ( com ou sem consciência dos “intervenientes apolíticos” ) pelo poder dominante.
Movimento TugaLeaks quer que tribunal declare Passos “mentiroso”
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=2761867