O PS, principal anfitrião da troika em Portugal, desce à rua contra a troika?

Não acredito, portanto, na inevitabilidade da Troika, assim como não acredito na marcha inexorável do neoliberalismo económico. Acredito sim que é impossível ficar sentado no sofá quando nos querem diminuir em direitos conquanto nos exigem todos os deveres e mais alguns. Acredito ainda que não podemos tentar sobreviver sozinhos/as e atomizados/as do mundo quando a realidade é dura de mais para ser negada. A nossa consciência, principalmente em sociedade, também necessita de outras para exprimir a nossa identidade. Talvez não partilhemos as mesmas relações com a sociedade, mas a verdade é só uma: somos oprimidos/as, o que varia é apenas o contexto em que essa opressão é exercida. São oprimidos/as todos/as os/as jovens que estão a ser alvo de uma política elitista que quer mercantantilizar todo o ensino, retirar apoios sociais e condenar toda uma geração a seguir forçosamente para um mercado de trabalho onde a precariedade e a mão-de-obra barata fazem parte da estratégia da Troika para Portugal competir economicamente no contexto externo.” Frederico Aleixo, SOS Racismo e Comissão Política da JS.

Destaques e excertos da minha responsabilidade.

Além do PS, também o BE apresenta Razões ExtraOrdinári@s. Deviam convidar o António José Seguro, a Catarina Martins e o João Semedo para encabeçar a manifestação da “verdadeira cidadania”.

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