O que não tem faltado por aqui pelo blogue – num desfiar de falácias que até zune – são ataques montados a defensores e direitos dos animais como se não se pudesse respeitá-los ao mesmo tempo que se respeitam outros.
Os postadores que interessam andam a tirar demasiado tempo de férias.
Quanto ao post, o híbrido de comentadores da TVI (Marcelo e Marques Mendes) é uma boa alegoria.
Lamento que não tenha havido nenhum manifestante capaz de enfiar uma pedrada nos cornos do cavaleiro. Talvez então pensasse duas vezes antes de voltar a repetir a bravata estúpida. Temos de nos convencer que contra a violência não nos podemos ficar pelas palavras mansas. Enquanto os predadores não forem punidos, continuarão a agir desta maneira.
Não existe (nem nunca existiu…felizmente!) “tradição tauromáquica” no norte do país. A pouca clientela que ainda frequenta este triste espetáculo é constituída sobretudo por emigrantes em férias que ainda vivem no “universo da saudade”, de um país uniforme, muito faduncheiro, benfiquista….e com touros.
O que dizer….É um sinal de avanço civilizacional a decadência deste bárbaro “espetáculo”. Também o seria mais um avanço se a polícia se comportasse de forma digna. Possivelmente estará no seu ADN este costumeiro modo de “agir”; entre manifestantes, e um qualquer energúmeno que não cumpra as mais básicas leis do país, tomam sempre a mesma posição, não é?
No norte do país pode não haver tradição tauromáquica mas …. será que não há touros?
Como explica o meu caro tanta gente a marrar contra o vermelho do Benfica?
Numa amorcegada caracterização sociológica do ser português lá arranjou V.Exa uma caldeirada onde teve que meter benfiquistas. Não havia necessidade, penso eu de que.
E sim, as touradas são uma manifestação primitiva que não se justifica. Não estamos no tempo das primitivas civilizações mediterrânicas e da forte carga simbólica do touro – Anatólia, Creta, Grécia. Fazer do sofrimento de um animal um espectáculo, é degradante.
Desde já, peço desculpa pela minha potencial ofensa aos mais de “seis milhões” de benfiquistas. Não era essa a intenção deste pobre sociólogo de trazer por casa, pois claro..
Quando se diz disparates, não são aqueles a quem são dirigidos os potenciais ofendidos. São os que os proferem que se desclassificam e se ofendem a si próprios.
Odeio touradas, as de morte e as “nossas” mas não associo marialvismo e cobardia. Pelo menos à cobardice física. Pode haver um marialva, machista e reacionário com grande valentia física e um fulano com ideias e práticas progressistas mas timorato: Nem sempre razão e força ( ou coragem, neste caso ) coincidem, acho eu.
Outro assunto; peço~lhe, já que é arquiteto, que leia este artigo de Demétrio Alves, publicado no “Praça do Bocage”e, se puder ou quiser, me diga o que achou: http://pracadobocage.wordpress.com/2012/09/03/urbanismo-e-palavreado/
Bois e vacas metidas em varais da nascença à morte são bons bifes para a esquerda ‘coração de ouro’!
Vão para as barracas que há lá muito humano a precisar de protecção!
Deve andar por lá você porventura…ah não estava ocupado a ver a tourada não era. Pois, é esse tipo de argumento é no mínimo idiota. Enfim…
A situação em que nos encontramos não é mais do que um pleno processo intenso de revolução cultural, e como tal, não acontece de um dia para o outro. Um despertar de consciências de um povo inteiro ou da sua maioria pelo menos não acontece de repente, nem à força. Embora concorde e aceite que, como lei básica da física, para cada acção há uma reacção igual, e esse cavaleiro não teve a sua devida, ou vai ter, a ver vamos no Tribunal, de quem é o juiz amigo.
Há que haver campanhas de informação de qualidade, bem fundamentadas e elaboradas de modo a levar as pessoas a pensarem de forma mais profunda e a questionarem certo tipo de actividades, hábitos, tradições como queiram chamar. Não apenas a cegamente seguirem as argumentações de certo tipo de “Marialvas” que lá do alto da sua oportunista e arrogante estupidez vomitam para salvaguardarem os seus interesses financeiros.
COLA O TEU CARTAZ, ACTIVISTA! 1. Imprime o cartaz. 2. Cola-o no local de trabalho, na escola, na mercearia, no café, na rua, onde te apetecer. 3. Fotografa-te, com os vizinhos, os amigos, o teu cão, junto do teu cartaz. 4. Envia-nos a foto para a página do Manifesto em Defesa da Cultura no Facebook e será publicada.
O que não tem faltado por aqui pelo blogue – num desfiar de falácias que até zune – são ataques montados a defensores e direitos dos animais como se não se pudesse respeitá-los ao mesmo tempo que se respeitam outros.
Os postadores que interessam andam a tirar demasiado tempo de férias.
Quanto ao post, o híbrido de comentadores da TVI (Marcelo e Marques Mendes) é uma boa alegoria.
Uma besta em cima de um cavalo.
Lamento que não tenha havido nenhum manifestante capaz de enfiar uma pedrada nos cornos do cavaleiro. Talvez então pensasse duas vezes antes de voltar a repetir a bravata estúpida. Temos de nos convencer que contra a violência não nos podemos ficar pelas palavras mansas. Enquanto os predadores não forem punidos, continuarão a agir desta maneira.
Apoiado.
Esse Marcelo Mendes fez um enorme favor ao movimento anti-touradas, até lhe deviam agradecer!
E a Polícia, que faz? “AH, tavamos-se a ver uma coisa ali atrás…”
Não existe (nem nunca existiu…felizmente!) “tradição tauromáquica” no norte do país. A pouca clientela que ainda frequenta este triste espetáculo é constituída sobretudo por emigrantes em férias que ainda vivem no “universo da saudade”, de um país uniforme, muito faduncheiro, benfiquista….e com touros.
O que dizer….É um sinal de avanço civilizacional a decadência deste bárbaro “espetáculo”. Também o seria mais um avanço se a polícia se comportasse de forma digna. Possivelmente estará no seu ADN este costumeiro modo de “agir”; entre manifestantes, e um qualquer energúmeno que não cumpra as mais básicas leis do país, tomam sempre a mesma posição, não é?
No norte do país pode não haver tradição tauromáquica mas …. será que não há touros?
Como explica o meu caro tanta gente a marrar contra o vermelho do Benfica?
Numa amorcegada caracterização sociológica do ser português lá arranjou V.Exa uma caldeirada onde teve que meter benfiquistas. Não havia necessidade, penso eu de que.
E sim, as touradas são uma manifestação primitiva que não se justifica. Não estamos no tempo das primitivas civilizações mediterrânicas e da forte carga simbólica do touro – Anatólia, Creta, Grécia. Fazer do sofrimento de um animal um espectáculo, é degradante.
Desde já, peço desculpa pela minha potencial ofensa aos mais de “seis milhões” de benfiquistas. Não era essa a intenção deste pobre sociólogo de trazer por casa, pois claro..
Quando se diz disparates, não são aqueles a quem são dirigidos os potenciais ofendidos. São os que os proferem que se desclassificam e se ofendem a si próprios.
Odeio touradas, as de morte e as “nossas” mas não associo marialvismo e cobardia. Pelo menos à cobardice física. Pode haver um marialva, machista e reacionário com grande valentia física e um fulano com ideias e práticas progressistas mas timorato: Nem sempre razão e força ( ou coragem, neste caso ) coincidem, acho eu.
Outro assunto; peço~lhe, já que é arquiteto, que leia este artigo de Demétrio Alves, publicado no “Praça do Bocage”e, se puder ou quiser, me diga o que achou:
http://pracadobocage.wordpress.com/2012/09/03/urbanismo-e-palavreado/
Bois e vacas metidas em varais da nascença à morte são bons bifes para a esquerda ‘coração de ouro’!
Vão para as barracas que há lá muito humano a precisar de protecção!
Deve andar por lá você porventura…ah não estava ocupado a ver a tourada não era. Pois, é esse tipo de argumento é no mínimo idiota. Enfim…
A situação em que nos encontramos não é mais do que um pleno processo intenso de revolução cultural, e como tal, não acontece de um dia para o outro. Um despertar de consciências de um povo inteiro ou da sua maioria pelo menos não acontece de repente, nem à força. Embora concorde e aceite que, como lei básica da física, para cada acção há uma reacção igual, e esse cavaleiro não teve a sua devida, ou vai ter, a ver vamos no Tribunal, de quem é o juiz amigo.
Há que haver campanhas de informação de qualidade, bem fundamentadas e elaboradas de modo a levar as pessoas a pensarem de forma mais profunda e a questionarem certo tipo de actividades, hábitos, tradições como queiram chamar. Não apenas a cegamente seguirem as argumentações de certo tipo de “Marialvas” que lá do alto da sua oportunista e arrogante estupidez vomitam para salvaguardarem os seus interesses financeiros.