Todo o marialvismo tem algo de cobardolas. Marcelo Mendes, a cavalgadura.

 

 

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12 respostas a Todo o marialvismo tem algo de cobardolas. Marcelo Mendes, a cavalgadura.

  1. Antónimo diz:

    O que não tem faltado por aqui pelo blogue – num desfiar de falácias que até zune – são ataques montados a defensores e direitos dos animais como se não se pudesse respeitá-los ao mesmo tempo que se respeitam outros.

    Os postadores que interessam andam a tirar demasiado tempo de férias.

    Quanto ao post, o híbrido de comentadores da TVI (Marcelo e Marques Mendes) é uma boa alegoria.

  2. Pascoal diz:

    Uma besta em cima de um cavalo.

  3. Nuno Cardoso da Silva diz:

    Lamento que não tenha havido nenhum manifestante capaz de enfiar uma pedrada nos cornos do cavaleiro. Talvez então pensasse duas vezes antes de voltar a repetir a bravata estúpida. Temos de nos convencer que contra a violência não nos podemos ficar pelas palavras mansas. Enquanto os predadores não forem punidos, continuarão a agir desta maneira.

  4. Zuruspa diz:

    Esse Marcelo Mendes fez um enorme favor ao movimento anti-touradas, até lhe deviam agradecer!

    E a Polícia, que faz? “AH, tavamos-se a ver uma coisa ali atrás…”

  5. Morcego diz:

    Não existe (nem nunca existiu…felizmente!) “tradição tauromáquica” no norte do país. A pouca clientela que ainda frequenta este triste espetáculo é constituída sobretudo por emigrantes em férias que ainda vivem no “universo da saudade”, de um país uniforme, muito faduncheiro, benfiquista….e com touros.

    O que dizer….É um sinal de avanço civilizacional a decadência deste bárbaro “espetáculo”. Também o seria mais um avanço se a polícia se comportasse de forma digna. Possivelmente estará no seu ADN este costumeiro modo de “agir”; entre manifestantes, e um qualquer energúmeno que não cumpra as mais básicas leis do país, tomam sempre a mesma posição, não é?

    • joao A. diz:

      No norte do país pode não haver tradição tauromáquica mas …. será que não há touros?
      Como explica o meu caro tanta gente a marrar contra o vermelho do Benfica?
      Numa amorcegada caracterização sociológica do ser português lá arranjou V.Exa uma caldeirada onde teve que meter benfiquistas. Não havia necessidade, penso eu de que.

      E sim, as touradas são uma manifestação primitiva que não se justifica. Não estamos no tempo das primitivas civilizações mediterrânicas e da forte carga simbólica do touro – Anatólia, Creta, Grécia. Fazer do sofrimento de um animal um espectáculo, é degradante.

      • Morcego diz:

        Desde já, peço desculpa pela minha potencial ofensa aos mais de “seis milhões” de benfiquistas. Não era essa a intenção deste pobre sociólogo de trazer por casa, pois claro..

        • joao A. diz:

          Quando se diz disparates, não são aqueles a quem são dirigidos os potenciais ofendidos. São os que os proferem que se desclassificam e se ofendem a si próprios.

  6. Luis Almeida diz:

    Odeio touradas, as de morte e as “nossas” mas não associo marialvismo e cobardia. Pelo menos à cobardice física. Pode haver um marialva, machista e reacionário com grande valentia física e um fulano com ideias e práticas progressistas mas timorato: Nem sempre razão e força ( ou coragem, neste caso ) coincidem, acho eu.
    Outro assunto; peço~lhe, já que é arquiteto, que leia este artigo de Demétrio Alves, publicado no “Praça do Bocage”e, se puder ou quiser, me diga o que achou:
    http://pracadobocage.wordpress.com/2012/09/03/urbanismo-e-palavreado/

  7. JgMenos diz:

    Bois e vacas metidas em varais da nascença à morte são bons bifes para a esquerda ‘coração de ouro’!
    Vão para as barracas que há lá muito humano a precisar de protecção!

    • Daniel diz:

      Deve andar por lá você porventura…ah não estava ocupado a ver a tourada não era. Pois, é esse tipo de argumento é no mínimo idiota. Enfim…
      A situação em que nos encontramos não é mais do que um pleno processo intenso de revolução cultural, e como tal, não acontece de um dia para o outro. Um despertar de consciências de um povo inteiro ou da sua maioria pelo menos não acontece de repente, nem à força. Embora concorde e aceite que, como lei básica da física, para cada acção há uma reacção igual, e esse cavaleiro não teve a sua devida, ou vai ter, a ver vamos no Tribunal, de quem é o juiz amigo.
      Há que haver campanhas de informação de qualidade, bem fundamentadas e elaboradas de modo a levar as pessoas a pensarem de forma mais profunda e a questionarem certo tipo de actividades, hábitos, tradições como queiram chamar. Não apenas a cegamente seguirem as argumentações de certo tipo de “Marialvas” que lá do alto da sua oportunista e arrogante estupidez vomitam para salvaguardarem os seus interesses financeiros.

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