A única resposta séria ao massacre: «África do Sul: greve em Marikana estende-se a mina vizinha»

«Cerca de 600 perfuradores de uma mina perto da cidade de Rustenburg concentraram-se em frente ao poço onde trabalham iniciando, à semelhança do que aconteceu em Marikana, uma paralisação. Também na mina de Tembelani, na mesma região, os trabalhadores deram um prazo à administração da empresa para responder às suas reivindicações de aumentos salariais». Ler o resto no Esquerda.net 🙂

Foto: um dos dirigentes da greve de Marikana

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