
…… bem oleado e dirigido de maneira empolgante por uma colaboradora desta página, Raquel Varela, que eu não tenho o prazer de conhecer (e que ainda julga que a tarefa de um partido comunista é a “tomada do poder”, coisa que o português nunca quis, diz a blogger; ora, como ensinou Mao na Revolução Cultural, e muito bem, o poder é para ser tomado pelas massas, operários, estudantes, etc., etc., e uma revolução cultural é isso mesmo: algo que nasce de fora do partido e o supera, assim cumprindo-o). Como não sou de conversar ou debater, ficará este post sem comentários. Com efeito, esta página/blogue é a desmobilização total. E gabo a paciência dos meus camaradas em por cá lutar/argumentar.
Já agora, ó Renato, o que é que não percebes neste excerto? (nada polémico, por sinal.)
Ora, se calhar fui eu que não percebi. Férias, portanto. Meto férias. Volto amanhã…
(E quanto aos que por aqui abundam denegrindo o que chamam de “nacionalismo” do Partido Comunista Português, gostaria de referir um tal sr. Fanon que, entre outras coisas, ensinou que uma transformação social se faz com uma alargada consciência nacional numa mão e uma boa metralhadora na outra.)




