Os idos de 1940s

Houve juízes entusiasticamente dispostos a fazerem parte dos Tribunais Plenários, e continua a haver juízes sempre prontos a prestimosamente vergarem a espinha aos desejos e desenrasques dos poderosos e ricos.

Existiram os seus paralelos espanhois e continuam a existir os que entusiasticamente afastam Garzon, a bem da impunidade moral e memorial da barbárie fascista.

Havia empenhados juízes nos processos-farsa soviéticos da década de 1940 e continua a haver pressurosos instrumentos dos desejos de qualquer poderoso que esteja no Kremlin.

Talvez seja uma profissão atractiva para dejectos humanos, a par de para muita outra gente que a honra.
Mas as ordens e as leis esdrúxulas que lhes dão espaço vêm de outros lados. De tiranos, ou de aspirantes a inimputáveis e/ou tiranetes justificados pelo voto.

“Nossa Senhora, livra-os do Putin!”

 
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