Rui Ramos e o (objectivo do) revisionismo histórico do fascismo português

«Em tempos de transição do Estado Social para o Estado Penal, como designa o sociólogo Loïc Wacquant à criminalização dos dominados que se opera nos nossos dias, o salazarismo voltaria a ser um regime para o nosso tempo!».

Excerto do texto de Manuel Loff publicado no jornal Público. Pode ser lido na íntegra aqui.

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6 Responses to Rui Ramos e o (objectivo do) revisionismo histórico do fascismo português

  1. De diz:

    Um nojo RR. Não apenas a sua ” história” mas também ele de per si.
    Sabendo que a promoção destas coisas não se faz inocentemente. Ou por outras palavras, a cumplicidade dos chefes do Expresso com a distribuição gratuita do material de propaganda do “antigo regime” deve ficar vincada.
    Os balsemões deste mundo são o reverso da medalha dos RR salazaristas.

  2. JgMenos diz:

    Esse Loff – rigoroso historiador – esquece-se de datar os textos do RR!
    Quer ele dizer na sua perversa crítica que a análise da década de 1930 há ser feita à luz da realidade actual!
    Não há pachorra para estes ‘intelectuais’ comunas; máquinas de propaganda a tempo inteiro!
    Funcinários da desinformação, ao serviço dos amanhãs que cantam.
    Vão cantar para o raio que os parta!

    • João Valente Aguiar diz:

      JgMenos,
      tem direito à sua opinião (apesar de errada) e sempre lhe aprovei comentários. Até porque você geralmente comenta com o mínimo de cordialidade e de decência posts meus. Espero que mantenha esse registo e não descambe para o insulto como este seu comentário. Se quiser comente, não precisa de insultar.

      • JgMenos diz:

        Tem você razão!
        Tinha acabado de chegar insultado de um post anterior, e ainda não tinha mudado o registo.

        • Oui,m'a non plus diz:

          Porquê?por ser um acólito de oliveiras costas,ferreiras dos amarais,duates limas-a fina corja da criminalidade e terroristas sociais? É assim-não se pode estar com eles e passar entre os pingos da chuva.

  3. von diz:

    Lendo muito do que o Loff escreve, opino que o Loff não é flor que se cheire.

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