Vicente Moura II

Nos últimos Jogos Olímpicos o eterno presidente do Comité Olímpico Português, Vicente Moura, proferiu declarações bombásticas contra os atletas olímpicos lusos, na sequência das quais foi obrigado a apresentar a demissão. Mais tarde, de uma forma silenciosa, lá regressou ao COP.
Nestas olimpíadas não se vê nem ouve, mas ele anda por Londres.
Com a má prestação dos fantásticos judocas lusos, que revelou a miséria de apoios de estado que têm os atletas olímpicos, surgiu a notícia que a maioria iria perder os apoios em função do contrato-programa existente entre, creio, a Federação e o COP (presidido por Vicente Moura). Contudo, numa declaração à chegada a Lisboa, um dos responsáveis pela comitiva do judo, afirmou aos jornalistas que havia recebido um telefonema de Vicente Moura a comprometer-se que o COP iria analisar o caso para ver o que se conseguia arranjar.
Se os valores que têm vindo a público são uma vergonha para quem tem obtido excelentes participações em europeus e mundiais é bom que se tenha consciência que esses apoios dependem da apreciação de Vicente Moura e companhia.
Vicente Moura não é comandante no mundo do olimpismo português, é rei. Até quando?

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