Nos últimos Jogos Olímpicos o eterno presidente do Comité Olímpico Português, Vicente Moura, proferiu declarações bombásticas contra os atletas olímpicos lusos, na sequência das quais foi obrigado a apresentar a demissão. Mais tarde, de uma forma silenciosa, lá regressou ao COP.
Nestas olimpíadas não se vê nem ouve, mas ele anda por Londres.
Com a má prestação dos fantásticos judocas lusos, que revelou a miséria de apoios de estado que têm os atletas olímpicos, surgiu a notícia que a maioria iria perder os apoios em função do contrato-programa existente entre, creio, a Federação e o COP (presidido por Vicente Moura). Contudo, numa declaração à chegada a Lisboa, um dos responsáveis pela comitiva do judo, afirmou aos jornalistas que havia recebido um telefonema de Vicente Moura a comprometer-se que o COP iria analisar o caso para ver o que se conseguia arranjar.
Se os valores que têm vindo a público são uma vergonha para quem tem obtido excelentes participações em europeus e mundiais é bom que se tenha consciência que esses apoios dependem da apreciação de Vicente Moura e companhia.
Vicente Moura não é comandante no mundo do olimpismo português, é rei. Até quando?





Penso que isto é muito importante visto existir gente que se aproveita da posição que tem para destruir a seu belo prazer.Este processo de despedimento coletivo do Casino Estoril, já dura sensivelmente á vinte e quatro meses, nestas condições não constituirá um escândalo e uma imoralidade proceder-se à destruição da expectativa de vida de tanta gente? Para mais quando a média de idades das mulheres e homens despedidos se situa nos 49,7 anos?
Infelizmente, este despedimento coletivo tem-se vindo a tornar no nosso dia a dia numa situação de banalidade, à qual com pedidos de informação do nosso advogado que nos diz que não pode fazer nada pois é assunto do tribunal.
Em esclarecimentos pedidos ao tribunal, simpaticamente, nos dizem que o nosso advogado nos deve informar sobre o desenvolvimento do nosso processo.
E o que mais choca ainda é vermos – nos como pessoas a ser atingidas com o fim do subsídio de desemprego e que na atual conjuntura, nem emprego nem salário, tudo isto por omissão do cumprimento de deveres quer, sobretudo, por cumplicidade ativa no cometimento de atos que objetivamente favorecem o despedimento de trabalhadores.
Gostei do ténis de mesa. Encostar os coreanos num 3-2 é espectacular…
E não gosto do judo. Parece que a vantagem é de quem agarra melhor no pijama adversário.
Neste país ninguém se demite ou é demitido, excepto os trabalhadores que são despedidos todos os dias, de qualquer maneira e a qualquer pretexto.
Vicente de Moura,
É fruto do meio onde foi criado.
É ele como foi Amandio de Carvalho na Federação Portuguesa de Futebol, era dirigente com cargos de relevo desde a trapalhada de Saltilho.
É o país que temos, as influencias que temos, os tachos que temos, é o que temos.
Mesmo assim, relativamente aos resultados, já se deram conta que OS CRAQUES DO FUTEBOL nem se conseguiram apurar??? Já de deram conta que o nosso melhor resultado foi obtido, depois de uma queda e por quem trabalha de dia e treina á noite???