Israelândia

Depois de terem levado o mapa do colonialismo israelita para o Metro de NY, era capaz de ser boa ideia passar o filme acima na UNICEF. A obsoleta repetição de que só o “inimigo” tem uma relação bélica com os vindouros devia ser definitivamente arredada do debate sobre o propalado choque de civilizações. Não conheço uma guerra onde a força bélica não seja inversamente proporcional à integridade da propaganda, à força dos argumentos e à justiça dos objectivos.

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4 respostas a Israelândia

  1. José diz:

    E da Síria, nada.

  2. antonio diz:

    Talvez a força bélica da URSS depois da batalha de Estalinegrado, na II Guerra Mundial?

  3. Carlos Carapeto diz:

    Um Estado que põe crianças a escrever mensagens de ódio em granadas que dali a segundos vão provocar a morte de outras crianças não tem o direito de existir como tal.

    Digam o que disserem, esgrimam os argumentos que entenderem, esta sociedade nada tem de civilizacional.

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