EXCLUSIVO 5 dias! Um rigorosíssimo trabalho de investigação levado a cabo por homens, mulheres, ou vice-versa, mais o Carlos Vidal e o Renato Teixeira.

[ADVERTÊNCIA/com-isto-quero-dizer-que-lavo-daqui-as-minhas-mãos. Agora reparo que preciso de cortar as unhas: a leitura disto é seriamente desaconselhada. Só não é proibida porque isso era arranjar maneira de garantir que toda a gente lia esta merda. Seja como for, é coisa que nada vem acrescentar, subtrair, somar ou diminuir ao que quer que seja. Por vezes pode chegar a parecer-se com qualquer coisa. É natural. Mas o mais provável é tratar-se de plágio.]
 

O 5 dias orgulha-se de apresentar, em primeira-mão e num rigoroso exclusivo mundial, universal e, quem sabe, intersindical… (isto ficava melhor em vídeo, com umas animaçõezitas porreiras. cena simples. com vontade tudo se faz. o tipo da informática aqui da tasca meteu na cabeça que a silly season é a melhor altura para meter férias e convencê-lo do contrário tá-quietó-preto-que-daqui-não-levas-nada! Meteu-se nesta cena, ninguém o conhecia. agora parece ele que é a última gasosa de uma multinacional ao serviço do imperialismo do deserto! a gasosa é que é do deserto. não é o imperialismo. então isto não era mais fixe com o rufar dos tambores agora assim tipo som ambiente? mas pronto. vai assim e já não é nada mau.)

Ora, como eu ia dizendo escrevendo, a malta bebeu uns copos valentes no bairro. Há uns que se encolhem. A outros… solta-se-lhes a língua que é uma espécie de Wikileaks portátil! Um gajo acaba por descobrir muita coisa dessa maneira. Com que finalidade não é importante. A maior parte das vezes acaba tudo de tal maneira que ninguém se lembra de nada.

Vai daí… para vocês, fiéis leitores anódinos de sempre ou quase sempre, comentadores que mais do que contribuir para o problema, tentam participar na solução (vocês dois sabem que é de vós que falo. Estimo as melhoras do mais experiente! Estes dois meses de ausência já se fazem sentir), malta das correntes pavlovianas dos mais variados partidos, movimentos, proto-movimentos, pseudo-partidos, movimentos partidários ou partidos cujos movimentos são sistematicamente alvo da mais vergonhosa sabujagem política de que tenho conhecimento.

Para vocxs e para xs todxs que se nxs quisxerem juntxr. Convém já ter algum domínio desta cena de escrever e usar com frequência a letra x em certos e determinados sítios. A Raquel Freire aprecia esse tipx dx cxnxs! O domínio da Constituição da República Portuguesa e a capacidade de atribuir títulos sarcastico-humoristico-ou-coisa-que-o-valha não devem ser menosprezados ou usados em locais húmidos porque assim, duma assentada, garantimos a Joana Manuel e a Sassmine. Ou só uma. Fica a faltar o «calcanhar-de-aquiles» da Raquel Varela. Ou o tendão. O que puder ser. Os esforços até agora desenvolvidos têm sido um fracasso atrás do outro. Já perdemos alguxs camarxdas e camaradxs, muitox amigox e amigax do Povx. Ou dos cidadãos e das cidadãs como agora parece que é moda dizer. O «povo» caiu em desuso. De forma tão literal quanto criminal. Já quase não lhe dão uso. Se a isso juntarmos o comportamento tradicional deste poxo que tantos heróis, heroínas, proteínas e produtos de vários formatos feitos com muitos búzios, todos muito coladinhos uns aos outros. Se a «parolice» fosse combustível ou era proibida e punida com a perda imediata da capacidade de respirar, ou não só éramos a Economia mais bonita de todas como seríamos apontados em todo o lado por sermos um povo x, ups, falhou!, tremendamente empenhado na construção do mais belo sonho que o Miguel teve. Um país onde já nem um olho é preciso ter para se ser nomeado rei da república onde a ficção de Saramago nos é servida de forma irritantemente displicente como se da realidade se tratasse. Basta ter tido um ou mais olhos, ou caso isso não se verifique, qualquer parente ou vizinho de um parente até onde der para ir. Tem garantidas equivalências, prepotências, displicências e crimes de qualquer espécie suficientes para assegurar a permanência no poleirodeste bando de «doutores», «engenheiros», «políticos», bandidos das mais variadas especialidades, embora com alguma preponderância para malta com capacidades mais desenvolvidas na área do gamanço de guito à descarada.

Enfim. A velha tradição, tão lusitana como o fazer passar por respeitável um membro do Governo que não passa dum vulgar chico-esperto que, à custa das equivalências, conseguiu passar a Exmo. Sr. Dr. Francisco-de-Astuto-e-Desonesto ou como a companhia de seguros… espera, essa é Lusitânia. Merda. Tenho o seguro do carro para pagar até ao fim do mês. Como o carro já não chega ao fim do mês vou mas é dar baixa do seguro e garantir que entre os próximos 30 a 45 dias primos do calendário serei reembolsado. Ainda devem ser uns dois ou três euricos. Já dá para pagar a quota do Partido e do Sindicato. Prioridades sempre em primeiro lugar ou nos lugares imediatamente a seguir. E temos também que arranjar maneira de mostrar ao Bruno Carvalho que sabemos bem qual o grau de envolvimento que o Partido espera de nóx txxos! Não sei se é do calor se é da pré-época do Sporting, o camarada anda mais irritadiço do que parecia ser humanamente possível. Bem me parecia que aquela palheta toda do Carvalhas, aqui há uns anos, a rir-se para a Judite de Sousa e a dizer que os comunistas também são humanos (ou podem ser se quiserem, cabe a cada um decidir e a cada uma, evidentemente) era mais uma mentira desta malta. Acho que isso ainda não foi sujeito ao mais arrojado exemplo prático, teórico e teorico-aniquilado centralismo democrático.

Nada. A fotografia não tem nada a ver com o que quer que seja que está a acontecer aqui a passar. Mal também não fica.

O facto de ter conseguido chegar até aqui, sendo digno de registo, obriga a que insista no apelo ao bom senso. Ou mesmo ao senso que já não é bom mas que ainda não é mau. Acha que isto pode melhorar daqui para baixo? O facto de ser «para baixo» apenas ajuda a realçar o quão certo é que depois de destapar o resto do que quer que isto possa ser a qualidade irá sempre descer mais baixo que o próprio «texto».

Agora podia aproveitar e gozava um bocado com a malta dos outros partidos e assim. Da outra vez, com a brincadeira do Kim-Il-Coiso ia levando nas orelhas do Bruno Carvalho. E parece que o Bernardino Soares jurou solenemente, mão nas Obras Completas do Álvaro Cunhal e tudo, nunca mais sorrir quando o seu caminho se cruzar com o do Carlos Guedes. Ou o do Carlos Guedes com o dele. Já estou a falar de mim na terceira pessoa e tinha prometido que nunca mais fazia isso. Caga. Acreditar que a esta altura do disparatilóquio ainda há alguém a ler isto é como acreditar que o Gaspar fala assim porque não é capaz de falar de outra maneira. Aquilo é mesmo para irritar ainda mais o pessoal dos sindicatos. Ainda mais ou um pouco que seja. Talvez a segunda hipótese. Talvez? É claro que é a segunda hipótese.

[Disparatilóquio é um neologismo criado propositadamente para caracterizar estes meus textos que por vezes consigo fazer passar pela malha apertada que os gajos conseguiram montar lá no blog. O seu autor permanece desconhecido até para si mesmo!].

Com isto tudo, esqueci-me do que é que vinha aqui fazer. E reler este amontoado de palavras e sinais gráficos e/ou da cruz está fora de questão.  Siga. Vou publicar a música que o pingarola da agência de comunicação garantiu que vai ser o Hino Oficial das próximas campanhas do PSD, do CDS e do PS. Há ligeiras diferenças na letra de cada um deles. Mas no refrão acabam sempre juntinhos. Juntinhos para nos foderem a vida sempre que a oportunidade se proporcionar. E a puta da oportunidade tem-se proporcionado de tal forma que se não acabamos já com esta merda, qualquer dia, quando formos ver, estamos todos, todas, e mais uns quantos, a olhar uns para os outros e para as outras e outra vez para os uns e, para terminar, um olhar de relance para as umas, e a pensar no que devíamos ter feito para ajudar o POVO quando ele mais precisava de nós!

Siga a dança!

[Escrito de uma só vez ou mais, numa noite, fim-de-tarde, em que o tempo não só não parou como pareceu estar bastante baralhado. Seja como for, estava um calor insuportável e deu-me para isto. Se tivesse juízo podia ter sido precário em empresas dos mais variados ramos. E galhos. O autor, que neste caso sou eu, proíbe de forma tão descarada a sua reprodução em Congressos, reuniões de condomínio, conversas de elevador, tweets, posts do Facebook, Seminários e/ou orgias paroquiais que se torna quase insultuosa a colagem pretenciosa e arrogante à cena do Zé Mário com o FMI dele. Salvo-seja.]

[Desculpem lá, mas já agora aproveito para esclarecer que este… isto que publiquei, foi escrito ao abrigo de uma porrada de Acordos. Um ou outro seriam Ortográficos. Os outros eram Acordos de Cavalheiros que caíram em desuso depois da mítica Petição de todas as Petições que, numa histórica iniciativa com tanto de conjunta como de disparatada, a UMAR e o MDM fizeram aprovar, deixando claro que dali em diante qualquer Acordo de Cavalheiros celebrado no Continente ou em duas ou três lojas do Pingo Doce (ao calhas, a sortear semanalmente, em simultâneo com a extracção da Lotaria. Ou logo a seguir para não atrapalhar) seria considerado machista a um nível que faria com que o machismo de alguns que eu conheço fosse considerado artesanato. Não faz sentido? Ah… pois. Logo agora que estava a correr tão bem…]

[Agora não me lembro se já pus a merda do vídeo do Hino dos Troikistas Unidos (não confundir com Trotskistas Unidos. Para lá do mais que evidente paradoxo é uma cena que acontece com menos frequência do que um momento de lucidez ao Alberto João. Pode ser que o Renato dê conta e o ponha. Não sei é se ele sabe qual é. Que improvise. Se não souber improvisar é porque nunca participou na implementação duma Festa do Avante! Nisso o Agostinho tem razão. «Ca ganda escola!»]

 

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