BURNING HYPOCRISY – Raquel Freire Day 9

“Os artistas em Portugal estão a lutar pela sobrevivência. À medida que o nosso trabalho criativo se vai tornando cada vez mais impossível, lutamos contra essa impossibilidade, colocando em risco os nossos princípios artísticos, queimando os nossos trabalhos, para que todxs percebam que não se pode viver sem arte.
Enquanto artista, recuso-me a baixar os braços.”
Artists in Portugal are struggling to survive. Our creative work becoming impossible, we fight against this impossibility by putting at stake our own artistic principles, burning our works to make everybody understand that one’s cannot live without art.
As an artist, I refuse to give up.
Raquel Freire 2012″

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6 respostas a BURNING HYPOCRISY – Raquel Freire Day 9

  1. licas diz:

    Não teime mais : não há sinal que alguém lhe compre
    * a obra * ______a~pesar da publicidade . . .

    • De diz:

      Há algo de repugnante nos comentários desta coisa ambulante que dá pelo nick de “licas”
      Visceralmente repugnante.Até pelo fedor que liberta

  2. raquel freire diz:

    olhe, vá ali dar graxa ao relvas e essas coisas que costuma fazer para ganhar a vida e deixe xs artistas criarem tranquilxs. o seu mal é falta de tacho. olhe que eu sei quem você é. e garanto-lhe que tenho uma memória do caralho.

  3. dziga_vertov_olho_vivo diz:

    Espero que esteja a queimar os negativos e o inter-negativo. Afinal, já tinha dito numa entrevista que o seu filme era “excremento”…

  4. raquel freire diz:

    cara pessoa que não tem a coragem de se identificar,
    é com alegria que vejo que tenho em si um fã que acompanha todas as minhas entrevistas, visto que essa minha graça foi dita numa entrevista num programa da tsf, em 2008, “pessoal e intransmissível”, obviamente num contexto que a justifica.
    é com tristeza que verifico que é a favor da queima de filmes. talvez de livros também, quem sabe de pessoas?
    não está sozinho, há muitos fascistas que o acompanham.
    eu se fosse a si tinha cuidado, porque desta vez, nós, que perdemos na guerra civil espanhola, que perdemos em 1968 na europa, que perdemos desde 1976 as conquistas da revolução dos cravos no nosso país, nós perdemos o medo.
    desta vez vamos lutar até ao fim.
    desta vez, não nos vamos render.
    não passarão.
    raquel

    • dziga_vertov_olho_vivo diz:

      A ver se entendo: a sra. é que queima os filmes, mas acusa-me de ser a favor desse gesto? Joris Ivens nunca o faria… E extrapola do seu gesto para a minha intenção de queimar também livros e pessoas? Faz-me um auto-de-fé, portanto (natural para quem gosta tanto de fogueiras) Diz explictamente que o seu filme é excremento, mas afinal é contexto? Uma graça? Chris Marker nunca diria de uma obra sua que era excremento – decerto que a queimaria se achasse isso do seu trabalho…

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