O Querído Líder visitou Borba. Borba recebeu condignamente o Querído Líder!

O Querido Líder observa, embevecido, os inúmeros borbenses que gritam o seu nome.

Misericórdias. Colaboradores levados a aplaudir Passos Coelho.

Trabalhadores da União das Misericórdias dizem-se obrigados a apoiar primeiro-ministro.

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14 respostas a O Querído Líder visitou Borba. Borba recebeu condignamente o Querído Líder!

  1. Bruno Carvalho diz:

    Claro, tinhas de usar o Kim Jong-il. Vê lá se usaste o Pinochet ou o Mussolini. Vocês acabam sempre por se virar para o mesmo lado. Usam sempre as mesmas piadas e os mesmos instrumentos que os media capitalistas. Que tristeza.

    • Carlos Guedes diz:

      Já sabes que foi para te provocar…

      • Carlos Carapeto diz:

        Éna pá, os gajos estão a evoluir, até já têm torres de alta tensão. Ou aquilo é um cartaz?

        Carlos Guedes! Brincando ,brincando é que o macaco f….. a mãe.

    • João. diz:

      Como se um comunista, por o ser, tivesse obrigação de nunca fazer piadas com Kim Jong-il só porque o capitalismo também as faz.

    • JMM diz:

      “Vocês acabam sempre por estar do mesmo lado que os media capitalistas”.

      correcção pertinente.

    • Marco diz:

      Em termos gerais, quais são as grandes diferenças entre o Kim jong-il e o Pinochet ou o Mussolini?

      Claro que é uma provocação, mas tenho genuina curiosidade em conhecer políticas progressistas da Coreia do Norte que eu, possivelmente, desconheço…

    • pppp diz:

      Dos enunciados por ti, o Kim Jong-il é o mais contemporâneo – e toda a estrutura de «querido-líderice» se mantém com a passagem de poder ao filho.

      Quem me dera a mim haver um exemplo de totalitarismo ditatorial opressor ligado à direita, assim neste descarado formato de líder supremo – seria execelnete para poder usar esse exemplo quando se fala do passos coelho.

      Quem me dera também que já não houvesse ninguém de esquerda a defender este tipo de regime de absoluta e total falta de liberdade e poder popular, sem terem bem a noção que as horríveis histórias que tantos camaradas e populares contam sobre a opressão do tempo do Salazar, estão neste momento a passar-se na Coreia.

      E ali, em pleno 2012, a opressão é levada a um extremo inacreditável que nunca chegou a acontecer em Portugal, graças a épica resistência e oposição do Partido Comunista e de tantos anti-fascistas.

    • antónimo diz:

      Pessoalmente prefiro que se use o kim jong ill neste tipo de coisa.

      Sempre mostra que certas e determinadas características de quem exerce o poder nada tem a ver com a organização política e económica dos países.

      Um dos problemas do socialismo é que estados como o norte-coreano ou o chinês se assumam como socialistas, minando o trabalho dos verdadeiros socialistas para se fazerem respeitar e fazer ouvir as suas ideias e concepções desejáveis.

      Ao escolhê-lo, Carlos Guedes evidencia que aquilo (tiques e perversões) que se rejeita em determinados regimes está afinal bem disseminado noutros campos ditos opostos e que nada tem a ver com um determinado âmago ideológico, como vendem teorias revisionistas que minaram a credibilidade das duas revoluções do longo século XIX, a Francesa e a Soviética.

  2. mi diz:

    Qual o querido lider?o Obama,prémio nòbel da pax romana,que está em todo o lado???

  3. Bruno Simão diz:

    Não há paciência para a vossas merdas. O Carlos não consegue deixar de procurar onde dói ao parceiro e, sempre que pode, lá vai mais uma arrochada. O Bruno, com tanta coisa a acontecer no mundo, pica sempre o anzol que tem o isco mais manhoso!
    Resultado: o post era sobre o Passos Coelho e não há um único comentário sobre a matéria de facto. É que não mesmo pachorra nenhuma.

    • Carlos Guedes diz:

      Bruno… aqui estou quase inocente! 😀

    • Tima diz:

      Diga-se de passagem que o Guedes é tão sectarista como o Carvalho e o Teixeira são “unionistas ou agregadores”.
      Aliás tem todo o sentido colocar o “querido líder”. Só prova que o Guedes é tão crítico com as ditaduras sejam elas de cariz “ideológico” de esquerda ou de direita.
      Mas de facto o licenciado “até ver” vai a Borba, é vaiado, e a questão entorna para questões estético-fotográficas de um ditador. De facto aqui as prioridades andam mesmo à flor da pele.

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