Campanha Corta-Relvas

A direita, a esquerda, os sindicatos, os patrões, os movimentos sociais e a turba das redes sociais já pediram, com bons modos, a sua demissão. O único que continua calado é, sabe-se lá por que comendas, o Partido das Abstenções Violentas. O grupo parlamentar do PSD, a primeira coluna do Dr. Relvas, acusa a Campanha Corta-Relvas de ser brutal mas apoia a brutalidade do Sr. Dr. Ministro.

Parece-me evidente que se sua excelência não se demitir a equação vai passar a contar com respostas políticas que até agora costumávamos ler em grego e em espanhol, línguas que é bom que constem do plano de equivalências do senhor Dr. Ministro.

Via MSE.

A ler também as razões da Plataforma 15 de Outubro.

Também na RTPSICSIC Notícias e TVI.

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7 respostas a Campanha Corta-Relvas

  1. Jorge diz:

    A este comentário, só um frase de quem lutou por aquilo em que acreditava, e que não se escondia atras de ideologias politicas hipócritas “Para ciar inimigos não é necessário declarar guerra, basta dizer o que pensa.” – Martin Luther King

  2. Jaime Valverde diz:

    Sou completamente contra esta manifestação pois entendo que ela é um ‘fait-diver’ que oculta situações muito mais gravosas da vida da Nação.
    Mais relvas, menos relvas, o que conta isso se para o lugar dele vai outro oportunista idêntico?
    Esta é uma situação comesinha a que não devia ser dada a importância de promover uma manif. de rua. É dar importância a Relvas que ele não tem.
    Concentremo-nos no essencial, que é o derrube urgente deste governo ilegal, antes que o resto da população enlouqueça e desate tudo à pancada .

    • Renato Teixeira diz:

      De resto, esta manifestação ocultou por completo as férias e as gaijas do Ronaldo. Não há direito!

  3. Vítor Vieira diz:

    Estes ataques a um notável JEEP (Jovem Empreendedor de Elevado Potencial, lembram-se?) têm de parar.

    É que há aqui um problema de lesa-nação: Bocage e Tomás arriscam-se a ser destronados no ranking do anedotário nacional. E se Bocage foi uma figura relevante da Literatura Portuguesa, e Tomás, bem ou mal, foi Presidente, aqui o objeto é bem mais pequeno e patético.

    Por outro lado, chateia-me que andem a gozar tanto com um pobre reformado…

    Vá, não batam mais no ceguinho licenciadozinho… os “amigos” dele tratam disso com mais assertividade…

  4. Green Economics diz:

    Divulga!

    http://www.youtube.com/watch?v=Skm57inNCZo

    http://youtu.be/Skm57inNCZo

    Série documental “Aurora” – 2º cap.

  5. Marão diz:

    MANIFESTO
    O nosso regime atingiu o estado limite da podridão. Parece que os influentes e notáveis não pegam o boi pelos cornos porque vivem da arte dos olés e bandarilhas em que nos enredam. Freeport e Relvas, como um sem número de submarinos afundados não passam de entretenimento rasca de feirola para nos arredar do pecado original que mergulha o nosso País numa democracia postiça, acorrentada e criminosamente abusada. Num sistema eleitoral grosseiramente viciado que os sustenta e conspurca é que eles não mexem se não for ao empurrão. O nosso voto de nada vale quando são as direcções partidárias que escolhem nos respectivos redutos quem faça o frete que convém aos persistentes instalados. Nas autárquicas valem-se de pára-quedistas cabeças de cartaz que saltam de galho, de Faro para Braga como de Sintra para Lisboa ou de Santarém para Oeiras, verdadeiros vendedores de pevides em qualquer boutique alcofa que lhe fique com as cacas (perdão cascas). Quando é que a luta deixa de se concentrar em pelinhos de diversão e ataca o castelo pelo lado dos alicerces podres e enfeitados? Cá por mim não perderia tanto tempo a aparar relvas, antes tratava do ambiente até agora calibrado para preservar os ninhos das ervas daninhas que enxameiam toda a estufa.

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