MAURITÂNIA – Quando o desespero se torna gasolina da revolta

Nouakchoot, capital da Mauritânia. Foto de Francisco Freire

As ondas de choque das Primaveras Árabes estão a chegar ao Magrebe. A revolta, mesmo vestida de islão, deve mais ao desemprego que ao Corão.

Tombuctu foi tomado. Em Nouakchott dizem-nos que bastaram duas dúzias de pick-ups Toyota cheias de homens armados para colocar o exército do Mali em debandada. Os charters com turistas europeus e norte americanos deixaram de se ouvir no aeródromo local. Uma unidade militar pouco ortodoxa entre os independentistas tuaregues do Sahel – Movimento de Libertação Nacional (MNLA) e a Al-Qaeda do Magreb Islâmico (AQMI), governa um território sem que nem Ocidente nem tropas dos países vizinhos se aventure numa investida militar.

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