Era uma vez um país…

No país da fantasia – o mesmo que há umas décadas um ministro das finanças de um dos governos de má memória considerou ser um oásis – há um tribunal constitucional que se reúne e faz acórdãos. Depois diz que o acórdão só é válido para o futuro e que o que passou já lá vai e não vamos agora estar a repor a legalidade democrática.
A seguir vem o chefe da banda, perdão, do governo e interpreta o acórdão de uma maneira que nos faz desconfiar se não terá acabado a licenciatura como o seu antecessor ou, pior, como o seu colega de governo. Colega de governo que, ao que tudo indica, é o chefe da coisa, a sério.
Vai daí, o chefe do TC diz que a coisa não é nada assim como o chefe da pandilha, perdão, do governo diz.
Resultado? Fica tudo na mesma, pois então? Queriam o quê? Finais felizes? Havia mas acabaram-se… a não ser que nos mentalizemos que «não dá para mudar o começo mas dá para mudar o final»!

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Uma resposta a Era uma vez um país…

  1. mi diz:

    Eles só vão com armas e paredões, com execuções sumárias.É o que se faz à piratagem.tribunal constitucional,o tanas,são votados pelos partidos mais corruptos,logo, essa gente faz parte do problema.Pqp.

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