em protesto contra a austeridade e os pretextos da crise durante 10 dias vou queimar o meu filme Rasganço

RAQUEL FREIRE 1/10 “BURNING START : RASGANÇO”

“I’m an artist born with the carnation revolution, freedom and democracy.
In Portugal the european policies of austerity implemented by the actual government extinguished the ministry of Culture.
The crisis is always the excuse used in history to eliminate the artist and their work.
What is a people without culture, without art, without identity?
A slave people. A people who doesn’t live, only survives.
If we artists are forced to stop creating our culture,
if the people culture and art cannot be alive anymore, we are as people condemned to death.
Artists in Portugal are struggling to survive.
Our creative work becoming impossible, we fight against this impossibility by putting at stake our own artistic principles,
burning our works to make everybody understand that one’s cannot live without art.
As an artist, I refuse to give up.

Raquel Freire 2012”

July 10 until July 19 / 2012

http://artprotesters.wix.com/artprotesters#!home/mainPage

Protest against the European Policies of Austerity that are destroing Portugal and their Artists. The actual government extinguished the ministry of Culture and is increasingly impoverishing the Portuguese People.
Artists are burning their art refusing to fade out.

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

6 respostas a em protesto contra a austeridade e os pretextos da crise durante 10 dias vou queimar o meu filme Rasganço

  1. licas diz:

    Guerra Fria, Guerra Tépida

    Como negros corvos empoleirados,
    Os senhores do Kremlin, de orgulho cheios,
    Viam os mísseis ir enfileirados,
    Para puro horror dos povos alheios.

    A cada cidade vão apontados,
    Suscitam diabólicos anseios,
    Em todo o nosso Mundo espalhados:
    Infernal viver por todos os meios.

    Até que, o milagre aconteceu:
    O muro foi abaixo finalmente.
    O povo, assim em fúria, o exigiu.

    Nova aurora de paz pareceu.
    Eis, senão quando, novamente,
    Um novo Czar, arrogante, surgiu . . .

    ______________________________
    Já que estamos falando de Arte, contribuo com este soneto,
    de que sou autor . . .

    • De diz:

      Este “licas” não terá um amigo que lhe faça ver a pobreza confrangedora e o patético deste somatório avulso de letras?

  2. cláudia diz:

    Só me ocorre dizer: Não faças isso!!

  3. licas diz:

    licas says:
    Your comment is awaiting moderation.
    10 de Julho de 2012 at 18:53

    Á espera de moderação , ou de eliminação pura e Stalinista?~
    PERGUNTO EU!

    Guerra Fria, Guerra Tépida

    Como negros corvos empoleirados,
    Os senhores do Kremlin, de orgulho cheios,
    Viam os mísseis ir enfileirados,
    Para puro horror dos povos alheios.

    A cada cidade vão apontados,
    Suscitam diabólicos anseios,
    Em todo o nosso Mundo espalhados:
    Infernal viver por todos os meios.

    Até que, o milagre aconteceu:
    O muro foi abaixo finalmente.
    O povo, assim em fúria, o exigiu.

    Nova aurora de paz pareceu.
    Eis, senão quando, novamente,
    Um novo Czar, arrogante, surgiu . . .

  4. JgMenos diz:

    Valha-me Deus!!!
    Eu que acreditava que os artista viviam para a arte, vejo agora que vivem da arte, e de um orçamento sob a tutela de um Ministério!!!
    Estou chocado!

  5. Vítor Vieira diz:

    É duro de ver e discordo em absoluto da atitude apesar de concordar plenamente com os motivos.

    Ninguém se lembra quem era o governante de Milos no século III AC, ou o de Vinci no século XVI, mas emocionamo-nos com a “Vénus” ou com a “Mona Lisa”, e perguntamo-nos: seria correcto da sua parte que, em protesto contra esses governantes, os artistas destruíssem essas suas obras e nos privassem dessas emoções?

    Felizmente, no teu caso, Raquel, é possível o simbolismo e sempre temos o Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=4v8mMjk3VxM.

Os comentários estão fechados.