Têm a palavra os Professores Doutores Zoran Roca, Teotónio R. Souza, Selma Calasans Rodrigues, Rita Ciotta Neves, Óscar de Sousa, Marco António d’Oliveira, Manuel Tavares Gomes, Machozi Bangale, Luis Manana de Sousa, José Grosso de Oliveira, José Braz Rodrigues, José Bernardino Duarte, Fernanda Neutel, Áurea Carmo Conceição e Artur Parreira.

A Lusófona cedeu finalmente os nomes do Conselho Científico, depois de não ter percebido a relevância desse elemento para o esclarecimento dos factos. A palavra fica agora do lado dos Professores Doutores que votaram o Dr. ao ainda ministro Relvas.

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5 respostas a Têm a palavra os Professores Doutores Zoran Roca, Teotónio R. Souza, Selma Calasans Rodrigues, Rita Ciotta Neves, Óscar de Sousa, Marco António d’Oliveira, Manuel Tavares Gomes, Machozi Bangale, Luis Manana de Sousa, José Grosso de Oliveira, José Braz Rodrigues, José Bernardino Duarte, Fernanda Neutel, Áurea Carmo Conceição e Artur Parreira.

  1. Nuno Cardoso da Silva diz:

    Tenho uma vaga suspeita de que o referido Conselho Científico talvez nunca tivesse ouvido falar da ligação de Relvas com a Lusófona até há uns dias atrás… Como em Portugal nunca se ultrapassou o estádio do despotismo iluminado, está-se mesmo a ver como é que as coisas se deverão ter passado…

    • Renato Teixeira diz:

      Eu não estou a ver Nuno. Não quer dar uma ajuda?

      Estive 5 anos no Conselho Pedagógico de Letras na Universidade de Coimbra, acompanhei a aprovação dos créditos para a transição e as excepções definidas, e estou certo que havia uma recomendação não só para estas serem feitas pelo Conselho Científico, como este as devia fazer descer aos respectivos departamentos a que as equivalências se referiam.

      A não ser assim que hipóteses sobram? Créditos concedidos administrativamente? Por quem? Pelos Recursos Humanos da secretaria? Com que legitimidade e baseado em quê? Directamente pelo Reitor ou pelo Presidente do Científico?

  2. licas diz:

    Nuno Cardoso da Silva says:
    9 de Julho de 2012 at 21:49
    Tenho uma vaga suspeita de que o referido Conselho Científico talvez nunca tivesse ouvido falar da ligação de Relvas com a Lusófona até há uns dias atrás… Como em Portugal nunca se ultrapassou o estádio do despotismo iluminado, está-se mesmo a ver como é que as coisas se deverão ter passado…
    _____________

    AQUI, no 5 dias, jamais se deveria aludir a *Despotismo Iluminado* . . .
    Seria falar em CORDA EM CASA DE ENFORCADO: de outra forma
    não se entenderia nunca as ações de censura efetuadas contra os
    *obscurecidos* isentos da *formatação Marxista*

  3. Silvio Berlusconi diz:

    Na Lusófona manda o administrador. Os docentes são assalariados sem direitos. Os alunos são clientes.

    • Renato Teixeira diz:

      Pelos vistos o director do curso achou que mandava e licenciou o Relvas com uma assinatura e dois pareceres. Acabou, naturalmente, de pedir a demissão.

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