Não é de desvalorizar que todos os escândalos que envolvem licenciaturas dos nossos mui pouco nobres governantes brotem sempre à beira dos períodos de inscrições nas universidades. No que toca a Universidade Lusófona apenas conheço a licenciatura de arquitectura. Cumpre-me dizê-lo, que é uma boa escola de arquitectura.
Creio que será a única licenciatura em arquitectura de Lisboa que tem contratado novos arquitectos para leccionar a partir do seu curriculum profissional. Essa característica permite-lhe ter actualmente um bom quadro docente com forte relação com a prática profissional e uma actividade constante à margem da aula tradicional, posicionando-se de uma forma muito interessante no espaço europeu e lusófono.
Casos como o de Relvas não podem afectar o que de bom, quem está no terreno, vai conquistando.





O comportamento das pessoas que dirigem actualmente a universidade é de esconder o que se passou. Estamos à espera que o Crato, tal como Gago na Independente, o feche o estaminé.
Pois é Mário, também me parece que o processo é o mesmo. Relvas já tem o seu diploma, com o fecho da universidade os documentos desaparecem e as responsabilidades diluem-se em décadas de processos em tribunal e os alunos e os bons projectos pedagógicos que se lixem!
Como escrevi à época, a licenciatura em direito da Independente, era a licenciatura com a segunda mais elevada taxa de sucesso nos exames à Ordem.
Você sabe tão bem quanto eu porque águas navegam os senhores advogados em questões de ética republicana. Repare que o palavroso bastonário ao tempo da Independente escreve no seu currículo:
Comentador habitual de temas jurídicos em diversos órgãos de Comunicação Social.
E porque é que esse curso de arquitectura não é possível de transferir para outro lugar?