O que esconde a nova aliança democrática?

É de ir às lágrimas que o Mário Moutinho, o Reitor da Lusófona que a par do António José Seguro parece querer esconder informação sobre a licenciatura fantasma do Dr. Relvas, esteja entre os subscritores do Congresso Democrático das Alternativas. Assim sendo, e para começar a exercitar a democracia alternativa, seria bom que sua excelência deixasse de blindar as informações que faltam saber sobre o curso de Ciência Política do Dr. Relvas. Quanto pagou de propinas? Quem está no corpo docente além do Feliciano Barreiras Duarte, entretanto promovido a Secretário de Estado Adjunto? Quem mais e em que medida está envolvido nesta sinistra teia de interesses?

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20 respostas a O que esconde a nova aliança democrática?

  1. Rocha diz:

    Um Congresso de pernas abertas para o PS só podia dar nisto. É que quem dá a mão ao PS acaba sempre por dar a mão ao PSD. Quem vai para a cama com o PS acaba sempre num menage à trois da direita (involuntário?).

    PS, PSD e CDS é tudo a mesma família. É o Bloco Central de Interesses, é a Burguesia Partidária, é a Troika Nacional.

    • licas diz:

      Macário Correia parece que cometeu ilicitudes
      quando autarca em Tavira(?). Vai ou foi condenado a perder o mandato.
      Nada a retorquir: Cumpra-se a lei . . .
      Fica-me uma pergunta . . .
      Porque há-de ser quando o PSD é governo que estas coisas acontecem?
      Com Fátima Felgueiras, fugida à Justiça no Brasil, *gozando* com a
      Justiça Portuguesa, ironizando o que a lei determina, conseguindo
      reeleição, e sempre com aquele descarado sorriso de quem diz
      : APANHEM-ME SE PUDEREM, seus lorpas.

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  3. Augusto diz:

    E não quer escreve algo, sobre:

    Mario Brochado Coelho

    Mario Laginha

    Martins Guerreiro

    Que também assinam o manifesto, e estão nesse grupo de nomes………

    • Renato Teixeira diz:

      São reitores da Lusófona ou estão implicados em alguma fraude idêntica à que parece estar em causa na licenciatura do Relvas?

  4. xatoo diz:

    Narana Coissoró, professor do curso de Miguel Relvas, admitiu que nunca o viu na universidade
    http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=2648146

    Pinto Balsemão convidou este ano para estar presente na reunião dos Bilderberg um arqui-rival do Relvas no PSD, o vice Jorge Moreira da Silva – logo, houve uma predeterminação de queimar o Relvas. O que virá a seguir? o sistema demo-fascista avança: não tardará muito teremos a populaça mais uma vez iludida a “escolher” por via eleitoraleira entre o PSD e o CDS como se fossem duas coisas diferentes

  5. Augusto diz:

    Paulo Portas foi recebido pelo Partido Comunista da China, e teve direito a grandes elogios como Presidente do CDS-PP, e esta…..

    • licas diz:

      Mau, mau, será que também têm submarinos
      para venda? SEI LÁ . . .

    • A.Silva diz:

      Há “argumentos” que são completamente parvos…

    • Rocha diz:

      É isso mesmo, é mesmo o Partido Comunista da China que vai salvar a social-democracia do Bloco de Esquerda do embaraço de abrir as portas do “congresso da alternativa” à mafiocracia que vende licenciaturas express de um ano.

  6. licas diz:

    Rocha says:
    5 de Julho de 2012 at 11:54
    _______
    Os *radicais* em vez de começarem a indagar o que o povo quer
    em vista de adequar a sua atuação às exigências dele, prefere
    sempre antepor a ideologia à realidade. São poucos e querem
    permanecer uma elite, auto-condenando-se à ineficácia . . .

  7. FM diz:

    Vais ao congresso e perguntas-lhe cenas do Relvas, boa?

  8. Pingback: O SEGURO DO RELVAS – Uma (eventual) ode ao bloco central. | cinco dias

  9. Nuno Cardoso da Silva diz:

    Mário Moutinho é de facto um homem de esquerda e não teve nada a ver com a trapalhada do Relvas. Apanhou com a batata quente nas mãos e não se está a safar lá muito bem…

    A propósito, também sou professor de ciência política na Lusófona e nunca lá vi o Relvas, nem conheço ninguém que o tenha visto, quer nas aulas, quer nos corredores, quer nos bares…

    • Renato Teixeira diz:

      Professores, reitores e até alunos da Lusófona têm agora em mãos uma grande responsabilidade, face aos outros mas também para si próprios. Divulgar a lista dos 36 professores do curso de Ciência Política do ano da turbo-licenciatura e já agora os elementos do Conselho Cientifico. Porque razão essa informação é pública em todas as outras instituições de ensino superior e no caso concreto tudo está a ser abafado? Se o reitor nada tem que ver com a trapalhada porque não se defende recorrendo à verdade e faz a defesa política do Dr. Relvas?

      É que como se dizia da mulher de César…

      • Nuno Cardoso da Silva diz:

        Tanto quanto eu saiba, e falo por mim, nenhum professor de ciência política da Lusófona sabia do processo de candidatura do Relvas e muito menos terá sido consultado sobre as equivalências. A Faculdade de Ciências Políticas foi criada em 2010 e a sua direcção só assumiu funções nessa altura, muito depois da “licenciatura” do Relvas. O processo terá passado por outros orgãos da Universidade que não sei quais foram. Desconfia-se que o caso Relvas – na sua aberrante dimensão – é único na Lusófona, embora equivalências sejam regularmente dadas a muitos alunos, tal como acontece nas outras universidades. É natural que o actual Reitor não tenha tido qualquer intervenção e até conhecimento deste processo, e que agora esteja a tentar geri-lo da forma que menos prejudique a imagem da universidade. Só que é uma luta inglória: se banaliza este processo de reconhecimento de equivalências, levanta problemas quanto ao valor científico dos graus académicos da universidade; se reconhece ter sido um caso isolado, terá de explicar o porquê desse tratamente excepcional ao Relvas. E o dramático é que a Lusófona, do ponto de vista pedagógico e científico, tem qualidade, tem prestado um serviço relevante na educação superior em Portugal, dá uma formação de qualidade, é exigente nas avaliações, tem um corpo docente dedicado e, de forma geral, de qualidade. O Relvas é um abcesso que em nada afecta esta qualidade, embora seja um desastre do ponto de vista da imagem da universidade. Seria bom que a universidade reconhecesse que tinha levado, neste caso, o espírito de Bolonha longe demais e que, não tendo cometido qualquer ilegalidade, talvez não tenha servido da melhor maneira as exigências de formação científica associadas a um grau académico. Só que em Portugal nunca ninguém reconhece que errou, mesmo quando o erro não é dos actuais responsáveis da instituição que errou.

        • Renato Teixeira diz:

          Assumamos que cada um dos professores das 36 equivalências não soube de nada. Nesse quadro, quem é e porque não se sabe quem constituía o Conselho Científico?

  10. licas diz:

    Está delineando-se um eixo Rússia/Síria/China/ Grécia/Chipre
    que pediu â Rússia um empréstimo de milhares de milhões.
    Ficamos a aguardar . . .

  11. Renato, tive contigo no mesmo partido. Tu tiveste comigo no mesmo partido. Isso faz de mim responsável por tudo o que tu tenhas feito e tu responsável por tudo o que eu tenha feito? Se não, o que dizer de um congresso, onde o comprometimento é, para dizer o mínimo, bem menor do que num partido político? Isto, independentemente de qualquer debate sobre as responsabilidades do senhor no processo. Mas que raio de argumento…

    • Renato Teixeira diz:

      Daniel, trata-se do caminho que se escolhe. Insistir na ideia que a maioria social está na alcofa do PS é continuar a acumular uma péssima experiência histórica. E isso, em política, são sobretudo as pessoas. O tal congresso é o passo seguinte à IAC, que por sua vez era o passo a seguir ao Alegre. Que por sua vez era o passo a seguir ao Sá Fernandes. Quantos mais passos terão que vir para se concluir que não se encontra por essas bandas nenhuma maioria social e se está sujeito a todas as surpresas?

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