O combate político nas universidades

Há uns anos, a Faculdade de Arquitectura da UTL negou-se a ceder um espaço para um debate (no qual, entre outros, estaria o Manuel Tainha) que estava a organizar, se bem me recordo, no âmbito do Le Monde Diplomatique. O argumento para a recusa era que seria demasiado político para uma universidade. Respondemos que, enquanto as universidades tiverem cidadãos, serão sempre espaços de política.
Escrevo-o no mesmo dia em que é notícia que a direcção da Faculdade instiga os seus alunos a endividarem-se para pagar propinas. Esta não é uma decisão técnica, de tecnocratas. É política, pura e dura.

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