De Espanha vêm bons ventos e bons casamentos

Sin embargo, un panorama tan visible oculta aspectos sobre los que es necesario trabajar. Existe una arquitectura realizada mayoritariamente por jóvenes que podríamos llamar “nueva” que permanece oculta tras esta cortina de grandes acontecimientos y realidades construidas. Y así mismo, estos jóvenes arquitectos, tanto portugueses como españoles, viven el aislamiento mutuo repitiendo, a pesar de sus intereses comunes, el esquema tradicional de la desconexión y desconocimiento, cuando no indiferencia mutua.
Aqui

Algo que não tem tradução em Portugal, nem nas suas instituições – excepção feita à Trienal de Arquitectura de Lisboa – demasiado ocupadas a afunilar as escolhas e a silenciar quem não se inscreve.
Para a Ordem dos Arquitectos hoje é o “dia nacional do arquitecto“.

C’est l’histoire d’un homme
qui tombe d’un immeuble de 50 étages.
Au fur et à mesure de sa chute,
pour se rassurer, il se répète:
“Jusqu’ici, tout va bien.”
“Jusqu’ici, tout va bien.”
“Jusqu’ici, tout va bien.”
Mais l’important, c’est pas la chute.
C’est l’atterrissage…

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Uma resposta a De Espanha vêm bons ventos e bons casamentos

  1. Rocha diz:

    Não podia estar mais de acordo. Por isso acho que o País Basco, Galiza, Catalunha e Andaluzia deviam ser independentes. Quanto menos Espanha em nossa volta, melhor.

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