manifesto da marcha do orgulho LGBT

Joana Manuel, no final da Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa, lendo a versão curta deste manifesto.

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24 respostas a manifesto da marcha do orgulho LGBT

  1. licas diz:

    Joana Manuel parece-me um nome impróprio para as *penisfóbicas* . . .
    a não ser . . . que seja para elas mais *Manuel* do que *Joana* . . .
    isto é *ACTIVA* (para gozo das Passivas). Que desgraçadas (dos).

    • De diz:

      Uma tristeza de comentário.
      Uma tristeza de comentário.E um nojo de comentário.A mostrar que de facto deste “licas” mais não há a esperar do que a chafurdice do próprio, de forma contínua, no esgoto citadino.

      • Sassmine diz:

        De, depois de, aquando da aprovação da lei do casamento civil, ter sido praticamente obrigada a justificar-me publicamente por ser heterossexual e dar a cara pela luta lgbt, o comentário de esgoto deste senhor é uma grande grande grande piada. É o velho ditado, é-se presa por gostar e presa por não gostar. Que dizer…? Enfim, vírgula, coitado. 😉

    • CausasPerdidas diz:

      A Liberdade de Expressão não é coisa líquida, dizem alguns com razão, mas não se furta à analogia hidráulica, do saneamento básico em particular: à falta de outro padrão, a sua inexistência ou má utilização pode medir-se pelo grau de nauseabilidade.
      Acelerando a coisa até fazer cavalinho: Esta casa não tem saneamento básico?

    • Carlos Carapeto diz:

      Temes a concorrência?
      Nos hoteis de luxo e nas mansões privadas a tua casta de amigos faz o mesmo longe dos olhos alheios.

    • Sassmine diz:

      Penisfóbica?!!! Eu?!! Jaaaajajajaja!!! :p

  2. licas diz:

    Os *vaginófabos* e as *penisófabas* seria melhor que solicitassem
    cuidados médicos/psicológicos do que andarem a chatear os normalzinhos.

    • Sassmine diz:

      Coitadinho do normalzinho, que está a ser tão chateado que não consegue parar de comentar isto nem parar de pensar nos gostos das outras. Poverino…

  3. A blogosfera é aberta. Quem quer pode criar um blogue e aí exprimir a sua opinião livremente. Este blog creio que pode com orgulho afirmar-se plural entre as vozes da esquerda. Pela sua qualidade, é favorecida com um número significativo de visitas. O 5dias tem como prática a aprovação de comentários. Isso leva a que se dê espaço significativo a comentário antagónicos (que não devem ser por isso rejeitados) mas também muitos comentários acéfalos, isentos de argumentário. É o caso destes comentários do Licas e do Carlos Carapeto que – para não usar expressões mais fortes – são escusados. São comentário de taberna, e que não dignificam um blog que pretende ser um espaço de discussão e diálogo. O CausasPerdidas neste caso apela em a algum saneamento.
    Aproveito esta ocasião para me dirigir em particular ao Licas, comentador frequente deste blog: a tua participação parasitária como comentador do 5dias é triste. Nas raras ocasiões em que escreves argumentos, limitam-se a clichés ou mantas de retalhos. Mais frequentemente são bocas cheias de veneno, mas isentas de conteúdo. Como a tua identidade apenas é revelada pelo nome de utente ‘Licas’, pergunto-me se sabes quem era Licas na mitologia grega. A saber, era um servo de Hércules, que lhe entregou, sem saber, uma túnica envenenada, remetida pela esposa. Pela ofensa foi morto por Hércules e transformado numa montanha. É o destino que desejo ao comentador Licas.

    • Carlos Carapeto diz:

      André Levy!
      A ponderação e o tempo são os melhores conselheiros , nunca ouviu dizer?

      Se tivesse prestado mais atenção ao que escrevi de certeza que concluia que a minha resposta era dirigida ao comentário provocador de um/a tal Licas.

      Porque quando citei longe dos olhos (olhares) alheios, sabia muito bem o que estava a escrever.
      Isto por a experiência já me ter ensinado que há algumas pessoas que se dizem de “bem” que em publico criticam quem tem a coragem de assumir as suas orientações sexuais, no entanto em privado essas mesmas pessoas praticam actos de uma promiscuidade condenável.
      Como orgias coletivas tipo ballet !!!!!!!, serviços de menores de ambos os sexos com drogas à mistura…….!

      E sabe porque conheço estas situações? Porque durante alguns anitos tive ligado ao setor do turismo no Algarve ( por minha conta e também por conta de outros) trabalhei quase sempre em espaços hoteleiros de luxo , por esse facto sei muito bem que aquilo por lá não é só sol e praia, ao contrário do que muitos julgam.

      Já percebeu onde eu pretendia chegar?

      Quanto aos movimentos LGBT, digo com toda a tranquilidade, a minha posição é neutra, no entanto defendo que qualquer cidadão tem TODO o direito em seguir as opções sexuais que muito bem entender, sem sofrer qualquer tipo de descriminação. É tudo!

      Portanto não tinha razão de se amofinar ao ponto de me tratar por acéfalo. Por sinal já alguma vez retirou o tampo da sua cabeça para saber o que tem lá dentro?

      Reconheço humildemente que a sua formação é incomparável à minha. Que é uma pessoa de esquerda por isso merece o meu respeito.
      No entanto as lições práticas que recebi com as agruras da vida, dotaram-me de uma consciência de classe que não me permitem resignar aos ensinamentos teóricos de mestres da sua estatura.

      Sei muito bem o que quero e qual o lugar que me pertence e devo ocupar na sociedade. Nunca vivi nem vivo de ilusões, lutei e continuarei a lutar por aquilo que considero meu. Como dizia Sartre o que é meu pertence-me por direito.

      Porque jamais esquecerei muito menos perdoarei àqueles que me roubaram a infância e me assassinaram a juventude.
      Tive o atrevimento de fazer a 4ª classe aos dez (10) anos o prémio que recebi de recompensa foi ir trabalhar atolado em água e lama até à barriga nos arrozais do país governado por Salazar. Como eu milhares de outras crianças. Daqui pode deduzir que tenho plena consciência de quem são os causadores dos meus males.

      Com isto não pretendo reinvindicar o meu passado como um estatuto superior aos dos outros . Exijo todo o respeito por a minha condição social e pela experiência dolorosa de vida a que fui submetido desde que nasci, sujeito à mais vil exploração, desigualdade e exclusão, por parte de uma sociedade desumana.

      É precisamente isto que felizmente o André não pode apresentar no seu curriculo. Falta-lhe a experiância da vida.

      Não é por viver hoje “confortávelmente” bem ( a poder de muito trabalho e bastantes sacrificios) que irei desistir de lutar por aqueles que se encontram mergulhados na miseria, exploração e exclusão. Situações que infelizmente me são bastante familiares, e sei que afetam milhares de milhões de seres humanos.

      Precisamente por este motivo nunca poderei apoiar qualquer tipo de descriminação seja ela de que ordem for.

      Senhor Adré Levy agora já viu as linhas com que coso?

      • Caro Carlos Carpeto
        a minha resposta um tanto inflamada era sobretudo dirigida ao Licas, cujo historial como comentador conheço melhor. O seu comentário curto apanhou por ressalto, por vir na sequência. conter insinuações pouco claras e uma linguagem um tanto provocadora (“castas de amigos”). Prezo o facto de ter partilhado um pouco da sua experiência de vida (“as linhas com que se cose”) para contextualizar as suas opiniões, e ofereço desde já as minhas desculpas por se ter sentido visado ou ofendido, pois dei um interpretação diferente às suas escassas palavras. Apraz-me saber que é contra qualquer tipo de descriminação. [Num aparte, eu tenho a minha experiência de vida. Não sei quantificá-la ao ponto de sumarizar que não tenho nenhuma ou muita. Mas não sou propriamente uma flor de estufa.]

  4. M.D. diz:

    Ai está Carapeto, LONGE DOS OLHOS ALHEIOS (perdoe-me as maiusculas, foi apenas para dar destque). É ai que se vive a sexualidade, longe de olhos alheios, cada um faz o que quer, entre adultos e sem recurso à subserviência. A sexualidade não é a identidade de alguém, mas sim uma componente da identidade de alguém. O que este grupelho pretende é a total inversão de valores,. Que é isto de “um mundo sem géneros”?!?!?!! De repente somos coisas?!?!?! Façam o que quiserem entre portas, casem-se e divorciem-se, mas não obriguem a maioria a viver de acordo com a sua (deles) visão distorcida do mundo.

    Ainda o ano passado abriu em NY a primeira universidade only gay. Gostaria de saber se abrisse uma universidade only hetero… Enfim, é a descriminação positiva.

    • Sassmine diz:

      Casem-se, mas às escondidas? Uau… Cá temos toda a lógica homofóbica no seu esplendor. Mas já com um avanço, pelo menos já dá para casar, desde que ninguém veja.

      A sério, senhores, o vosso discurso é patético demais. 🙂

      • M.D. diz:

        Não percebeu, mas se calhar a culpa é minha. Eu torno mais claro: Façam o que quiserem entre portas. Casem-se e divorciem-se, mas não obriguem a maioria a viver de acordo com a sua (deles) visão distorcida do mundo.

        Está melhor assim? É-me completamente indiferente se casam ou não. Da mesma maneira que não tenho nada a ver com isso, também não tenho nada a ver com o que fazem longe dos olhos alheios, que é lá que a sexualidade deve ficar.

        • Caxineiro diz:

          O que é a sexualidade para si? ..O que é que entende por sexualidade? Já se apercebeu da carga sexual que um olhar pode transmitir? Como reprime isso?

          O que é para si a sexualidade?

          • M.D. diz:

            A sexualidade é parte da identidade de cada ser humano, que o caracteriza de acordo com o seu sexo (ou até ausência dele), atribuindo-lhe um género. Por outro lado a sexualidade é também a manifestação de actos (sexuais) entre seres humanos, do mesmo, ou de sexo diferente.

            A carga sexual de um olhar não pode ser reprimida, de facto. Mas a manifestação grosseira da sexualidade enquanto acto solitário e/ou conjunto, pode e deve, seja ela entre elementos de sexo diferente ou igual. Como disse, é parte da identidade do ser humano, mas não chega para o definir na totalidade. É aliás uma parte pouco relevante. Saber qual a orientação sexual do individuo x, y ou z, acrescenta muito pouco, com excepção dos casos em que a orientação sexual e afectiva é o motivo único do contacto.

            Há coisas que devem ser reservadas para a privacidade, longe dos tais olhos alheios. Urinar é também uma manifestação natural da identidade do homem e da mulher, e não o fazemos em público mesmo que andassemos com o nosso “penico” portátil. São questões de educação e de higiene visual.

            O que deria de uma escola only hetero? E de uma praia only hetero? E de uma discoteca only hetero?

          • Sassmine diz:

            Ui, isso é uma pergunta muito complicada, Caxineiro… Se as mulheres se puserem a falar sobre os homens que lhes elogiam o sorriso enquanto lhes grudam o olhar no peito… nunca mais daqui saíamos. 😉

        • De diz:

          Tchtchtch

          Mas que miséria.
          Mas vossemecê sente-se obrigada a viver “de acordo com a sua (deles) visão destorcida do mundo”, para usar as suas peculiares palavras?
          Eu não.E vossemecê é assim tão pusilânime que fica com a obrigação de,somente pelo facto dos outros….?
          Ou é apenas retórica para esconder as suas verdadeiras motivações?

          E agora quando tiver tempo responda aí ao Caxineiro.
          🙂

      • Carlos Carapeto diz:

        “Sassmine says:

        Casem-se, mas às escondidas? Uau… Cá temos toda a lógica homofóbica no seu esplendor.”

        Não se adiante, nem ouse atribuir-me palavras que eu não escrevi! Certo? Se pensa abespinhar-se eu consigo arranjar-lhe um inseticida próprio.

        Quanto à minha opinião sobre o assunto já respondi ao André Levy . Tenho tudo dito a este respeito. Exige mais?

        Mas ainda sobre os seus bocejos flamejantes vou acrescentar. Tem Sua Iminência todas e mais algumas razões para inquirir B_ X VI quanto àquilo que a padralhada fez às escondidas, e que na sua opinião trapalhona devia ter sido feito às claras.

        Porque não o fez já?
        E se o fez onde posso encontrar isso?

  5. licas diz:

    Carlos Carapeto says:
    25 de Junho de 2012 at 16:57
    Temes a concorrência?
    Nos hoteis de luxo e nas mansões privadas a tua casta de amigos faz o mesmo longe dos olhos alheios
    ________________

    Presunção (de que eu frequento o Jet set) e água benta
    (pressuposto de que os meus amigos fazem isto e aquilo)
    e também de que nas tabernas (fixação classista de um outro camarada)
    se fala em *penisfóbicas* e *vaginofóbicos* CADA QUAL TOMA A QUE QUER . . .
    Do que eu estou farto é da designação HOMOFOBIA , que os patetas alegres da
    Esquerda e os *práticos* usam.
    Que a Natureza vos dê mais um naquinho de juízo. . .

  6. licas diz:

    CausasPerdidas says:
    25 de Junho de 2012 at 16:40
    A Liberdade de Expressão não é coisa líquida, dizem alguns com razão, mas não se furta à analogia hidráulica, do saneamento básico em particular: à falta de outro padrão, a sua inexistência ou má utilização pode medir-se pelo grau de nauseabilidade.
    Acelerando a coisa até fazer cavalinho: Esta casa não tem saneamento básico?
    _________________

    CausasPerdidas ACERTOU: de que precisa é de_______ saneamento____ na base

  7. Sassmine diz:

    Carlos Carapeto, ou sua iminência, parda ou colorida como preferir, se respirar fundo percebrá facilmente que o comentário a que se refere não era resposta a si. A não ser que o MD seja um alter-ego seu. Quanto aos insecticidas, sou um primata bípede, acho que seria preciso mais do que dum dum, obrigada.

  8. Caxineiro diz:

    pois… blá bla, blá blá + sexualidade= sexo= aparelho urinário= urina, e o resultado final só poderia ser a MD passeando no Rossio com o seu penico portátil debaixo do braço. É por isso que gosto de si: gosto de pessoas com areia no capacete ( sem ofensa, claro)
    Regressando ao tema
    Se conhece algum gay que se julga superior só porque é gay, é sinal que a senhora conhece um gay palerma, e encontrar um gay palerma não me parece algo transcendental. É normal, ou será que um gay nem direito sequer deve ter à palermice? Não queira tudo para si MD, deixe os outros viverem

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