Manifestação pelo Direito ao Trabalho – 2ª Edição

Depois de 4 mil cartazes e 10 mil panfletos já distribuídos, o MSE reforça a sua campanha financeira e amanhã dá inicio a uma segunda tiragem de propaganda. Até ao dia 30 de Junho o movimento tem cinco concentrações marcadas, a primeira das quais já amanhã, das quais irão partir o maior número de piquetes possíveis rumo aos centros de desemprego da capital para continuar a alargar as fronteiras de um protesto tão urgente como fundamental. Que a Manifestação pelo Direito ao Trabalho seja o principio do fim do sectarismo na luta pelo emprego e contra a austeridade.

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

9 respostas a Manifestação pelo Direito ao Trabalho – 2ª Edição

  1. Baresi88 diz:

    As pessoas que estavam com a banca a recolher assinaturas são todas do movimento MSE?

  2. Carlos Carapeto diz:

    Renato;

    Perguntei a um rapaz Brasileiro que andava a distribuir propaganda do MSE na manifestação da CGTP de sabado se Vc lá estava. Ele disse-me que tinha tido um problema familiar e não pode ir. Mas qual não foi o meu espanto que quando cheguei a casa abri o blogue e as primeiras duas postagens que aqui estavam eram suas.

    Isto para lhe dizer o seguinte.

    Primeiro; devia abster-se de numa manifestação de carater sindical fazer propaganda politica.

    Segundo; porque razão não dá Vc a cara ou outros dirigentes do movimento nestes momentos, aproveitam-se da situação de um pobre rapaz imigrante que de certeza até está desempregado e a troco de uns € o empurraram para aquela balburdia a ter que ouvir todo o tipo de comentários e provocações.

    Óh Renato tenha cuidado com esse tipo de atitudes, porque em nada vai prestigiar os objetivos que defende.

    • Renato Teixeira diz:

      O rapaz com quem falou tem a dupla nacionalidade (não percebendo bem qual seria o problema se ele fosse apenas brasileiro), e como todos os activistas do MSE, participa de forma voluntária (e gratuita) no movimento.

      Quem não está habituado a fazer política sem aparato pode fazer-lhe alguma confusão, mas acredite que é possível.

      Relativamente à minha participação ela não foi possível por razões que não tenho que lhe dar conta, mas como testemunhou o MSE esteve presente.

      Espero que o mesmo aconteça no próximo dia 30 de Junho, e os sindicalistas da CGTP nela participem em grande número.

  3. Rocha diz:

    Rentato, olha me estas ordenanças quase em simultâneo: “FMI quer redução das indemnizações por despedimentos ilegais” (saída em Portugal pelo Jornal de Negócios) e “El FMI a lo suyo: Ahora recomiendan también a España que rebaje más el despido” (saída em Espanha em Kaos en la Red).

    Ou seja, o Desemprego vai aumentar ainda mais e ficar ainda mais barato, seja pelas vias legais ou pelas vias ilegais.

    São ordens do FMI. A luta de classes agora é guerra de classes.

Os comentários estão fechados.