Sinais da Barbárie

A Segurança Social negou a reforma por invalidez a um homem que sofre de doença incurável. A Ana Menta conta-nos o resto da história.

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24 Responses to Sinais da Barbárie

    • Renato Teixeira diz:

      Exactamente. O drama do controlo da natalidade não me parece comparável ao desprezo que se tem pelos que estão, efectivamente, no mundo dos vivos.

      • antónimo diz:

        De qualquer forma há sempre os relativistas de serviço, querendo diminuir os posts dos outros e escolher-lhes os ângulos.

        Se estão tão interessados em minorar o caso nacional sempre podiam criar um blog e dar lá conta daquilo que os apoquenta na China.

        É que os jornais precisam de investidores e a banca só dá dinheiro aos que lhes prestam serviços – veja-se aquele lixo que era a Atlântico a conseguir sobreviver tanto tempo sem vender – mas a blogosfera ainda permite o pluralismo.

        • Armando Cerqueira diz:

          Antónimo:
          você é mesmo ‘reaça’, ou é ilusão minha?!

          • antónimo diz:

            É verdade, sim, Sô Armando.

            Achar-me-á sempre em reacção aos relativistas que misturam alhos com bugalhos e aos incapazes de ver a trave no seu próprio olho.

            A desonestidade intelectual encanita-me. Quem quer posts com outras opções editoriais (se é que assim se pode chamar aquilo) sempre tem os insurgentes, os delitos de opinião, os corta-fitas e os comunicados do Governo para se sentirem em casa. Tudo pelo conforto dos meus concidadãos.

      • xico diz:

        Assaltar a casa de um cidadão. Prender uma mulher que não cometeu crime nenhum. Obrigá-la a fazer algo que atenta contra a sua liberdade e vontade e pôe em perigo a sua saúde física e psíquica. Mesmo deixando de lado a morte de um feto, nada do mencionado anteriormente é considerado pelo Renato Teixeira como desprezo pelos que estão, efetivamente, no mundo dos vivos. A não ser que considere que o povo chinês não passe de zombies e que efectivamente já não sejam deste mundo!

    • De diz:

      Mais um a fazer o trabalho sujo.
      Sabe-se para quê

    • Ana Menta diz:

      Não vos percebo. O Renato conhece-me pessoalmente e decidiu divulgar uma situação minha que, não desfazendo da senhora chinesa, também é uma barbarie sim e que lhe chegou em 1ª mão.
      Como escreveu sobre um caso horrível de uma amiga pessoal, que o chocou, agora tem de escrever sobre todas as bárbaries do mundo ou não é sincero?
      Claro que é uma barbarie obrigarem uma chinesa a abortar, mesmo sendo longe e uma desconhecida. Mas há aqui pessoas que, só este ser um caso nacional, o acham menos importante? Não merecível de um post? Não percebo.

      • Renato Teixeira diz:

        Ana, há uma turba que por aqui parasita as caixas de comentários que padece do síndrome da indignação selectiva. Os seus limites confinam-se aos países onde algum dia houve uma sociedade que não a capitalista e, mesmo entre esses, costumam limitar a geografia a Cuba, China e meia-dúzia de países islâmicos.

      • De diz:

        O pior de tudo,o pior de tudo Ana é que muito deste palavreado tem apenas um objectivo: ocultar a barbárie em que vivemos.
        Vale tudo para certa gentinha

  1. Edgar diz:

    Em Coimbra, no meu tempo, havia uma casa de estudantes (só para raparigas) a que chamávamos “a morte lenta”; mal podia imaginar que algum dia se poderia vir a aplicar tal epíteto a este país: cada vez pagamos mais impostos para ter menos direitos e menos e piores serviços públicos, alguns deles indispensáveis à saúde dos portugueses.
    Com a redução de salários e pensões, o corte nos subsídios, o crescimento constante do desemprego, o aumento insuportável dos preços de bens e serviços essenciais, a insistência em políticas que apontam para o desastre, para muitos, principalmente para os mais idosos, este país está a transformar-se no país da morte lenta.
    Felizmente, há quem resista e não desista de lutar!

  2. De diz:

    Sinais da barbárie.
    É isso aí.

    Sinais de barbárie mesmo, grandes ***

  3. Luis Magalhães diz:

    Somos governados por animais.
    Está na hora de abrirmos o matadouro

  4. Nightwish diz:

    Quando me dizem que é isto ou o caos, ao menos aí comiam todos.
    Filhos da puta.

    • notrivia diz:

      O ‘isto’ a que esses se referem, é o certo conforto de que ainda vão beneficiando à custa do caos que é a dor e a miséria em vidas alheias.

  5. eu diz:

    Sou contra a pena de morte mas,para crimes sociais destes calibres,deveriam ser julgados e,encostados à parede.Ou então a fórmula ‘dwmocrática’ q usaram na Líbia-e,não podiam queixar-se….

  6. Armando Cerqueira diz:

    Renato Teixeira,
    sei que não resolve nada, que não resolvo nada, nas o Miguel Catalão tem toda a minha solidariedade.
    Ao ler este ‘post’ senti uma imensa indignação.
    Todavia é mais que tempo de passar da indignação à razão, e desta à acção.
    Se este estado de coisas não é mais que expropriação, saque dos cidadãos a favor de um pequeno grupo de anti-cidadãos, então é necessário começar pacientemente a pensar em mudar de um ‘estado de coisas anti-social’ a um ‘estado de coisas a favor dos cidadãos’.
    Isto não é ‘chinês’ nem é esperanto’… É talvez um pouco de Lénine.
    Armando Cerqueira

  7. Rui F diz:

    Numa televisão imperialista perto de si…

    • Caxineiro diz:

      Exacto
      Logo que ajude a aumentar as audiencias eles dão nem que seja um tipo a morrer de fome
      Considerações políticas sobre o assunto,.. deve ser culpa do “estado”

  8. Escafandro do ocidente diz:

    Qualquer dia mudam o nome do blogue, de cinco dias passa para o chá das cinco e convidam a fátima lopes!

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