A Segurança Social negou a reforma por invalidez a um homem que sofre de doença incurável. A Ana Menta conta-nos o resto da história.
A Segurança Social negou a reforma por invalidez a um homem que sofre de doença incurável. A Ana Menta conta-nos o resto da história.
Comments are closed.




Esta barbárie merece post. Esta outra, não. São critérios.
http://www.publico.pt/Mundo/feng-jianmei-nao-podia-pagar-multa-por-segundo-filho-e-obrigaramna-a-abortar–1550342
Exactamente. O drama do controlo da natalidade não me parece comparável ao desprezo que se tem pelos que estão, efectivamente, no mundo dos vivos.
De qualquer forma há sempre os relativistas de serviço, querendo diminuir os posts dos outros e escolher-lhes os ângulos.
Se estão tão interessados em minorar o caso nacional sempre podiam criar um blog e dar lá conta daquilo que os apoquenta na China.
É que os jornais precisam de investidores e a banca só dá dinheiro aos que lhes prestam serviços – veja-se aquele lixo que era a Atlântico a conseguir sobreviver tanto tempo sem vender – mas a blogosfera ainda permite o pluralismo.
Antónimo:
você é mesmo ‘reaça’, ou é ilusão minha?!
É verdade, sim, Sô Armando.
Achar-me-á sempre em reacção aos relativistas que misturam alhos com bugalhos e aos incapazes de ver a trave no seu próprio olho.
A desonestidade intelectual encanita-me. Quem quer posts com outras opções editoriais (se é que assim se pode chamar aquilo) sempre tem os insurgentes, os delitos de opinião, os corta-fitas e os comunicados do Governo para se sentirem em casa. Tudo pelo conforto dos meus concidadãos.
Assaltar a casa de um cidadão. Prender uma mulher que não cometeu crime nenhum. Obrigá-la a fazer algo que atenta contra a sua liberdade e vontade e pôe em perigo a sua saúde física e psíquica. Mesmo deixando de lado a morte de um feto, nada do mencionado anteriormente é considerado pelo Renato Teixeira como desprezo pelos que estão, efetivamente, no mundo dos vivos. A não ser que considere que o povo chinês não passe de zombies e que efectivamente já não sejam deste mundo!
O feto não morre, porque não vive, independentemente da nacionalidade da mãe.
Eu pus de lado a questão do feto. Você põs de lado o evidente desprezo pelos que vivem. Estou esclarecido. É uma questão de relativismo, como diz o outro.
Vá dar lições de relativismo ao JDC.
Mais um a fazer o trabalho sujo.
Sabe-se para quê
Não vos percebo. O Renato conhece-me pessoalmente e decidiu divulgar uma situação minha que, não desfazendo da senhora chinesa, também é uma barbarie sim e que lhe chegou em 1ª mão.
Como escreveu sobre um caso horrível de uma amiga pessoal, que o chocou, agora tem de escrever sobre todas as bárbaries do mundo ou não é sincero?
Claro que é uma barbarie obrigarem uma chinesa a abortar, mesmo sendo longe e uma desconhecida. Mas há aqui pessoas que, só este ser um caso nacional, o acham menos importante? Não merecível de um post? Não percebo.
Ana, há uma turba que por aqui parasita as caixas de comentários que padece do síndrome da indignação selectiva. Os seus limites confinam-se aos países onde algum dia houve uma sociedade que não a capitalista e, mesmo entre esses, costumam limitar a geografia a Cuba, China e meia-dúzia de países islâmicos.
O pior de tudo,o pior de tudo Ana é que muito deste palavreado tem apenas um objectivo: ocultar a barbárie em que vivemos.
Vale tudo para certa gentinha
Em Coimbra, no meu tempo, havia uma casa de estudantes (só para raparigas) a que chamávamos “a morte lenta”; mal podia imaginar que algum dia se poderia vir a aplicar tal epíteto a este país: cada vez pagamos mais impostos para ter menos direitos e menos e piores serviços públicos, alguns deles indispensáveis à saúde dos portugueses.
Com a redução de salários e pensões, o corte nos subsídios, o crescimento constante do desemprego, o aumento insuportável dos preços de bens e serviços essenciais, a insistência em políticas que apontam para o desastre, para muitos, principalmente para os mais idosos, este país está a transformar-se no país da morte lenta.
Felizmente, há quem resista e não desista de lutar!
Sinais da barbárie.
É isso aí.
Sinais de barbárie mesmo, grandes ***
Somos governados por animais.
Está na hora de abrirmos o matadouro
Quando me dizem que é isto ou o caos, ao menos aí comiam todos.
Filhos da puta.
O ‘isto’ a que esses se referem, é o certo conforto de que ainda vão beneficiando à custa do caos que é a dor e a miséria em vidas alheias.
Sou contra a pena de morte mas,para crimes sociais destes calibres,deveriam ser julgados e,encostados à parede.Ou então a fórmula ‘dwmocrática’ q usaram na Líbia-e,não podiam queixar-se….
Renato Teixeira,
sei que não resolve nada, que não resolvo nada, nas o Miguel Catalão tem toda a minha solidariedade.
Ao ler este ‘post’ senti uma imensa indignação.
Todavia é mais que tempo de passar da indignação à razão, e desta à acção.
Se este estado de coisas não é mais que expropriação, saque dos cidadãos a favor de um pequeno grupo de anti-cidadãos, então é necessário começar pacientemente a pensar em mudar de um ‘estado de coisas anti-social’ a um ‘estado de coisas a favor dos cidadãos’.
Isto não é ‘chinês’ nem é esperanto’… É talvez um pouco de Lénine.
Armando Cerqueira
Numa televisão imperialista perto de si…
Exacto
Logo que ajude a aumentar as audiencias eles dão nem que seja um tipo a morrer de fome
Considerações políticas sobre o assunto,.. deve ser culpa do “estado”
Qualquer dia mudam o nome do blogue, de cinco dias passa para o chá das cinco e convidam a fátima lopes!
Ou o Goucha.