Contra o despedimento colectivo nos Infantários da Segurança Social


Está criada uma Página no Facebook para lutar contra o despedimento colectivo de mais de mil educadores e auxiliares especializados em 25 infantários da Segurança Social em todo o país através de um processo de privatização que deveria estar concluído até 1 de Setembro, dia de arranque do próximo ano lectivo.
São eles o Centro Infantil de Aveiro, o Centro Infantil de Santa Maria da Feira, o Infantário de Alcains, o Infantário de Castelo Branco I, o Infantário de Castelo Branco II, o Infantário de Cebolais de Cima, o Infantário da Covilhã III, o Infantário de Teixoso, o Infantário de Tortozendo, o Centro Infantil de Pevidém, o Infantário de Manteigas, o Infantário de Santa Eulália, o Infantário de Santo António, o Internato de Santo António, o CBES de Baixa da Banheira, o Centro Infantil de Alcácer do Sal, o Centro Infantil de Costa da Caparica, o Centro Infantil do Lavradio, o Centro Infantil de Setúbal I, o Centro Infantil de Sines, o CBES do Laranjeiro, o Centro Infantil Abrigo dos Pequeninos, o Centro Infantil de Crestuma, o Centro Infantil de Santo Tirso e o Centro Infantil de Valbom.
Porque todos somos poucos na luta contra um atentado social que atinge mais de mil famílias e que põe em causa o futuro das nossas crianças, urge divulgar esta causa.

Nota: Estamos no dia 12 de Junho e o concurso público de comodato e gestão dos infantários acima listados continua sem ser publicado em «Diário da República». Faltam 82 dias para o início do próximo ano lectivo.

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3 respostas a Contra o despedimento colectivo nos Infantários da Segurança Social

  1. António diz:

    E que tal se os funcionários fizessem um MBO?

    • De diz:

      MBO?
      Essa conversa da treta com que alguns tentam passar o aprendizado em gestão da treta?
      Enfim …mediocridades a saberem ao mesmo.Sob o manto diáfano,não da fantasia, mas das escolas aparelhadas aos da de Chicago

  2. Rocha diz:

    Será este o Impulso Jovem de que o governo tanto fala?

    Isto é só mais uma de muitas razões para uma nova Greve Geral. É preciso não dar tréguas.

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