O Direito ao Emprego exige Reformas Estruturais (mas não as da troika)*

Existem duas maneiras distintas de compreender o desemprego; cada visão reflecte um paradigma económico e social diferente e subsequentemente, cada uma cultiva uma atitude diferente para com os desempregados. Temos duas visões mutuamente exclusivas; de um lado uma visão que interpreta o desemprego como sendo residual, e do outro, uma visão que interpreta o desemprego como sendo estrutural. O paradigma do emprego residual descreve o desemprego como estando nas margens do sistema económico, resultado de flutuações temporárias da oferta de trabalho e da prosperidade económica, entre outros factores.  Pelo contrário, o paradigma do desemprego estrutural identifica o desemprego como estando constantemente em relação directa com o mundo do emprego, assim como fazendo parte integral do próprio sistema económico e político predominante.

Leia o texto na integra no site do Movimento Sem Emprego.

*Duarte Guerreiro (também ilustração) e João Jordão

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