que fixe…. vieram cá mamar uns milhares e falar contra a crise… só a malta do 5dias para não (querer) perceber esta hipocrisia. por um mundo melhor, não é? acho que o do James, Xutos e Boss deve ser bem bom.
Não diga asneiras.
A postura de quem diz não a este estado de coisas e o sabe dizer em público perante uma audiência de dezenas de milhares de pessoas é uma atitude que se deve louvar.
E que contrasta pela positiva com tantos “remediados situacionistas” que por aí se vêem.
Deve ser por isso que lhe sobrou o seu comentário.
Ficou com urticária
O problema é que todos têm de o fazer, e não fazem. A maioria destas bandas portuguesas ficam caladas e é preciso virem os James para virem por o dedo na ferida e falaram em Português sobre a situação. Foi lindo.
a anedota do coelho:
Certa vez, o leão, que tentava manter a ordem na selva, apanhou o coelho, agachado, a fazer as necessidades junto a uma árvore , em local público.
- Ah, meu sacana, então tu não sabes que há lugar próprio para isso?
- Desculpa, desculpa, mas tenho de me esconder do elefante, ele perguntou-me se largava pêlo e, como eu disse que não, agora limpa sempre o cu comigo.
Com um comentário tão inteligente como o seu sr Thestudio voce deve ser do psd e ter algum tachinho. só é pena n estar espetado nakele sitio que tanto deve gostar. Mansos otários
É o movimento de massas. Diz-se umas banalidades perante umas dezenas de milhares de “indignados” mas que lá vão pagando 60 euros por um bilhete, mais umas coroas para a cerveja, e o sucesso é garantido. Sugiro uma série de slogans, profundos de conteúdo, e que qualquer artista pode dizer, na certeza de ser aplaudido:
- Paz si, guerra não!
- Fuck Them All!
- Yes We Can!
- Pela liberdade!
- Não à miséria!
Depois é só voltarem para o jacto privado e rumarem a outras paragens!
Hahaha, estavam uns crominhos ao meu lado que cantaram e dançaram as músicas todas até aquele momento e que, depois, nem sabiam onde pôr as mãos!!!
Foi lindo…
Dos James já ouvi o que disseram, mas afinal que fizeram os Xutos?
Regressaram aos tempos dos Esquadrões da Morte e de menos óbvias intervenções punk, fazendo esquecer os lapsus linguae do Zé Pedro em relação ao tema do Senhor Engenheiro Sem Eira Nem Beira ou o estranho caso da estranha letra do Restos Pós Pobrezinhos*, escrita, alegadamente, por um Tim em momentânea paragem cerebral?
(*acho que não se deve estragar comida – e já o achava, adolescente, quando Herman Vacondeus a estragava no Tal Canal armado em cozinheira – mas aquela letra, senhores, aquela letra, aquela letra e aquele patrono),
COLA O TEU CARTAZ, ACTIVISTA! 1. Imprime o cartaz. 2. Cola-o no local de trabalho, na escola, na mercearia, no café, na rua, onde te apetecer. 3. Fotografa-te, com os vizinhos, os amigos, o teu cão, junto do teu cartaz. 4. Envia-nos a foto para a página do Manifesto em Defesa da Cultura no Facebook e será publicada.
que fixe…. vieram cá mamar uns milhares e falar contra a crise… só a malta do 5dias para não (querer) perceber esta hipocrisia. por um mundo melhor, não é? acho que o do James, Xutos e Boss deve ser bem bom.
Sa Sa Sa Sa Sa Sa…………………….
Viva o Sa que eu não sei quem é Sa Sa.
Ganda Sa.
Não diga asneiras.
A postura de quem diz não a este estado de coisas e o sabe dizer em público perante uma audiência de dezenas de milhares de pessoas é uma atitude que se deve louvar.
E que contrasta pela positiva com tantos “remediados situacionistas” que por aí se vêem.
Deve ser por isso que lhe sobrou o seu comentário.
Ficou com urticária
Pingback: “SONG FOR CHE”: Será que o coelho vai escapar? Ou o fim está para breve? | cinco dias
O problema é que todos têm de o fazer, e não fazem. A maioria destas bandas portuguesas ficam caladas e é preciso virem os James para virem por o dedo na ferida e falaram em Português sobre a situação. Foi lindo.
a anedota do coelho:
Certa vez, o leão, que tentava manter a ordem na selva, apanhou o coelho, agachado, a fazer as necessidades junto a uma árvore , em local público.
- Ah, meu sacana, então tu não sabes que há lugar próprio para isso?
- Desculpa, desculpa, mas tenho de me esconder do elefante, ele perguntou-me se largava pêlo e, como eu disse que não, agora limpa sempre o cu comigo.
Afinal isto hoje foi um concerto ou um comício? Podiam ter contratado o Louçã e o Jerónimo para actuar também.
Com um comentário tão inteligente como o seu sr Thestudio voce deve ser do psd e ter algum tachinho. só é pena n estar espetado nakele sitio que tanto deve gostar. Mansos otários
É o movimento de massas. Diz-se umas banalidades perante umas dezenas de milhares de “indignados” mas que lá vão pagando 60 euros por um bilhete, mais umas coroas para a cerveja, e o sucesso é garantido. Sugiro uma série de slogans, profundos de conteúdo, e que qualquer artista pode dizer, na certeza de ser aplaudido:
- Paz si, guerra não!
- Fuck Them All!
- Yes We Can!
- Pela liberdade!
- Não à miséria!
Depois é só voltarem para o jacto privado e rumarem a outras paragens!
Hahaha, estavam uns crominhos ao meu lado que cantaram e dançaram as músicas todas até aquele momento e que, depois, nem sabiam onde pôr as mãos!!!
Foi lindo…
Dos James já ouvi o que disseram, mas afinal que fizeram os Xutos?
Regressaram aos tempos dos Esquadrões da Morte e de menos óbvias intervenções punk, fazendo esquecer os lapsus linguae do Zé Pedro em relação ao tema do Senhor Engenheiro Sem Eira Nem Beira ou o estranho caso da estranha letra do Restos Pós Pobrezinhos*, escrita, alegadamente, por um Tim em momentânea paragem cerebral?
(*acho que não se deve estragar comida – e já o achava, adolescente, quando Herman Vacondeus a estragava no Tal Canal armado em cozinheira – mas aquela letra, senhores, aquela letra, aquela letra e aquele patrono),