«Assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, nos termos da Constituição e da lei.»

O que aqui podemos ver contraria o que se lê no título e que faz parte do texto de apresentação da página da Polícia de Segurança Pública. O que vem acontecendo, na Margem Sul do Tejo também. Desde o último fim-de-semana que o dever de servir e proteger foi substituído pela prepotência e violência de carácter racista e persecutório.

Nos próximos dias daremos conta do que começa a fazer parte do lado mais negro dos tempos difíceis que vivemos.

A certeza de que um Estado não merece respeito se os cidadãos não puderem confiar nas suas forças de segurança dá-nos a legitimidade de não ficarmos calados perante actos de pessoas que não sabem lidar com o poder que lhes foi colocado nas mãos!

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