O medo da cultura

Carlos Guimarães Pinto indigna-se com o facto de haver uns arrogantes de esquerda que defendem que o OE invista menos de 1/4 do valor gasto no BPN em cultura. É curioso, como os mais ferozes adeptos do capitalismo logo se inflamam e vestem a camisola de um  Banco Alimentar ou Misericórdia, sempre que se fala em cultura ainda que esta representasse, em 2006, quase 3% do PIB e 130.000 postos de trabalho.
No capitalismo, o povo quer-se burro, intransigente e inculto. À imagem e semelhança de Merkel.

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