O medo da cultura

Carlos Guimarães Pinto indigna-se com o facto de haver uns arrogantes de esquerda que defendem que o OE invista menos de 1/4 do valor gasto no BPN em cultura. É curioso, como os mais ferozes adeptos do capitalismo logo se inflamam e vestem a camisola de um  Banco Alimentar ou Misericórdia, sempre que se fala em cultura ainda que esta representasse, em 2006, quase 3% do PIB e 130.000 postos de trabalho.
No capitalismo, o povo quer-se burro, intransigente e inculto. À imagem e semelhança de Merkel.

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52 Responses to O medo da cultura

  1. Financiar espectáculos e obras de arte que são vistas por umas dezenas de pessoas não é educar o povo. Pode-se ser a favor da cultura (o que quer que isso signifique) mas contra a sua subjugação ao estado. Escolha outro argumento.

    • Tiago Mota Saraiva diz:

      CGP, julgo que não percebeu o meu argumento. Lamento desapontá-lo, mas estamos de acordo que o Estado não tem nada que financiar os grande espectáculo, tipo Rock in Rio e/ou os eventos para socialite inaugurar. A cultura é outra coisa, e não é subjugável ao Estado.
      O problema é que 1€ que o Estado invista na cultura dá um rendimento muito superior a 1€ colocado na banca comercial, por exemplo. Aí é que está uma das premissas base do capitalismo, para quem o Estado quer-se pequeno para os pequenos (ainda que criem emprego e rendimento) e grande para os grandes (ainda que só provoquem prejuízos).

      • Também não é esse o argumento. Eu devo-me incluir no seu grupo de defensores do capitalismo e sou contra qualquer bail-out à banca. Aquilo que você chama capitalismo é esta mistura de socialismo e corporativismo que temos actualmente. A minha definição é um sistema baseado no mercado em que as empresas que não conseguem receitas para cobrir os seus custos vão à falência e são substituidas por empresas mais eficientes, mesmo que essas empresas falidas sejam bancos.

        • De diz:

          Pode na qualidade de aventesma ( expressão sua) proferir o que quiser.
          Mas barbaridades ao gosto de um neoliberal como as que afirma, saídos como um reflexo das reflexões de um Friedman, não podem passar impunes:
          “Aquilo que você chama capitalismo é esta mistura de socialismo e corporativismo que temos actualmente”

          Mistura de socialismo com corporativismo?
          Este deve ser candidato a um lugar entre os pulhas de Passos.Talvez mesmo secretário do Gaspar.

          Socialismo só na fundura da testa dos extremistas de direita para qualificar os adoradores de mercado que nem sociais-democratas souberam ser.
          É que as classificações não dependem da objectiva prosa das vozes do dono quer sejam economistas quer sejam clientes estimados do boss.
          Sorry Pinto

    • De diz:

      ” o que quer que isto signifique ”
      Ou a forma boçal como um personagem arrogante e tosco tenta menorizar a cultura.
      Há quem prefira o colt.Este,travestido de prefere a boçalidade.
      Será “economista”?

    • Carlos Vidal diz:

      Burro que nem um aporta este Guimarães Pinto: não percebe que uma obra pode ser vista por dezenas de pessoas durante décadas e séculos e que uma outra obra pode ser vista por milhrares de pessoas durante um ano ou um mês (no máximo dos máximos). Ou que um filme do Pedro Costa em Portugal é visto por muito menos gente que uma merda do Joaquim Leitão, mas que o Pedro Costa tem uma ampla distribuição internacional, e correlativa visibilidade, perdurando por décadas e em colecções de referência (CRITERION) e o outro best seller nada feito (acaba em Badajoz). É contra estas aventesmas que devemos ser intransigentes e se possível com eles não nos cruzarmos nunca sem um nojo crescente. Ou melhor, com eles nunca conversar sobre estes temas. (E é obviamente certo que não frequentamos os mesmos lugares!)

      • E o Carlos Vidal, pessoa comprovadamente inteligente e muito culta, sabe distinguir entre as milhares de obras de arte produzidas quais as que serão vistas por dezenas de pessoas durante séculos e quais as que serão vistas por dezenas de pessoas durante 2 horas? Ou, na sua culta opinião, devem ser todas subsidiadas?

        Já agora, em nome da democracia, posso, na qualidade de aventesma, excluir-me de pagar as obras de arte que claramente não tenho inteligência para apreciar?

        • De diz:

          Já comprovadamente visto que não se trata de “inteligência para apreciar”
          Trata-se de outra coisa.

        • Carlos Vidal diz:

          Burro imundo ignorante – isso aprende-se estudando, estudando; apesar do juízo estético ser intuitivo, o belo toca-nos universalmente mesmo que só a duas pessoas. A obra está para além do agradável, do que apraz ao “número”. É preciso estudar e intuir ao mesmo tempo, besta fascista. Na qualidade de aventesma de extrema-direita deve antes abster-se de frequentar certos lugares, abster-se de olhar, sentir, sons, poemas. Ao invés, uma besta compra sons e poemas, não é tocada por eles.

          • “o belo toca-nos universalmente mesmo que só a duas pessoas. A obra está para além do agradável, do que apraz ao “número”.”

            De acordo. Mas continua sem explicar porque deve um operário de Moimenta da Beira pagar por uma obra de arte exposta em Lisboa que só lhe agrada a si e a outra pessoa.

          • M.D. diz:

            Ai está a esquerda em todo o seu explendor argumentativo…! Um regalo para os olhos!

          • Carlos Vidal diz:

            Aí está o fascismo social da direita energúmena: de um lado, o artista de Lisboa; do outro, o homenzito de Moimenta. E não pensa o energúmeno do CDS/PP que o habitante de Moimenta paga a saúde do habitante de faro e vice-versa, e o artista tem por “missão” falar da condição humana. Quer dizer, enganei-me (de propósito simplifiquei a coisa para o energúmeno do CDS/PP). O artista não fala da condição humana, o artista fala de formas de falar da condição humana. Quando o energúmeno fascista perceber isto, poderíamos aqui voltar. De resto, consideremos que este Guimarães nem sequer existe.

          • De diz:

            O trabalhador de Moimenta da Beira…este palavreado enjoa, tantas vezes já o ouvimos da parte dos “pintos” de ocasião.
            Mas porque será que tal operário tem que pagar as forças policiais que com arremedos trauliteiros protegem os interesses dos Relvas deste país?Ou dos passos de paços quando este vai à feira do livro? E também parece que estes dois só se agradam mutuamente um ao outro ( e vá lá, à corte que gira à volta deles).

      • Baresi88 diz:

        O que é que tem o Joaquim Leitão?

  2. Pai dos Povos diz:

    Como teste de geografia para os comunas de serviço proponho localizarem no mapa:
    1. O gulag de Norilsk
    2. O gulag de Vorkuta
    3. O gulag de Magadan

    • De diz:

      PP,sorry mas já lhe disse.
      Ao vazio da argumentação, resta-lhe uma saída.Latidos para que não se fale em.

      Táctica velha dos roinceiros neoliberais com tiques pesporrentos

    • M.D. diz:

      Gulag?!?!?!? Não sabe que segundo a senhora deputada Rita Rato, isso não existiu!

      • De diz:

        Oh senhora dona.
        Mas porque este ranger de dentes quando os temas não lhe agradam?
        E repete a fuga de PP qual pusilânime criatura em busca do “serviço” a executar?
        🙂

  3. Já agora, pode-me apontar a fonte desses 3% e dos 120 mil postos de trabalho? (não estou a colocar em questão os números, apenas gostaria de saber o que incluem)

    • Tiago Mota Saraiva diz:

      Posso sim. De memória:
      MATEUS, Augusto “O Sector Cultural e Criativo em Portugal” (2010)

      • Obrigado pela referência. Nesse estudo são incluidas sob a designação de actividades culturais a indústria da televisão, música, edição, bens de equipamento, etc Todos estes sectores sobrevivem sem subsídios. Tal como o autor do estudo refere na página 78, as “actividades culturais nucleares”, normalmente os beneficiários de grande parte dos subsídios públicos representam apenas 7,5% do total do produto cultural (0,2% do PIB) e 10,5% do total do emprego cultural (14000 empregos).

        P.S.: foi-me dito que o vídeo do post é um hoax.

        • Tiago Mota Saraiva diz:

          E verá, as conclusões do documento são bem mais neoliberais do que as que eu defendo.

        • De diz:

          Hoax?
          Vossemecê olhou-se ao espelho foi?E alguém olhou nesse preciso instante e comentou tal?Confundindo o vídeo com a sua pessoa ?
          🙂

          E a citação é para mostrar que…
          as “actividades culturais nucleares” deviam tornar-se em produções culturais não nucleares? Em produções nucleares não culturais?Em produções aculturais anucleares?
          Hum…a conversa da treta confirma-o.Um hoax
          🙂

        • Tiago Mota Saraiva diz:

          Carlos, ontem respondi apressadamente. A frase apenas salientava que, nas questões de fundo, até nem estou nada de acordo com o documento em si – cujas conclusões, como escrevi há época, são passadistas e irrepreensivelmente neoliberais. O que me interessa neste documento são alguns números… pois são os poucos que temos.
          Repare que, Mateus em 2006, identifica o sector como em plena expansão:

          “Com efeito, num plano de dinâmica positiva, destacam-se os subsectores do Cinema e Vídeo e do Turismo Cultural que conheceram evoluções mais positivas (taxas de crescimento médias anuais de 6,3% e 4,1%, respectivamente), enquanto, em oposição, com desempenhos menos positivos se destacam os subsectores da Música (taxa de crescimento média anual negativa de 2,0%), seguida da Rádio e Televisão e a Edição (com taxas de crescimento de apenas 0,9% e 1,8%, respectivamente).”

          Curiosamente, o que mais crescia é o que teve o maior corte.

  4. Pingback: Assim se divide o mundo « O Insurgente

  5. eu diz:

    A censura já pôs tudo a verde.Espantoso e, ainda dizem que há liberdade de expressão.Há,mas é para dizer aquilo q eles(as elites plutocratas) querem.E,ainda teem o desplante de dar lições aos cubanos.

  6. Bruno A. diz:

    Ok. Mas esses 130.000 postos de trabalho dependem dos “apoios” do governo? Ou dependem da qualidade dos agentes culturais? Que eu saiba sempre que alguém é contemplado com um apoio, o vizinho do lado em vez de se preocupar em melhorar a sua produtividade e garantir receitas, vai berrar para conseguir, também, um subsídio. Deste modo parece-me inviável dizer que os dilemas da cultura devem-se ao facto dos governos não atirarem dinheiro para estes. Dou um exemplo, seria mais interessante apostar numa política fiscal mais favorável para a cultura e dinamizar infrastruturas para esta (teatros, por exemplo), que subsidiar directamente estes agentes com cheques.

  7. Gentleman diz:

    Já que o assunto é cultura, e como o Verão e as férias estão à porta, sugiro uma visita a um museu.
    Fica na bela cidade de Praga e chama-se Museu do Comunismo. O tema deste museu é “Comunismo – o Sonho, a Realidade, e o Pesadelo”.

    O conhecimento detalhado destas experiências históricas é muito importante. Porque, como alguém muito certeiramente uma vez disse: «Aqueles que se esquecerem do passado estão condenados a repeti-lo»

    The museum focuses on the totalitarian regime from the February coup in 1948 to its rapid collapse in November 1989. The theme of the Museum is “Communism- the Dream, the Reality, and the Nightmare” and visitors will be treated to a fully immersive experience. Immersive factories, a historical schoolroom, an Interrogation Room, or the video clips in our Television Time Machine are all part of the experience. The museum is a great introduction before you step back even further in time and experience the wonders of The Golden City.

    This is the first museum in Prague (since the Velvet Revolution) exclusively devoted to a system established in the sphere of the former Soviet Union. The original items and meticulous installations containing authentic artefacts are displayed in the three main rooms (please see the virtual tour)

    The Museum presents a vivid account of Communism, focusing generally on Czechoslovakia and particularly on Prague in a variety of areas, such as:

    -daily life
    -politics
    -history
    -sport
    -economics
    -education
    -the “arts” (such as the so-called Socialist Realism movement)
    -media propaganda
    -the Peoples’ Militias
    -the army
    -the police (including the dreaded secret STB apparatus)
    -censorship
    -judiciary and coercive institutions (including the Stalinist show-trials and political labour camps)

    Highlights from the displays include rare items from the Museum’s own comprehensive archive as well as material obtained by the organisers from major collections, both public and private.

    The Museum of Communism was created for the display and interpretation of objects and historic documents. It stands as an authoritative historical narrative relating to this 20th-century phenomenon. It is, however, in no way intended by the organisers to be a filter for contemporary political issues in the Czech Republic.

    • M.D. diz:

      Gentleman, não perca tempo. Os comunistas não deixam que uma coisa tão irrelevante como a realidade e o passado se intrometa entre eles, e o que eles querem para o mundo…

      • De diz:

        Sorry mas MD parece agora uma coisa parecida com uma sombra (estou a ser simpático).
        Segue o pobre gentleman como já seguiu PP , como segue o boss.
        Repetindo a ladainha da missa errada.

        Dá para ver o desespero para que, não que se fale no que MD quer falar..mas sobretudo para que não se fale do que se está a falar.
        🙂
        Tão transparente como os esgares de

        • M.D. diz:

          Estive para não comentar, mas está-me a dar um gozo dos diabos imaginá-lo enfiado na sua carapaça quando lhe fazem este tipo de perguntas directas! Ahhhh, os comunistas têm realmente um estomago GIGANTE. Mais ninguém no mundo tem a vossa capacidade de ignorar o passado, e o presente feito com base nas vossas ideias, e continuar a propagandear ma ideologia que ninguém quer, sem ser os que não têm direito a opinião, e voçês mesmos! ´Mostra lá no mapa por favor pelo menos um dos 3 gulags referidos! Ou é como a Sr.ª deputada Rita Rato, e também não assitiu a essa parte da história…? Ahhhh

          • De diz:

            Gozo dos diabos?
            Mas por quem é. Há quem se entretenha assim.
            🙂

            Mas voltando à vaca fria.
            Se vossemecê não percebeu ainda,peça aí ao seu patrão para lhe explicar.
            O tema é o que é.Não são as aparas que MD tenta atirar para distrair o pagode.
            Sorry MD,mas a cobardia tem limites.A cobardia de fugir ao que se discute não passa.
            Portanto deixe de choramingar e de se repetir com aquele tom característico de quem anda à cata de slogans
            Manobras de fuga ? Pode tentar mais uma vez.Não me dá o seu gozo(!) mas permite-me apontar o dedo ao funcionamento de uma neoliberal em trânsito.De protecção dos pulhas
            Valeu?

      • Caxineiro diz:

        ” Gentleman não perca tempo” eheheheh

        • M.D. diz:

          DE, 111 palavras gastas e voltou a não responder. Sabe ou não sabe onde fica cada um desses gulags? Basta um não ou um sim. No caso do sim, faça um Print Screan.

          • De diz:

            MD.Sorry.
            Não quero mimoseá-la com um termo feio.Ou vários.
            Quando o tema for esse,o da geografia mais ou menos pífia,nessa altura falamos.
            Quando o tema for este,postado aqui pelo Tiago, não falamos.
            Percebeu agora?Mas há mais
            Que desespero lhe deve sobrar para não arranjar depretextos que apaguem esse medo que lhe sobe à garganta quando houve falar em cultura,hein?
            🙂

  8. Zeitgeist diz:

    Lucro! Lucro! Onde está o LUCRO?! Se não dá lucro é para acabar!

    É isto o resumo da visão do mundo de algumas pessoas.

  9. Zeitgeist diz:

    Entre os liberais que resumem tudo a balancetes contabilísticos, ‘comunas’ que imaginam sociedades de conto de fadas, e todo o bloco central do status quo parasitário e incompetente, não vejo saída decente para este mundo.

  10. Zeitgeist diz:

    Mas há uns piores que outros, não quero cá a Coreia do Norte não. Bastou passar os olhos pela página do 5dias para ver o seu amor a institutos, comités, organizações, cooperativas, regulamentações, subsídios, comissões, formulários, associações, quotas,… ah que maravilha!

  11. De diz:

    Gentleman salta quando houve falar em cultura.
    O pobre rapazote parece que tem um pretexto para falar em…?
    Nada disso.O pobre coitado limita-se a fazer copy paste dum texto mal amanhado dum museu mal amanhado situado em Praga.
    Mal amanhado tempo
    Mas não deixa de ser curioso o porfiado esforço por parte da direita roufenha para que não se discuta o que se passa no país.
    Vão até Praga e vão buscar até um panfleto distribuído pela sucursal local de.

    Sorry gentleman, mas perante estas tentativas eivadas de algum desespero e algum espírito de missão ao serviço de quem quer que seja, tenho algo para lhe dizer.:
    -Vá ver se chove em Praga. E tente mais uma vez a ver se não se mostra tão patético.
    Valeu?
    🙂

    • M.D. diz:

      Lindo como de repente um Museu deixa de tar interesse cultural, e passa a ser lixo, de acordo com tema. Parece que a cultura afinal não é para todos…

      • De diz:

        Sorry MD mas a tentativa torna-se patética.
        Já lhe respondi ao seu alter-ego.Daí que peço-lhe que volte atrás, leia o escrito e vá babar-se para outro sítio.

        Mas não deixa de ser curioso o porfiado esforço por parte da direita roufenha e neo-liberal caceteira para que não se discuta o que se passa no país.

        Aprenda a discutir os assuntos quando estes vêm a lume.
        Deixe essa hipócrita atitude de propagandista serôdia.A propaganda neoliberal oculta geralmente a besta que só aparece quando as coisas lhe correm mal,como aconteceu no Chile.A desonestidade argumentativa de MD reforça esta ideia.Por detrás do palavreado oco e repetitivo…

      • De diz:

        E quando um dia decidirmos falar sobre o lixo,pode crer que lá estará o museu querido do querido gustavo.E do seu.E aí responderei ao que quiser
        Mas quando…e só quando.
        Engula lá a tampa

  12. De diz:

    É isso mesmo.
    O título da posta tem a imensa qualidade de ser verdadeiro e sintético:
    ” O medo da cultura”

    É vê-los.E aos seus porfiados esforços em atirar para o lado

  13. licas diz:

    Gentleman: isso não se faz AQUI!
    A Revolução de Praga JAMAIS existiu.
    Os Tanques soviéticos vieram apenas sossegar o povo de que a
    Solidariedade Comunista funcionava em pleno.
    Os transeuntes que foram esmagados foi apenas devido a serem imprevidentes
    (não atravessaram a rua pelas passadeiras . . .)

    • De diz:

      Sorry mas “licas” parece agora uma coisa parecida com uma sombra (estou a ser simpático).
      Segue o pobre gentleman como já seguiu PP , como segue MD
      Repetindo a ladainha da missa errada.

      Dá para ver o desespero para que, não que se fale no que “licas” quer falar..mas sobretudo para que não se fale do que se está a falar.

      Tão transparente como os esgares de

      • M.D. diz:

        Já estou baralhada, afinal quem segue quem…? Sou eu sigo o Lica, ou é o Licas que segue o Gentleman?!?!?! Ou será o PP que me segue a mim, e o DE que segue Lenine e o Mao…?

        • De diz:

          Eu sei que a cabecinha de uma neoliberal ao estilo retro de uma thatcher podre tem dificuldades na compreensão do escrito.
          🙂
          Sorry dona
          Se não compreende peça explicador.
          Valeu?

          • M.D. diz:

            Essa sua mania de escrever em “americano” com esse Sorry, ainda me baralha mais. Pode ser que ainda haja esperança.

          • De diz:

            A cultura é universal

            ““Todas as maravilhas da ciência e as conquistas da cultura pertencem à nação como um todo.”

            A todos nós

            A frase aí de cima é de Vladimir Ilyich Ulianov.
            🙂 🙂 🙂

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