É pá, eu cá acho que o Paços Coelho (o “crítico televisivo” do regime não gosta do “ç”, mas eu cá gosto!), que o Paços Coelho até que era um bom reforço para o Manifesto, ou lá como se chama essa merda, do DOLiveira-Tavares-Gomes

A coisa até que está bem encaminhada. (É pena é o deputado Tavares não devolver o mandato europeu que julga pertencer-lhe. De resto, coiso… vou coisando…)

Um pouco mais a sério: se já na próxima segunda-feira (na abertura dos mercados, por exemplo) ninguém mais vai falar ou lembrar-se do Manifesto do Tavares verde, para que é que aqui ainda se continua a falar dessa m… ??

(E ilustro isto com o quê?)

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22 Responses to É pá, eu cá acho que o Paços Coelho (o “crítico televisivo” do regime não gosta do “ç”, mas eu cá gosto!), que o Paços Coelho até que era um bom reforço para o Manifesto, ou lá como se chama essa merda, do DOLiveira-Tavares-Gomes

  1. Vítor Vieira diz:

    Une choux de Bruxelles, M’sieur?
    http://goo.gl/1If2T

    • Carlos Vidal diz:

      Muito boa a imagem.
      Verde por fora e, naturalmente, sem cor por dentro.
      (Quer dizer, o legume tem cor, o bruxelense ou quase pós-bruxelense é que não tem.)

      • Carlos Vidal diz:

        (E ainda há-de vir um esperto dizer que o homem trabalha em Estrasburgo e não em Bruxelas, como se a malta não soubesse – a “esquerda livre” trabalha em todo o lado onde haja “trabalho”.)

  2. almajecta diz:

    Eh! pá Carlos, você começa a estar rodeado de imensos Syricatas e amazónicas antropofágicas, jágora, se por cá anda a grande narrativa histórico-filosófica então faça-me aqui um amanifesto, e ou bolsa, agradecido e passar bem.

    • Carlos Vidal diz:

      É pá, eu agora não posso isso fazer.
      Estou a ouvir o Dieskau a trabalhar um compositor que eu gosto de não gostar: o Orff. (E depois, as nossas teses, ah as teses…..)

      • almajecta diz:

        Essa do Carl é velha e bué da pagã, tem dó da academia e da sapiência post modern, os bons amigos não concloiem, nem apresentam argumento que se espera ser objecto de refutação, cá pra mim confundem ciência com a iarte p’rálem de não se vislumbrar qualquer problematização.
        Assim a hipótese ou conjectura pode dividir-se em:
        A Introdução coisa para 5%,
        REVISÃO da literatura 25%,
        Metodologia de Investigação 10%,
        Recolha e análise de dados 25%,
        Conclusões 15%,
        Estrutura e Apresentação 10%,
        Apreciação Global 10%
        Portantos: Espectral, Traumático, Assíncrono e Incongruente qualquer doc ou pos doc, auguenta slave.

  3. almajecta diz:

    Quanto à image ilustrateira e decorativa, pode ser assim a modos de uma barrage pintada de verde com o amanifesto nas pás da turbina central. Iconografia verde, çempre.

    • Carlos Vidal diz:

      Já percebi. Referes-te, em concreto, a um artista português que, por sinal, é muitíssimo melhor que o sr. tavares em todos e mais um aspecto.

      • almajecta diz:

        Sabeis bem quão sou contra o imperialismo do referente, dinamização, divulgação e promoção de nomes sem haver sido pago à priori, torna-se difícil para a agência (consultadoria). Juízos de valor de tal jaez, também.
        Deixa os moços trabalhar.
        Mais manifesto menos manifesto para que tudo fique mais verde, com sabor a beluga syricata cá da terra.

  4. rfl diz:

    Boa,fodaçe!

    • Carlos Vidal diz:

      Fodaçe, também acho que estes Manifestos de dia e meio devem ir para o cara————lho.

      • almajecta diz:

        Para ele, existe uma relação directa entre
        o poder económico e os jornalistas de alguma
        notoriedade. Como, por outro lado, também
        existe uma relação entre o poder económico e
        a política, em ” Les Nouveaux Chiens de Garde” o bom amigo Halimi, termina por pretender denunciar a relação entre o poder económico, o poder político e o jornalismo, o que, segundo ele,
        é antiectico.
        Ora, há muito – os teóricos afirmam que pelo menos desde o início do século XIX – que esta situação existe. Ou seja, a
        partir do momento em que a informação se
        tornou uma mercadoria, estreitaram-se os laços entre o poder económico e o poder político.

  5. Teixo diz:

    Gostei do “é pena que o tavares não devolva o mandato”. Mas, mesmo sem espinha, vai-se metendo em “manifeistos”.

    • Carlos Vidal diz:

      Está por pouco, já lá – Estrasburgo – não porá mais os pés.
      Tem umas crónicas e tal, mais nada, e escreve umas bonecadas que ficam sempre bem nas fotos de família (coisa de “respeito”).
      Viva a esquerda livre!!
      Morte à esquerda agrilhoada!!

  6. Kirk diz:

    Declaração de intersses: nada me liga ao Manifesto a que você se refere.
    CVIdal, este texto, para além da tentativa de sarcasmo (é preciso saber escrever para que se perceba o sarcasmo) não traz uma unica ideia inteligente.
    Pelos vistos tudo o que seja movimento, manifesto, manifestação, etc., que nao se enquadre na matriz em que vc navega não serve. Não há problema. Se há coisa a que estamos habituados (a Esquerda) é ver precisamente que, para um tipo de pessoas na qual vc se parece enquadrar (diga-me se estou enganado) há na esquerda mais motivos de medo do que na direita.
    Só lhe falta dizer que os “Manifestantes” estão a fazer o jogo da reaccção e são agentes da cia e do imperialismo.
    K

    • Carlos Vidal diz:

      Bom, meu caro, já vi que aprecia a fama de 15 minutos (de fama).
      Eu prefiro o autor da frase (que era americano-eslavo, hipocondríaco, católico e genial).
      OK ?

  7. Justiniano diz:

    Caríssimo Vidal, a ilustração do coiso, e que bem ficava, expressivo e tudo, era assim uma coisa solheira, areia amarelinha, com bananeiras ou coqueiros e o mar azul translúcido de fundo. Juntava-lhe depois o melhor pacote de verão e era um encanto!!
    Pior que tudo isto e aquilo, meu caro Vidal, é o triste espectáculo a que se sujeitaram os Pessoas, do prémio!! Eu, que só sei de frescos, se me questionassem como veria o país daqui a 25 anos, o mais certo, caro Vidal, era falar de alcachofras, espargos e alfaces!! Às vezes mais vale!!
    Vai daqui também um bem haja pró caro alma!!

    • Carlos Vidal diz:

      Eu acho que o coiso ficava bem no Hawai, em Miami, com aquelas camisinhas estampadinhas de motivos florais impagáveis, um drink numa mão e a trela do cãozinho na outra, um bilhete de regresso com bónus (para que não adiasse o regresso à terra dele) – quanto aos “pessoas” não sei se faz parte do contrato a humilhação, se calhar….
      Gostei daquele arquitecto (o “alma”, com a sua razão à flor da pele costuma chamar “arquitonto”), apoiante de Cavaco Silva, que dizia Portugal estar a mergulhar numa ditadura do número.

      (Acho que o José Mattoso não esteve presente pois não? Fico mais descansado.)
      Forte abraço, caro amigo.

  8. Justiniano diz:

    Evidentemente, caríssimo Vidal!! A sabedoria do José Mattoso avisa-o das irrelevancias do mundo, das ausências e dos ruídos!! Por vezes nem a boa vontade é suficiente para mudar a realidade e há que saber, nessas alturas, não estar!!

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