Claro que os custos com a corrupção é uma matéria secundária que nos afasta da ideia que os gregos viveram acima das suas possibilidades.
Claro que os custos com a corrupção é uma matéria secundária que nos afasta da ideia que os gregos viveram acima das suas possibilidades.
Off Topic e com desculpas antecipadas
Tiago, ontem áo fim da tarde coloquei um comentario no seu post “É o capitalismo, estupido”.
Hoje de mahã, pelas 7 e meia ainda estava á espera de moderação. Verifico consternado que entretanto foi apagado e nao aparece. São 14 e 43.
Ignoro porque foi. É a terceira vez que acontece aqui no cinco dias.
Deve concordar que é no minimo estranho, não? De certez que nao se apagou espontanenamente.
K
ps: será que vai dar-me a “babuge” de aceitar este Off Topic?
Faz muito bem em chamar a atenção. O problema foi meu. O comentário já está aprovado.
Na Grécia corrupção significa o quê? Envolve quem?
Quem tem que responder pela corrupção na Grécia? Seguramente não os finlandeses! Nem eu!
Caro, vai dizer-nos que os pobres são os corruptos?
É que para esse peditório já demos. Os senhores tendem a esquecer, quando lhes dá jeito, que quem detinha o poder na Grecia era a burguesia, representada no governo pelo Nova Democracia e pelo PASOK, em ultima analises sao estes os responsaveis pela corrupção maior ou menor que existia na grecia. nao eram os pobres, nao era quem trabalhava nas fábricas, nos serviços, nos campos. Esses infelizmente perdem o poder de decidir o que quer que seja a partir do memomento em que elegem representantes para o parlamento. mas os trabalhadores elegem os representantes no pressuposto de que eles governarão bem o país, certo? Por isso, dizer como ás vezes se ouive que a culpa é de todos porque os que estão no poder só lá estão por
(continuação)
porque foram eleitos, não colhe, pelas razoes invocadas: são eleitos para que governem bem.
K
Suspeito que a nossa esquerda se prepara para mobilizar fundos europeus (logo nossos)para a suposta experiência esquerdista na Grécia! Vai ser interessante de ver o internacionalismo ideológico a sobrepor-se às bandeiras do costume…
Suposta “experiência esquerdista” diz este.
…
até aqui o que se passou na Grécia foi a cruel e triste realidade da governação da direita dos interesses, associada à corrupção a que esta costuma estar associada.
Com a força cúmplice e inteira do neoliberalismo a afiar o dente via Goldman-Sachs e restante cambada.
Este chora porquê?
Ou melhor este tenta fingir que chora porquê?
Para impedir que vejamos o capitalismo funcionar?
Estou convencido que a corrupção e a economia paralela na Grécia são agora banalidade.
Mas mesmo sem crise, em matéria de corrupção so Gregos não têm muito com que se orgulhar. Nem nós.
De says:
17 de Maio de 2012 at 18:06
Suposta “experiência esquerdista” diz este.
…
até aqui o que se passou na Grécia foi a cruel e triste realidade da governação da direita dos interesses, associada à corrupção a que esta costuma estar associada.
Com a força cúmplice e inteira do neoliberalismo a afiar o dente via Goldman-Sachs e restante cambada. Este chora porquê? Ou melhor este tenta fingir que chora porquê?
Para impedir que vejamos o capitalismo funcionar?
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Quanto ao Socialismo *sem cedências* a História constata que
(URSS, Cuba, Vietname do Norte) que é incapaz de pão e também de liberdade
para os seus concidadãos .
“licas”:
percebe-se que tenha dificuldades.
Trata-se da Grécia.Do capitalismo a funcionar.
Bora lá ver se podemos falar noutra coisa.
Este “licas” já está a perder a compostura. Até escreveu “Vietname” em vez de “Coreia”. TILT!
Ahahah!
É oficial:
Na Grécia 600 mil milhões (!!!) de euros (quase o dobro da dívida publica da Grécia) estão depositados por capitalistas gregos só em bancos da Suíça!
Já agora este valor é quase 4 vezes o PIB de Portugal…
Mas que merda é esta?
Já nem ocultam o que os move e o que ao que vêem
“O antigo presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, sugere a perda de soberania económica para os países que ponham em risco outras nações da zona euro devido à incapacidade de aplicar recomendações das autoridades europeias.
Quando esses países não conseguem ou não querem implementar as orientações da Comissão Europeia ou do Conselho Europeu “julgo que deve ser ativado excecionalmente um governo federal”, disse Trichet em Washington, citado pela agência de notícias financeira Bloomberg.
Escrever agora mais seria contraproducente para as virtudes da língua portuguesa