À beira da morte: dois mil palestinianos em greve de fome

Bilal Dhiyab (76 dias)
Tha’ir Halalaha (76 dias)
Hasan Al-Safadi (70 dias)
Amr Abu Shalal (68 dias)
Mohammad al-Taj (59 dias)
Ja’afar ‘Izz Al-Din (56 dias)
Mohammed Al-Sirsak (56 dias)
Abd Allah Al-Barghuti (32 dias)

Estes são os oito dos dois mil presos políticos palestinianos que levam mais tempo em greve de fome. Há 31 anos, dez presos irlandeses do IRA e do INLA levaram esta forma de luta até às últimas consequências. O caso mais conhecido é o de Bobby Sands que resistiu 66 dias sem se alimentar. Entre os palestinianos hospitalizados está também Ahmed Saadat, secretário-geral da Frente Popular para a Libertação da Palestina. Os grevistas de fome exigem o fim do isolamento penitenciário e da detenção administrativa, que permite a prisão de palestinianos sem que sejam apresentadas acusações ou provas. Exigem o direito às visitas familiares e à possibilidade de realizarem cursos superiores na prisão.

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