Cai a máscara à social-democracia

Ainda bem que tudo se vai clarificando para que não tenhamos que esgotar a nossa paciência lendo os discursos inflamados do Francisco Furtado contra o KKE e a verborreia social-democrata do Rui Tavares. Pois, parece que o PASOK negoceia com a Esquerda Democrática, a dissidência socialista apoiada pelo Rui Tavares, para a formação de um governo na Grécia. É uma notícia avançada pelo El País. Já o líder do Syriza pede uma reunião com Hollande. Muito provavelmente para transmitir-lhe as ilusões de uma outra União Europeia e de um outro rumo. Pela minha parte, não dou qualquer espaço para iludidos, ingénuos ou hipócritas que pretendem continuar a alimentar a ideia de que é possível transformar o que não se pode transformar. Em 1975, os portugueses decidiram apoiar os socialistas democráticos do Partido Socialista. Então, apoiavam a reforma agrária e as nacionalizações. Seguro que muita gente depositava esperanças nos que traíram uma e outra vez os anseios do povo português. E os sectários, claro está, os comunistas. Sempre os comunistas.

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