Não há dívida legítima

Charles-André Udry, 68 anos, foi um dos principais dirigentes da IV Internacional, economista, suiço, professor, veio a Portugal lembrar o óbvio: não há dívida legítima e ela deve ser repudiada, toda. Porquê? Porque a economia é política e hoje aquilo que se discute na Europa é a destruição do salário social em nome de uma dívida «dita pública» mas de facto privada.

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2 respostas a Não há dívida legítima

  1. Bolota diz:

    Raquel,

    Dito assim parece uma grande descoberta mas não é, o que Charles-André Udry defende é o obvio como bem refere.`
    É tanto mais obvio que os donos da divida darão tantas vezes as cartas até sugarem o resto do que é social se não os parar-mos a tempo.
    Se não repare o ridiculo…a Grecia saiu de umas eleições ontem, mas se calhar vai a eleições outra vez proximamente até os donos da divida conseguirem os seus objectivos.
    Mas há mais, quem elegeu o governo Italiano que nem se dá por ele???

  2. Diogo diz:

    O polvo financeiro internacional, já há mais de 200 anos que controla as finanças mundiais, criando booms económicos (injetando dinheiro no sistema) quando é altura de semear, e criando depressões (retirando dinheiro do sistema) quando é a altura da colheita. Nesta altura apoderam-se da riqueza de Estados, empresas e famílias.

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