Faltam cinco dias para a primavera global!

“Não faltes ao encontro, sê constante.”

Ao contrário do que se possa pensar depois das eleições francesas e, sobretudo, das eleições gregas, a revolução não chegará numa urna de votos cadastrados por um sistema eleitoral viciado pelos de cima. Assim sendo, o que pode abrir as portas do futuro, ou pelo menos, fechar os portões do passado, é a luta política na rua, tão generalizada quanto possível e radicalizada ao limite do que conseguirem os de baixo.

A tomada das praças, que nasceu em Tahrir para florescer um pouco por todo o mundo, foi o primeiro grande sinal em várias décadas de que só com processos de duplo poder se poderá vencer o poder que nos sequestrou vida.

Vamos tomá-la de volta!

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24 Respostas a Faltam cinco dias para a primavera global!

  1. licas diz:

    Os *arruaceiros* deitam mão a todas as calúnias
    para *arregimentar* adeptos. Não têm emenda: agora
    (para tentar *justificar* a sua impopularidade até inventam
    que as eleições são *aldrabadas* ____ os aldrabões)

  2. Caceteiro diz:

    O Renato é um flibusteiro, pacóvio, hutentote, plantelminte, conanas, barrabás, sacripanta, podão, labrego, lobotomizado, palula, ectoplasma, cavalgadura, tinhoso, bácoro, cona-de-sabão, cafageste, ignorante, amélia, seboso, escabroso, azeiteiro, flatulento, peida-galocha, ruca, velhaco, ignóbil, mastronço, deformado, canhestro, simplório, parolo, reco-chui, filó patuá, molenga, cuzão, moncoso, escroto, texugo, viscoso, biltre, moinante, cigano, drógado, frique, chupista, judeu, charroco, badalhoco, salafrário, cúpido, lambão, mongolóide, ardina, gonorreico, anão, benfiquista, abafa-cactos, cagalhão, desperdício, estropício, cara-de-caralho, pestilento, sem-vergonha, rastejante, anaconeta, pintelho encravado, chato, mirolho, rabo e um seboso filha-da-puta. Num dia bom, claro.

    triangulo_felpudo@nullgmail.com
    194.117.40.146

    • Renato Teixeira diz:

      Fico curioso pelo perfil feito num dia mau. Não o deixe na gaveta que a boa literatura deve dar à estampa.

      • De diz:

        Caro Renato:
        Adivinha-se a ratazana felpuda de dicionário numa das mãos à cata de vocabulário apropriado para o efeito.
        Na outra segura um espelho com que se auto-contempla à procura de inspiração para a diarreia vocal (e verbal) que o atulha.
        Um caceteiro claro está.A tentar desesperadamente não ser engolido por todos os predicados que tenta esconjurar para os outros.

        • Caceteiro diz:

          Caro De:

          Um dicionário, não diria, mas uma gramática permite evitarem-se as bardajonadas que o De escreve, como “se auto-contempla”. O “se” já é reflexivo e dispensa o “auto”, seu excremento cibernético. Leia mais coisas além da Nova Gente no iPhode, imprestável alimária!
          É um facto que vim aqui exercer a mais primária, vil e nanica verrina. É igualmente exacto que o supraexposto desfilar de insultos reflecte pestilenta grosseria. Não nego a boçalidade dos motes com que brindei o Renato. Em minha defesa, duas coisas: i) alguém tem de o fazer, ii) fiz o melhor que pude…

          Agora, acusarem-me – esse De, um esfíncter dotado de conhecimentos de informática na óptica do utilizador, teclador com movimentos peristálticos das pregas anais – acusarem-me, dizia apoplético, de verrinar com o da Academia das Ciências na mão, ou o Houassis aberto ao lado, NUNCA! Foi só e apenas sentimento, extraído ao fundo do intestino grosso…

          • Renato Teixeira diz:

            Percebeu-se que era escatológico.

          • De diz:

            Sorry oh explosão escatológica.Os vermezitos como o caceteiro precisam de um reforço positivo para os exercícios onanísticos.
            A auto-contemplação em tal espécie de vermes precisa mesmo de partículas reflexivas para o impulso excrementário. É a sina de tais excrementos ou de quem os segue.
            Com uma característica curiosa.Este tipo está refém do seu intestino,brinca com ele,explode com ele e limita-se a ele.O vácuo intestinal não é com ele.Só a sua capacidade de dar urros qual pequeno nazi em fase de contraccão mandibular, permite ultrapassar o conteúdo fecal adorado por este caceteiro
            Ficou particularmente irritado o pequeno licenciado em cacetes ( do género Passos) com a descrição do manga de alpaca de dicionário na mão.Um retrato lindo do licenciado…
            Sorry oh caceteiro .Isso e um espelho.

            Eu sei que pode pouco.O melhor que sabe é isto.Está de acordo com o melhor que sabe do seu boss
            Ambos não podem mais do que isso.E a impotência raia o ridículo nestes jogos caceteiros de um marialva em trânsito

            Caceteiro.Pegue lá no dicionário.
            Valeu?
            E deixe-se de grandiloquências do género “mais primária, vil e nanica verrina”.Nem tem género nem arte.Só sobra a merda que faz.E essa cobre-o mais a si do que a qualquer outro.
            E ao seu boss claro

  3. Kirk diz:

    Renato, quem é que pode pensar que a revolução chega numa urna de votos? O Renato podia explicar para ninguém ficar a pensar que é apenas por despeito, apenas porque um partido da esquerda grega teve uma votação histórica, que o Renato faz tal afirmação. Assim de repente, quem ler a sua escrita fica a pensar que o Renato preferia que a esquerda nunca lá chegasse onde chegou. É triste! É duro! Foi bonito!!!
    Renato, ficar á espera que as massas populares tomem o poder é bom para si porque tem muto tempo da sua vida á sua frente para investir nesse desiderato. Agora, quem desde o 25 de Abril está á espera que tal aconteça contenta-se com muito menos. Eu sou um dos que já se contenta com sarkozy ter perdido, a direita grega ter perdido, o pasok ter perdido, terem perdido os que apostam na redução á miséria dos trabalhadores. Ainda acho que uma grande caminhada começa com um pequeno passo. Prefiro uma pequena vitória do que vitória nenhuma. mas isso deve ser porque tenho mais uns anos que o Renato.
    nao ter mais nada para dizer que aquilo que o Renato dise sobre o que se passou na Grécia só revela o ressaibiamento para quem só politicas sectárias fazem sentido. Já tivemos disso em Portugal durante os anos da extrema esquerda pulverizada em pequenos partidos.
    Frases bombáticas e heróicas não bastam.
    Dia 12 espero lá estar. Só espero que as massas populares lá estejam, porque não se faz revolução alguma com a pequena burguesia na vanguarda.
    K

    • Renato Teixeira diz:

      Não estamos em completo desacordo. À esquerda do PS deve haver toda a unidade táctica no que diz respeito às eleições, mas toda a liberdade de acção no que diz respeito à luta política na rua e nos sindicatos. É evidente que os resultados expressam uma realidade animadora, mas como se está a ver são, por si só, insuficientes para se esboçar a mudança que é preciso. Na Grécia como em Portugal.

  4. xatoo diz:

    muito bem
    que mil movimentos floresçam
    mas qual o conteúdo? qual o programa que advogam? que teoria sustenta a acção prática?
    não se vislumbra…
    suponhamos que os do Poder aterrorizados com tanta gente e tanta raiva no Parque Eduardo VII fugiam a sete pés…
    o que é que esses mil movimentos se propõem fazer no dia seguinte?
    a maioria desses “revoltosos” sem partido nem finalidades concretas quereriam restaurar o capitalismo para lhes garantir emprego, aposto…

  5. Lucas Galuxo diz:

    Outra vez p’ra praça Tarhir? Vamos embora! Vai andando que já lá vou ter.

  6. pot diz:

    No dia 1 houve manif, depois houve uma no dia 5 (dos verdes) e agora é só ao dia 12? Estamos a trabalhar mal, manifs deviam haver no mínimo dia sim dia não, e quando há manifs à 5ª feira deviamos fazer ponte e aproveitar a ponte para fazer mais uma manif na 6ª.

    Entretanto em países como a Índia onde não se brinca ás manifs (nem no dia 1) aumenta-se a produtividade e consequentemente a qualidade de vida dos seus cidadãos.

    • Renato Teixeira diz:

      Com tanto trabalho que quer dar aos trabalhadores, já lhes dava em troca algum direito, não?

  7. henrique pereira dos santos diz:

    Renato,
    Mas a rua já disse o que queria no dia 1 de Maio: quer ir ao Pingo Doce.
    henrique pereira dos santos

  8. Pingback: e tu? porque sais à rua no 12 de maio? « primaveranoporto

  9. Caceteiro diz:

    Foda-se! O Renato até tem um bajulador particular! Este De é culambista de primeira água, sendo o cu do Renato o constante alvo das suas sevícias. Não é só o Portas, com o seu famoso sidekick Guedes “força, vai em frente, estamos contigo!”…. Não tem vergonha o De em insinuar-se o cão de guarda de alguém? É tal a sanha, a fidelidade, que “canino” peca por defeito…. Claro que acho muito divertido; por mim, não se acanhe nas cornucópias com que se prostra pelo Renato. Estou só a falar.

    • De diz:

      Caceteiro ou “Triângulo Felpudo”:
      Alguém que oscila entre estes dois nicks é alguém que por definição está definido.
      Um ser assim para o boçal, com pretensões a assíduo de Houassis, mas frequentador de blogs para o xungoso.Como o dito cujo, aliás.
      Que, se tem toda a liberdade para frequentar tais sítios, também tem que ter o cuidado de não nos aparecer aqui com o cassetete na mão pensando que está em diálogo amistoso com os seus amigos dos referidos blogs.
      Esta espécie de professor doutor é paradigmático dos “triângulos felpudos”.Uma espécie de catarse entre o que aparentam e o que são.
      No fundo as ameaças de tais párias revelam a sua qualidade intrínseca.Limitas-lhe a impotência,compensada pela linguagem profusamente escatológica que empregam.
      Mas se lhes dessem poder,os referidos doutorzinhos assumiam-se como os Mengele com que sonham ser.

      Portanto “triângulo Felpudo” sonhando com o cacete e a porrada enquanto agita a bandeira da Juve Leo, regresse aos locais onde prolifera e empesta.De dia é melhor colocar gravata, botar faladura e deixar os “fodas” com que entretém os seus convivas.Fica-lhe mal nessas alturas

      Entretanto as diferenças que me separam do Renato não me impedem de ser solidário com ele quando as bestas o ameaçam e insultam.Como já foi o seu caso.Como é o seu caso.E eu pessoalmente detesto “coisas” assim.

      Um exemplo do linguajar deste trambolho de meia-tigela para ver a qualidade caceteira do caceteiro:
      Citemo-lo:
      “És um merda, Renato. Só à castanhada nessa estouvada moleirinha, que aliás mereces e pareces pedir a gritos. Se um dia te apanhar, podes crer que não desperdiçarei a oportunidade de exercer prazenteiramente semelhante correctivo. Era fazer-te uma revolução de chapadas nesse cachaço cevado a creminhos naturais”

      Tudo dito.
      Coisas assim não prestam.

  10. Caceteiro diz:

    A atitude tresloucada do De com o Renato está para “solidariedade”, como a sodomia para o terno abraço. Uuuui, uuui, muito a jusante, meu mentecapto companheiro, muito a jusante…. Parece aquela cena desse coprólito cinemetatográfico, “O Cisne Negro”, em que um professor de ballet atira a mão à vagina da aluna, enquanto lhe assopra ao ouvido: -“Isto, sou eu a seduzir-te.” Seduzir? Uuuuii, uuuui, muito a jusante… isso é masturbação, bater claras em castela à menina, amassar o clito, hacer un dedito, etc. É assim o De.

    • Renato Teixeira diz:

      O caceteiro devia experimentar a sodomia. Tanto pavor poder ser apenas excesso de curiosidade. O medo do desconhecido provoca dessas coisas. Vá, não se acanhe, zute, e não se esqueça de trabalhar bem entre a próstata e o esfíncter.

  11. Os insultos mútuos eram desnecessários. Pessoas que não assumem e dão a cara pelon que fazem e escrevem, nõ devem ter tempo de antena.

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