Das vantagens de um partido muleta, entre o PS e o BE

O Rui Tavares via-a como a Nova Esquerda e descrevia-a assim: “A Esquerda Democrática é uma coligação entre duas cisões, uma vinda dos socialistas e outra da esquerda radical: é como se em Portugal a ala esquerda do PS se aliasse aos bloquistas mais abertos. Em apenas um ano, estão nas sondagens acima dos dez por cento, e já apareceram em primeiro à frente de todos os outros partidos de esquerda”.
Na verdade, este partido mais não fez do que retirar a possibilidade da esquerda ganhar as eleições. Bastava que 1/3 dos votantes nesta “Esquerda Democrática” tivesse votado no Syriza (130 mil votos) para que estivéssemos, de facto, a discutir a possibilidade de um governo de esquerda.
Agora veremos se esta “Nova Esquerda” não vai tentar farejar o poder num governo de União Nacional com o PASOK e ND.

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