Miguel Portas

Ontem soube da notícia assim que me afastei do computador.
Cruzei-me poucas vezes com o Miguel Portas. Teremos trocado algumas opiniões, normalmente sobre coisas em que não estávamos de acordo. Nada que me fizesse hesitar escrever que era um companheiro. Um camarada noutro partido.
A esquerda fica mais pobre. A unidade da esquerda perde um dos seus operários.
Morre a 24 de Abril porque a morte é fodida e Deus não existe.
Um abraço para o Nuno e Helena Sacadura Cabral. Imagino que a dor mais profunda seja a da morte de um filho.

P.S. – Abraço que se estende aos seus amigos de sempre, em especial, aos que escrevem nesta casa.

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