Nem mais.

Artigo 21º

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

14 respostas a Nem mais.

  1. IRMÃ LÚCIA DE CALCUTÁ diz:

    Ora aí está a inteligência.Apoiado!!!! 🙂

  2. Antónimo diz:

    e de onde é isto que não se percebe?

    • Baresi88 diz:

      De onde é como?

      • Antónimo diz:

        de onde tinha sido tirado. de que contexto. originalmente não dei pelo link para Artº 21 mas mesmo quando posto (acho que foi depois de eu perguntar, mas não juro) fico sem perceber muito bem do que se trata. dou-me mal com facebook que não uso nem quero.

  3. Nunca me engano,raramente tenho dúvidas-no país do filósofo do leme diz:

    Finalmente quem acha que isto não é uma quinta de atrasados mentais com ‘boa’ vontade e apoiantes de banksters.Obrigado,Rita.

  4. JgMenos diz:

    Esta fala em direitos como se a eles não correspondessem deveres de alguém!
    Despreza a caridadezinha, mas quer-me dizer que eu tenho o dever de tirar da boca para dar a quem tem direitos!
    Falar é barato! Mas que fale claro: se o capitalismo não assegura uma vida decente ao maior número, é selvagem, logo venha o socialismo que impõe a repartição e o mais que se tem visto!

    • Nunca me engano,raramente tenho dúvidas-no país do filósofo do leme diz:

      JgMenos inteligência e MaisServidão:Vai para o caralho que te foda,FASCISTA DE MERDA!

    • De diz:

      O capitalismo não serve.Podre e caduco compromete o futuro do Homem e da Humanidade.
      “Tirar da boca” é o quotidiano deste governo neoliberal com tiques pesporrentos, a lembrar cada vez mais o antigamente.A luta pelos direitos sociais, económicos, culturais,muito para além desta palhaçada desta “democracia” de pacotilha, deve estar nos projectos de quem quer um outro mundo que não esta choldra em que vivemos
      O socialismo é a opção.De resto a questão que se põe é precisamente esta: Socialismo ou barbárie.
      E o socialismo não é uma via de sentido único. “O mais que se tem visto” ver-se-á e ver-se-á muito mais.

      “Esta” que fala em direitos tem toda a razão.Sabe-se que os ditos “deveres” são quantas vezes uma pantominice ligada directamente ao peso de quem detém o poder e os meios de produção.Um mundo que produz cada vez mais pobres e que concentra em cada vez menos, cada vez mais riqueza é um mundo que não serve.É que são os interesses destes últimos que gostam tanto de falar em deveres.Querem continuar a via sacra da exploração do trabalho alheio.Sentados na cadeira do poder, pois então.
      Os deveres que António,o Borges,ou que Eduardo, o Catroga têm que cumprir para estarem nos lugares em que estão

      • JgMenos diz:

        ‘Um mundo que produz cada vez mais pobres’…vai dizer isso aos chineses, aos indianos e afins!
        ‘…uma pantominice ligada directamente ao peso de quem detém o poder e os meios de produção.’ É muito assim. Mas não é o Estado Socialista que me deixa mais descansado!
        Falem-me para variar de DEVERES, que é sobre eles que se há-de construir alguma coisa.

        • De diz:

          Sorry menos.
          A mentira tem pernas curtas.A manipulação grosseira e boçal não passa:
          “Pobreza no mundo recua graças à evolução da Índia e China”
          Vá procurar os links para ver se aprende alguma coisa.

          Estado socialista não o descansa?Ainda bem.Entretanto o que é dito é muito mais do que é insinuado.Repito:
          “O socialismo é a opção.De resto a questão que se põe é precisamente esta: Socialismo ou barbárie.
          E o socialismo não é uma via de sentido único. “O mais que se tem visto” ver-se-á e ver-se-á muito mais.

          Deveres?Exactamente isso.É nosso dever correr com esta corja criminosa que se apoderou do poder.E com a troika a quem Passos e restante canalhada presta vassalagem e obedece.
          Mas há outro enorme dever.Dar início a uma nova política,diametralmente oposta à seguida pelos neoliberais e/caceteiros desta direita sebenta que há anos se instalou no poder.

  5. Rui F diz:

    Muito bem

    Faz-me confusão como Sérgio Godinho, o Vitorino, o Janita, o Palma, etc, se prestaram a este miserabilismo, rendendo-se à caridadezinha.
    Um Estado decente deve combater a miséria e dar aos cidadãos, as ferramentas necessárias que os colocam na mesma plataforma em matéria de igualdade de oportunidades.
    Este é o hino que desresponsabiliza o Estado de qualquer papel activo.

    É a maior piolheira que ouvi na minha vida.
    “Vivam” as sobras dos outros para encobrir a fome alheia!

  6. Luis Almeida diz:

    Eu não quero esta economia “de mercado” ( se fosse de facto de mercado deixavam cair o BPN e outros… ), não quero esta banca ao serviço de uma ínfima minoria, não quero caridade em vez de direitos. Não quero Presidentes da República que juram “cumprir e fazer cumprir a Constituição” e depois promulgam leis anti-constitucionais da lavra da perigosa associação de malfeitores que é este governo ou da não menos criminosa maioria que só que chegou à AR prometendo exactamente o contrário do que está a fazer.
    Quero uma economia ao serviço da mais vasta maioria, uma banca como a que foi nacionalizada em 11 de Março de 1975, ao serviço do povo e da economia do país, quero direitos como cidadão incluindo os de um estado-social. Quero Presidentes da República que, na tomada de posse, não jurem falso. Quero, enfim, um governo patriótico e de esquerda, como foi o de Vasco Gonçalves, quero socialismo para os pobres e capitalismo desbragado sobre os ricos.
    Parece conservadorismo nostálgico?
    A isso respondo: não há nada mais antido, troglodita e cadavérico do que a exploração do homem pelo homem.
    Portanto, TUDO o que se oponha a isso, SÓ pode ser actual, moderno, “a la page”, “up-to-date”! Só poder conter germes de modernidade e de futuro, mesmo que aos “zombies” do stato-quo pareça antiquado. Nunca o marxismo ( que é em si mesmo, não-dogmático ) foi tão necessário! Como é que pode apodar-se de “cassette” o discurso consequente, consistente e pertinaz de quem isto diz, sem classificar de “cassette” as recorrentes acções criminosas do capitalismo que motivam tal discurso?

  7. aliás diz:

    Parabéns Rita por nos (e te) emprestares a voz!

    Os outros bem podiam juntar-se para renunciar ao propósito a que foram cooptados. Gostava mesmo de achar que foi ingenuidade, mas infelizmente quer-me mesmo parecer que partiram a espinha a alguns daqueles… Sem dúvida que a vida vem-se fazendo difícil, mas basta uma vertebra partida no sítio certo e qual rastejante mais viscoso em que se transformam.

  8. Ricardo diz:

    Grande Rita Blanco!

Os comentários estão fechados.