O «jornalismo» ao serviço de quem nos rouba

Na edição online do Jornal de Notícias surgia, por volta da meia-noite, a notícia que se pode ver na imagem.

Enquanto isto acontece, num país em que o número de desempregados já ultrapassa o milhão, uma «jornalista» (?) redige «notícias» sem usar o cérebro!

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43 respostas a O «jornalismo» ao serviço de quem nos rouba

  1. JgMenos diz:

    ‘…sem usar o cérebro’.
    ???? e nada mais se diz?
    A questão é saber se em vez de ‘reinserção’ se deve estabelecer o subsídio de ‘abatido ao efectivo’ e em que condições.
    A notícia refre que são 60.000 sem incapacidade nem pessoas a cargo.
    O cérebro do CG será capaz de emitir uma opinião?

    • Carlos Guedes diz:

      Eu tenho uma opinião, mas ainda não sei se concordo com ela…
      Quanto ao uso do cérebro, faço-o de forma moderada, para não me cansar.
      Ter-lhe-á passado ao lado o que a jornalista escreve no título? Não sei se foi ela, se foi decisão do editor… seja quem tiver sido devia pedir desculpa por tal exemplo de mau jornalismo!
      Quanto ao resto, daria para horas. Mas digo-lhe já que sou liminarmente contra a obrigatoriedade de inscrição nos centros de emprego por parte de quem recebe subsídios. E, por isso e não só, sou um dos subscritores do Manifesto do Movimento Sem Emprego no qual pode ler, entre outras coisas, o seguinte:

      «O Movimento Sem Emprego considera que um trabalhador desempregado não é um criminoso. Assim exige ainda, para além do presente nestes artigos:

      1. O fim do tratamento discriminatório e punitivo do trabalhador desempregado:
      * Fim do “termo de residência” enquanto tem direito às prestações sociais para as quais contribuiu;
      * Fim da obrigação de aceitar situações incompatíveis com a procura de emprego ou melhoria de qualificações, como por exemplo o voluntariado, que não representa um verdadeiro emprego com os respectivos descontos para a segurança social;
      * O trabalhador desempregado, enquanto cidadão digno, apto e empenhado em encontrar emprego exige o fim da discriminação e difamação a que é sujeito pela imprensa, comunicação social e comunicados governamentais.»

      Discordar é um direito que lhe assiste. E fazer comentários boçais também.

    • De diz:

      Menos:
      A notícia tem o seguinte título:
      “60 000 recebem rendimento mínimo e não mexem palha”

      Quem assim escreve demonstra o que é.
      Pode-se argumentar que o título lhe foi induzido por outro pulha do género.Até se pode dizer que foi o boy laranja ou centrista local que soprou este palavreado ao jornalista.
      Mas isso não alivia em nada a pulhice do facto.Só desmascara o baixo nível da nossa direita pesporrenta e austeritária.

      Há algo mais.Mas não vale a pena agora ir por aí

    • Antónimo diz:

      Isto é o que em jargão jornalístico se chama um Broche. Acrescento, para uso do JGMenos, que a senhora comissária/publicitária aqui travestida de jornalista (ou quem lhe fez o título) faz muito bem o polimento do escroto, língua para cima, lábios para baixo, bochecha ruidosamente e no fim ainda engole.

    • Antónimo diz:

      E pelo caminho ainda nos ajuda a enrabar a todos. O JGMenos só não nota pq tem o chamado recto rijo.

      • JgMenos diz:

        És um aborto desprezível!

        • Carlos Guedes diz:

          Sócios… calminha, não?

          • Antónimo diz:

            Carlos Guedes, Logo agora que, com sólida linguagem jornalística, tínhamos definido de forma tão clara diferentes pontos de vista sobre a boa titulação de uma notícia baseada exclusivamente numa fonte governamental? You party pooper.

          • Carlos Guedes diz:

            Por mim sintam-se à vontade… mas acho que devo esforçar-me por manter o ambiente aqui do tasco!

          • Morgada de V. diz:

            “Logo agora que, com sólida linguagem jornalística, tínhamos definido de forma tão clara diferentes pontos de vista sobre a boa titulação de uma notícia baseada exclusivamente numa fonte governamental?”. Sou fã do Antónimo.

          • Antónimo diz:

            Carlos Guedes, a mim não me importa que o JGMenos me chame aborto asqueroso. Não me tira o sono.

            Ele acha normal que um jornalista com carteira profissional faça um título insultuoso, opinante, a pedir meças a cartaz de propaganda do PNR ou do partido da fonte governamental que alimentou a notícia e que não sofreu contraditório. Eu cá não.

            Por outro lado, JGMenos achará natural que o mesmo partido que está na pasta da Caridade e no julgamento Portucale (sem provas) tenha um único doador, Jacinto Leite Capelo Rego, a empochar um milhão de euros. Eu cá também não acho.

            Diria eu que são éticas imiscíveis. É saudável que rabeie.

          • Carlos Guedes diz:

            É evidente que não lhe tira o sono. E ainda bem. E quanto ao resto, plenamente de acordo!
            Ainda assim seria preferível que debatessemos as ideias pelas ideias e que não fizessemos disto uma esplanada de café em dia de transmissão futebolística… ou então não! Às tantas sou eu que estou errado! Vou mas é jantar!

          • Antónimo diz:

            Caríssima Morgada, A admiração é mútua, saberá.

          • Carlos Guedes diz:

            Os violinos! Onde estão os violinos quando precisamos deles?

          • Morgada de V. diz:

            Carlos, não tenho na minha posse elementos biográficos que me permitam confirmar a bondade desta asserção, mas acho que ainda estás em idade de levar umas palmadas. 😛

          • Carlos Guedes diz:

            Caríssima e mui estimada Morgada, isso da falta de dados é fruto de ausência de pesquisa. Até porque estão disponíveis aqui mesmo! 🙂
            Fica assim claro que estou nesta altura com uns 40 bem medidos e a caminhar a passos largos para os 41… se, ainda assim, continuares a considerar-me merecedor das palmadas sou obrigado a esclarecer que não fujo por ter deixado de correr há seis anos e que tenho arcaboiço para me aguentar com elas! E como sou um gajo da margem sul (sim, regressei em muito boa hora às origens) tenho amigos capazes de coisas que me absterei de mencionar neste espaço.

          • Morgada de V. diz:

            Afinal estava enganada: tens mais um ano e uns meses que eu, e eu, por princípio, não bato nos mais velhos. Agora, ser transmontano e do FCP é uma combinação degenerada, Carlos: a natureza fez os transmontanos benfiquistas, e é assim que deve continuar a ser. Convém, realmente, não misturar as coisas.

          • Carlos Guedes diz:

            A natureza também erra… e a ser verdade essa coisa dos «transmontanos benfiquistas» eu teria que chamar a atenção para o facto de também os ter feito católicos e a dar um pedacinho para o reaccionário e eu ser ateu e comunista.

          • Morgada de V. diz:

            O catolicismo transmontano é um paganismo celtibero aspergido de água benta, não é incompatível com o ateísmo. Já o comunismo, tens razão, é tão raro que desafia o princípio de que o voto é secreto. O meu irmão, alegrando-se uma vez por ver um voto nos comunistas nas listas online da aldeia onde nasceu o meu pai, comentou o caso com uma prima que ainda lá vive. “Ah, esse, é o tolo do Manel X., é doido”.
            Vai em paz, e que a reacção nunca te apanhe.

          • Antónimo diz:

            Carlos Guedes, Justamente, debater ideias, foi o que fiz.
            Uma das ideias: O jornalismo é aqui usado como ponta de lança do combate político e forma de servir as campanhas sujas de um poder partidário.
            Segunda ideia. O jornalismo é aqui usado como publicidade para criar uma imagem negra do mais pobre grupo dos meus concidadãos, deslocando o ponto de vista para o acessório em vez de se centrar no essencial.
            Terceira ideia. A necessidade de uma ética jornalística que assuma com todas as letras o que se chama aos artigos de opinião mascarados de artigos noticiosos. Tem este a vantagem de ser pornograficamente explícito.
            Quarta ideia. Os jornalistas que fazem isto têm
            vantagens profissionais sobre os outros.
            Quinta ideia. O que parece apenas lixar os do rendimento mínimo, trama-nos a todos enquanto sociedade e povo.

            Sexta ideia. Não nos devemos comover apenas quando é a nossa pele a arder. Não devemos ser tão egoístas e ter a couraça tão rija que não nos comovamos ao ver a pele dos outros a arder.
            Quem diz couraça diz outras partes do corpo. Essas partes do corpo cujo uso alternativo faz alguns ficar com pele de galinha e nervoso miudinho quando são lembrados dos tratos a que as podem submeter. Ficam tão irritados que se põem a chamar aos outros a outra coisa que odeiam: interrupções voluntárias da gravidez.

          • Carlos Guedes diz:

            Não fui claro e agora que releio o que escrevi admito que o tenha levado a pensar que o incluia naquela referência ao debate das ideias pelas ideias. Não era essa a minha intenção e devo dizer-lhe que os seus comentários acrescentaram ao post um conteúdo que eu não lhe havia dado.
            Acrescento que não vejo nada de mal em responder na mesma moeda a quem recorre ao insulto quando a ausência de argumentos nada mais lhe permite. O meu ateísmo faz-me olhar para aquela coisa do dar a outra face com desconfiança. Mais ainda depois da ameaça de que fui alvo por parte da Morgada…
            Termino com uma questão que me surgiu mal li o primeiro despautério que o JgMenos lhe dirigiu. Que raio de insulto pretende ser «és um aborto desprezível»? Quererá o JgMenos distinguir estes de outros abortos por si considerados respeitáveis? E o que distingue uns dos outros? E porquê? E quem definiu os critérios que nos permitem afirmar com segurança que estamos perante uma interrupção voluntária da gravidez, digamos, apreciável ou, antes pelo contrário, uma daquelas mais reles?
            São questões como estas que aqui deixei que me levam a postar com a frequência de um campeonato ganho pelo Belenenses. É que depois fico a pensar nisto e não há quem me ajude!

            Noutro registo e de forma sintetizada:
            Ideia 1) totalmente de acordo conforme se pode comprovar pelo título que escolhi para o próprio post.
            Ideia 2) de acordo, acrescestando apenas que se trata de um comportamento que se vem verificando há já vários anos. Décadas.
            Ideia 3) mais uma vez, absolutamente de acordo.
            Ideia 4) não sei se terão as vantagens que diz que têm. Mas têm a clara desvantagem de perderem o respeito de uma boa parte dos seus leitores (eu sei que isto é mais um desejo do que um facto). E quem diz os jornalistas diz, igualmente, o órgão de informação para o qual trabalham.
            Ideia 5) Touché!
            Ideia 6) o que falta fazer para que todos os dias sejamos mais a pensar dessa forma?

            Um abraço sincero e obrigado pelos seus comentários! Foi um prazer concordar consigo e tenho receio do dia em que estejamos em desacordo… já devemos ter estado mas a esta hora não fui pesquisar. Parece que é uma espécie de corrente fundada no 5 dias pela Morgada! 😉

          • De diz:

            Caro Antónimo:
            Seis ideias admiráveis
            …e admiravelmente expostas

          • A.Silva diz:

            Bom post e bem complementado pelo Antónimo 🙂

          • Carlos Guedes diz:

            Eu diria mesmo que o(s) complemento(s) supera(m) amplamente a qualidade do post!

          • Antónimo diz:

            credo que exagero. até m’avergonho, como dizia o outro.

  2. licas diz:

    O meu cérebro que procura os caminhos do factual, e do racional,
    diz-me diretamente que, se um desempregado beneficia
    do Subsídio de Inserção, pretende arranjar emprego.
    Se não se inscreve, NÃO PRETENDE TAL.
    E se não pretende, para quê estamos todos nós a pagar-lhe?
    NÃO É ?

    • Carlos Guedes diz:

      Não. Só quem desconhece, em absoluto, a realidade dos centros de emprego deste país é que constrói um raciocínio como o seu. A ideia de que quem recebe subsídios é um parasita instalou-se e é preciso combatê-la. O que lhe vou dizer já é quase um chavão, mas eu digo na mesma, os subsídios são um direito, fazemos descontos para beneficiarmos deles. E há muitas formas de procurar emprego activamente sem estar inscrito num centro de emprego.

    • De diz:

      O cérebro desta coisa é o que é.
      E demonstra-o até à exaustão,qual neoliberal em acção

      Caminhos do factual e do racional?
      A modos como faz a propaganda dos pulhas de serviço,adicionada à dança de nicks para mostrar que são muitos, vê-se que caminhos são esses.
      Sorry.O nome aos bois.Sempre

      • Antónimo diz:

        Caro De, podem multiplicar os nicks, mas de facto são muitos. Os rotos culpam sempre os nus pela sua sorte.

  3. Antónimo diz:

    Não usa o cérebro, é mas é o Caralho. Usa, abusa e segura o lugarzinho de assessora se lá no jornal decidirem entretanto que não serve para editora.

  4. Antónimo diz:

    E pelo que leio neste blogue http://civilizacaodoespectaculo.blogspot.pt/2012/04/isto-e-portucale.html pelas bandas do CDS-PP não se reuniram provas para o caso Portucale aquele de de caminho metia o famoso Jacinto Leite Capelo Rego. É assim, há sempre os que sentem e os que não sentem.

  5. licas diz:

    Carlos Guedes says:
    12 de Abril de 2012 at 16:40
    Não. Só quem desconhece, em absoluto, a realidade dos centros de emprego deste país é que constrói um raciocínio como o seu. A ideia de quem recebe subsídios é um parasita instalou-se e é preciso combatê-la. O que lhe vou dizer já é quase um chavão, mas eu digo na mesma, os subsídios são um direito, fazemos descontos para beneficiarmos deles. E há muitas formas de procurar emprego activamente sem estar inscrito num centro de emprego.
    __________

    DANDO DE (muito) BARATO . . . que há inúmeras maneiras de procurar emprego,
    então seria indispensável fornecer ao Centro de Emprego um *account* pormenorizado
    e constante dos passos que deu para o efeito. De outra forma, não se pode ter a
    certeza de que o beneficiário está disposto a procurar emprego e usa , pelo contrário,~
    o SI , para com uns *ganchos* tudo some o suficiente.
    PARA UM DIREITO SER LEGÍTIMO é indispensável estar nas condições requeridas . . .
    NÃO SABIA? NÃO?

    • Carlos Guedes diz:

      Ao dizer que dá de barato que há muitas formas de procurar emprego acredito que pensa estar a fazer-me um favor ou a ter qualquer tipo de condescendência para comigo. Mas está enganado. Ao fazer essa afirmação só prova que o que eu escrevi no comentário anterior é exacto e há ainda que acrescentar que, muito provavelmente e felizmente para si, nunca se viu na contingência de ter que enfrentar o desemprego e de procurar um local para trabalhar. Para um direito ser legítimo basta ser isso mesmo. Um direito. Concedido ou conquistado. Mas um direito. E reafirmo o que escrevi anteriormente, sou totalmente contra a obrigatoriedade de apresentação nos centros de emprego (ou onde quer que seja) da mesma forma que sou contra a regra fascizante que obriga o beneficiário do subsídio a informar o Estado do seu paradeiro actual.
      Sabe que os subsídios (na esmagadora maioria dos casos) não vitalícios? Não sabe? Não?

      • De diz:

        Carlos Guedes:
        A raiva persecutória dos neoliberais em acção a tentar justificar as medidas dos crápulas que nos governam espelha-se nas palavras dos “licas” de ocasião.

        Entretanto o silêncio sepulcral sobre as manobras dos submarinos (transformados em sobreiros e convertidos em acções das Portas governativas) pode já transformar-se em “direito legítimo” com absolvição em tribunal.
        Os tiques fascizantes do regime acentuam-se.
        As manobras também

  6. licas diz:

    De says:
    12 de Abril de 2012 at 16:49
    O cérebro desta coisa é o que é.
    E demonstra-o até à exaustão,qual neoliberal em acção

    Caminhos do factual e do racional?
    A modos como faz a propaganda dos pulhas de serviço,adicionada à dança de nicks para mostrar que são muitos, vê-se que caminhos são esses.
    Sorry.O nome aos bois.Sempre
    _____________________

    Acho que sim, camarada: mas cada vez está mais longínquo
    o estabelecimento (após Cunhal, e dada a decrepitude de Otelo)
    a instauração de uma República Popular . . . Mas que desgraça . . .

    • De diz:

      Sorry “licas”
      “luís a afonso” foi o mais recente.Desaparecido em combate depois de…

      O resto?
      O resto é a prosa conhecida do prosador de serviço, que como vem sendo hábito tenta atirar para o lado..Tão simplesmente para que não se fale na piolhice dos seus patrões…ou dos seus sequazes.

  7. licas diz:

    De says:
    12 de Abril de 2012 at 18:54
    Sorry “licas”
    “luís a afonso” foi o mais recente.Desaparecido em combate depois de…

    O resto?
    O resto é a prosa conhecida do prosador de serviço, que como vem sendo hábito tenta atirar para o lado..Tão simplesmente para que não se fale na piolhice dos seus patrões…ou dos seus sequazes.

    ___________________

    Se o *cavalheiro* já se vendeu, está a soldo de alguma pessoa/instituição,
    é consigo, ninguém tem nada com isso: apenas a lamentar que, porventura,
    haja pessoas tais . . .
    Porem o Modo e o Propósito ficariam totalmente invalidados se tal se verificasse .
    Eu , por mim, desde sempre, tenho tido como norma total, pensar pela minha cabeça,
    e só, mesmo no tempo do Salazarismo, onde tal era completa *blasfémia*.
    A mim ninguém me *formata* – esteja bem ciente, principalmente agora que não se
    corre riscos de assim se proceder, atuar e expressar.
    Incorre em calúnia o afirmar que estou enfeudado ao que quer que seja, calúnia
    grosseira.
    E, até, nem sequazes tenho, ao contrário de uma detetável *matilha* que pontifica
    por estas bandas. Não sou ingénuo, nem pó . . .
    Patrões? Uma característica visível aqui é a injúria sem base e impunível, tudo
    ao abrigo da tal falsa *liberdade de expressão* . . .

    • De diz:

      Sorry “licas”
      Não há (quase ) nada pior do que um cobarde que nem sequer se reconhece quando o identificam com um seu outro nick,usado nos dias pares até desaparecer em combate.
      Porque tem outros.Usados nos dias ímpares

      O resto é conversa da treta.
      Com alguma choraminguice pelo meio a querer-se passar por vestal púdica

  8. licas diz:

    Os cobardes como De (que é, quem é, o que faz?) que jamais
    revelaram o verdadeiro nome, vá-se saber a razão . . .
    Vergonha não será, ou será que o *patrão* assim o exige? Sabe-se lá.
    Se fui *abatido em combate* que moral tem *um nado-morto*
    para rezingar?

    • Carlos Guedes diz:

      Ó Licas… acabe lá com os disparates, se faz favor!

    • De diz:

      Sorry “licas” Se não percebe a(s) diferença(s) não vou ser eu a explicar.Peça aí a alguém que o faça para si
      Tudo dito e confirmado.

      Entretanto para deixar esta conversa da treta, li que Cristas disse que “no sector da Agricultura não falta emprego, falta é gente para trabalhar”.

      Há uma linha ténue que une o texto da “jornalista”pulha e o comentário de politiquice rasca da ministra.
      Um país com 15% de desempregados (estatística e oficialmente falando).Um país em que o desemprego tem causas e responsáveis e em que sabemos que o seu aumento foi (é) também função directa das medidas troikistas…
      Um país assim …e agora vem esta coisa insinuar o quê?Que há emprego para quem o queira(na agricultura) desde que queira trabalhar aí?Fazer passar a mensagem que o desemprego,evidência maior da falência desta sociedade, é da responsabilidade dos preguiçosos que não querem mas é sujar as mãos? Num sector que foi “escavacado” pelos parceiros ideológicos desta Crista?De uma penada, passar as causas do desemprego para as vítimas deste?
      Outras alturas haverá para falar mais detalhadamente sobre o que faz correr esta ministra.Mas estas manobras com que tentam formatar uma opinião pública massacrada pelas vozes do dono não podem passar.
      A ministra sabe o que faz.A linha que a une à jornalista pulha não será afinal tão ténue como isso.Nem a qualificação de ambas.

  9. licas diz:

    Os nados-mortos também postam faladura, De?
    E depois acusam de cobardes os que passaram a usar
    pseudónimos depois de revelar o seu nome . . .
    Aquilo do De, só pode, talvez, explicar-se em Psiquiatria).

    • Carlos Guedes diz:

      Esta conversa já nada tem que a relacione com o post que lhe deu origem. Assim sendo não publicarei mais comentários como o anterior a este. Obrigado pela vossa participação.

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