
Quinta-feira » 15h » Flashmob
na Loja do Cidadão dos Restauradores
Se os desempregados fossem um exército seriam o mais numeroso do mundo. Enquanto tal metamorfose não acontece, o patronato anda a sanear o sistema financeiro à custa da extinção de postos de trabalho e da sobrecarga dos que ainda conservam o seu posto. O pleno emprego torna-se uma miragem e a divisão do trabalho um avanço que vai ter que ser ganho nas ruas, a ferro e fogo.
Esta quinta-feira, às 15h, vem com o MSE à loja do Cidadão dos Restauradores, alargar as fileiras do futuro.





Caro Renato, não podia estar mais em desacordo. Mas a miha alternativa é melhor:
<a href="http://citadino.blogspot.pt/2012/04/bem-pensado-mas-nunca-substituirao-o.html"«Bem pensado – mas nunca substituirão o cavalo», disseram os cépticos quando viram os primeiros automóveis.
Caro Diogo.
Deixe-me só deixer uma coisa: desde quando é que as máquinas vão substituir o homem, na sua plenitude, no que diz respeito ao TRABALHO? Existem tarefas impossíveis de efectuar por máquinas, por isso continue a sonhar , pois o sonho alimenta a vida….e é bem preciso nos tempos que correm!!!!!
Lógico.E o capitalismo é contraditório.
Se o capitalismo automatizasse todas suas fábricas o sistema entraria em colapso, já que desapareceriam os consumidores. Sem consumidores, os capitalistas não poderiam vender as suas mercadorias. Ou seja, antes de uma automatização total, o sistema entraria em colapso em função das suas próprias contradições.
Explicar isso a esta gente…, para eles não há seres humanos só máquinas e os “iluminati”, aceitam o fascismo estupidamente, tal como os judeus conduzidos como manada, apanhavam o comboio do futuro do capitalismo.
óbviamente
tudo depende da propriedade dos meios de produção. Desde o uso do machado de silex, passando pela charrua até à roca de fiar sempre se foram inventando “novas tecnologias”. Mas quando apareceu a “jenny” (a máquina de fiar mecânica) a intensificação da exploração sobre os operários intensificou-se. São as causas de tais factos que certos ilusionados pela conversa da treta dos Toflers e outros naives nunca conseguem explicar. Simplesmente porque passam a vida a barafustar com bocas avulsas, mas são avessos a entender o que é a luta de classes
é pá, está por aí um pleonasmo pelo meio, mas não liguem
Correcção: em vez de “deixer “deve ler-se perguntar.
oh, Renato, eu não terei um comentário de homenagem a Dimitris Christoulas por aprovar lá naquele post do híbrido de monstros Benito Tsolakoglou?
Não chegou nada. Foi ver se alguém tinha apagado por engano ou ido para spam e não estava lá nada. Pode reenviar?
já não sei reconstituir e é pena pois estava bem bonito, mesmo genial diria.
mas com vírgulas bem postas.
Eu sonho com uma flash mob ao contrário. Um dia destes ninguém aparecia. Na rua, nos locais de trabalho… nada. Portugueses todos em casa. Para que se percebesse por um dia o que é um país de que se desistiu.
Isso não se chama greve geral?
Não.
Qual é a diferença?
acho que é por o pessoal tb não ir para a rua.
por acaso acho que isto das mobs podia ultrapassar as lojas dos cidadãos. que ainda por cima não terá destaque. e andar a avisar na rede e na net tira o desejável efeito surpresa do evento.
Na verdade depende do que se lhe queira chamar. Mas se normalmente quando se fala de greve se pensa no universo do “trabalho”, a minha ideia, forçosamente mais irrealizável, coloca a paralisação num plano existencial, ou restringindo um pouco, de cidadania.
Para um governo que não acredida (por todas as provas que dá) no futuro do país, em que a escolha é reduzir o país à dimensão do que produz e não erguê-lo à dimensão do que podia produzir, uma tal iniciativa poderia servir para dramatizar a desertificação que nos querem impor.