FLASHMOB DE TRABALHADORES SEM EMPREGO – E se desempregássemos o governo?

Quinta-feira » 15h » Flashmob
na Loja do Cidadão dos Restauradores

Se os desempregados fossem um exército seriam o mais numeroso do mundo. Enquanto tal metamorfose não acontece, o patronato anda a sanear o sistema financeiro à custa da extinção de postos de trabalho e da sobrecarga dos que ainda conservam o seu posto. O pleno emprego torna-se uma miragem e a divisão do trabalho um avanço que vai ter que ser ganho nas ruas, a ferro e fogo.

Esta quinta-feira, às 15h, vem com o MSE à loja do Cidadão dos Restauradores, alargar as fileiras do futuro.

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17 Responses to FLASHMOB DE TRABALHADORES SEM EMPREGO – E se desempregássemos o governo?

  1. Diogo says:

    Caro Renato, não podia estar mais em desacordo. Mas a miha alternativa é melhor:

    <a href="http://citadino.blogspot.pt/2012/04/bem-pensado-mas-nunca-substituirao-o.html&quot;«Bem pensado – mas nunca substituirão o cavalo», disseram os cépticos quando viram os primeiros automóveis.

  2. Com dois dedos de Testa says:

    Caro Diogo.

    Deixe-me só deixer uma coisa: desde quando é que as máquinas vão substituir o homem, na sua plenitude, no que diz respeito ao TRABALHO? Existem tarefas impossíveis de efectuar por máquinas, por isso continue a sonhar , pois o sonho alimenta a vida….e é bem preciso nos tempos que correm!!!!!

    • De says:

      Lógico.E o capitalismo é contraditório.
      Se o capitalismo automatizasse todas suas fábricas o sistema entraria em colapso, já que desapareceriam os consumidores. Sem consumidores, os capitalistas não poderiam vender as suas mercadorias. Ou seja, antes de uma automatização total, o sistema entraria em colapso em função das suas próprias contradições.

      • A.Silva says:

        Explicar isso a esta gente…, para eles não há seres humanos só máquinas e os “iluminati”, aceitam o fascismo estupidamente, tal como os judeus conduzidos como manada, apanhavam o comboio do futuro do capitalismo.

    • xatoo says:

      óbviamente
      tudo depende da propriedade dos meios de produção. Desde o uso do machado de silex, passando pela charrua até à roca de fiar sempre se foram inventando “novas tecnologias”. Mas quando apareceu a “jenny” (a máquina de fiar mecânica) a intensificação da exploração sobre os operários intensificou-se. São as causas de tais factos que certos ilusionados pela conversa da treta dos Toflers e outros naives nunca conseguem explicar. Simplesmente porque passam a vida a barafustar com bocas avulsas, mas são avessos a entender o que é a luta de classes

  3. Com dois dedos de Testa says:

    Correcção: em vez de “deixer “deve ler-se perguntar.

  4. Antónimo says:

    oh, Renato, eu não terei um comentário de homenagem a Dimitris Christoulas por aprovar lá naquele post do híbrido de monstros Benito Tsolakoglou?

  5. l.rodrigues says:

    Eu sonho com uma flash mob ao contrário. Um dia destes ninguém aparecia. Na rua, nos locais de trabalho… nada. Portugueses todos em casa. Para que se percebesse por um dia o que é um país de que se desistiu.

    • Renato Teixeira says:

      Isso não se chama greve geral?

      • l.rodrigues says:

        Não.

        • Renato Teixeira says:

          Qual é a diferença?

          • Antónimo says:

            acho que é por o pessoal tb não ir para a rua.

            por acaso acho que isto das mobs podia ultrapassar as lojas dos cidadãos. que ainda por cima não terá destaque. e andar a avisar na rede e na net tira o desejável efeito surpresa do evento.

          • l.rodrigues says:

            Na verdade depende do que se lhe queira chamar. Mas se normalmente quando se fala de greve se pensa no universo do “trabalho”, a minha ideia, forçosamente mais irrealizável, coloca a paralisação num plano existencial, ou restringindo um pouco, de cidadania.
            Para um governo que não acredida (por todas as provas que dá) no futuro do país, em que a escolha é reduzir o país à dimensão do que produz e não erguê-lo à dimensão do que podia produzir, uma tal iniciativa poderia servir para dramatizar a desertificação que nos querem impor.

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