Fechar as portas ao capital. Que ninguém trabalhe a 22.

 Esta manhã, uma dependência do BPN no Seixal apareceu assim. A acção, segundo a comunicação social, foi reivindicada pela Brigada 22 de Março.

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36 respostas a Fechar as portas ao capital. Que ninguém trabalhe a 22.

  1. Joao Manuel diz:

    Que parede tão mal feita… A Brigada 22 M não integra pedreiros com talocha e fio de prumo?

  2. Antónimo diz:

    link, pá comunicação social, please

  3. Diogo diz:

    As greves não resolvem nada. Nem as manifestações. Nem as palavras de ordem. Mas uma conversa directa, olhos nos olhos, com os criminosos que sugam este país, talvez fosse mais produtivo…

    • Bolota diz:

      Diogo,

      E que tal colocar esse teu ponto de vista em pratica???
      É isso mesmo olho no olho, mas para isso tem de haver colhões como os que tiveram os que fizeram a parede torta

    • estou a ver, olhar os criminosos nos olhos e dizer-lhes:

      “então vocês não percebem que aquilo que fazem é exploração, e que a exploração é uma coisa feia? Pensem bem no mal que fazem, o mundo seria muito melhor se vocês fossem pessoas boas e não abusassem dos outros sugando-lhes a força de trabalho e a vida.”

      Depois eles choravam e no dia seguinte acaba-se a exploração.

      Realmente, GREVE GERAL para quê? Uma simples e franca conversa, olhos nos olhos, resolveria tudo.

    • Zuruspa diz:

      Bem-vindo ao mundo encantado dos brinquedos, onde há reis, princesas, dragões, …

  4. As greves e a conversa cara a cara com os criminosos. As duas coisas. Sinergias produtivas…

  5. João Silva diz:

    muito mais útil seria se tivessem ido construir uma casa para quem precisa!

    • Bruno Carvalho diz:

      Já há muita casa construída para quem precisa. O que é preciso é ocupa-las e pô-las ao serviço de quem precisa.

      • João Silva diz:

        Claro, já me tinha esquecido que a propriedade privada não existe.

        • Zombie diz:

          Essa da propriedade privada é mesmo engraçada! É daqueles que acredita no pai natal e afins, certamente…

        • De diz:

          João S.
          Deixe de andar aos caídos a tentar fazer o seu mister.
          O neoliberalismo fede.

          Citemos para o João S.
          “Propriedade privada – o engodo maior do sistema capitalista. A existência e abrangência da propriedade privada no sistema capitalista é tendencialmente nula. Na verdade, ao contrário do que ventilam os meios de propaganda do sistema, o capitalismo não favorece a aquisição de propriedade privada, antes a sua concentração.

          Isto significa que a propriedade privada em regime capitalista tende a concentrar-se em cada vez menos entidades/pessoas. Em última análise, o regime gera constrangimentos ao alargamento da propriedade privada, não potencia a aquisição de propriedade privada para satisfação das necessidades da população (do indivíduo ou do colectivo) mas favorece, isso sim, a espoliação da pequena e média propriedade privada e a sua concentração, gerando cada vez menos entidades proprietárias, mas sendo cada uma dessas entidades, cada vez mais monopolista.

        • De diz:

          E continuando a citar o “Império Bárbaro”:

          “Em suma, o regime capitalista não é o regime da propriedade privada para todos. É o regime da concentração da propriedade privada nas mãos de alguns. O desenvolvimento do sistema capitalista é inexoravelmente conducente à constituição de monopólios cada vez maiores e, como consequência, tendencialmente, de cada vez menos monopólios.

          Esta regra inerente à natureza do sistema capitalista não se aplica somente aos meios de produção (fábricas, maquinaria, lojas, transportes, ferramenta, etc.) mas também aos bens e produtos (habitação, veículos, e até bens de consumo).”

          Tirado daqui:
          http://imperiobarbaro.blogspot.pt/2012/02/capitalismo-para-totos-v-um-dicionario.html

          (depois aprenda o que são meios de produção e o que são bens e produtos…
          por entre as vénias e as curvatura do espinhaço a frau Merkel)

        • A.Silva diz:

          Se um dia ficares no desemprego depois vem cá falar dessa treta da propriedade privada, ou então vai andar por lisboa e ver aqueles que dormem na propriedade pública que é a rua, para perceberes o que é a “sagrada” propriedade privada.

        • Antónimo diz:

          Existe, mas é um roubo.

  6. Oliveira diz:

    Protesto bem original. Não resolve nada? Talvez, mas, provavelmente, protestos assim despertam mais do que outros, já muito batidos.

  7. António Borges diz:

    É pá, eu tinha lá o meu dinheiro!

    O que é que faço para o poder ir lá buscar?

    No dia 20 eu tenho que pagar a segurança social!

  8. Eu não sou o Carlos Vidal, mas para mim é das melhores obras de arte que vi na minha vida!

  9. maradona diz:

    foda-se, nem um vidro foram capaz de partir? que falta de radicalidade. de 1988 a 2004 (altura em que comprei o meu primeiro telemovel, por pressão desta sociedade de consumo e da cabra da minha mãe – que neste momento me está a fazer um belo de um folarinho) destruí, exactamente, 17 cabines telefónicas públicas da PT (comecei a contá-las numa aula de estratigrafia em 1997 ou 98, o inventário pode não ser exacto), por me ficarem com moedas de 50 escudos, primeiro, e de 50 cêntimos ou 1 euro, depois. especialmente alvo da minha raiva foi uma cabine dupla ali na avenida rio de janeiro, em frente à entrada do estádio primeiro de maio (aquele do comício em que os comunistas tentaram evitar a entrada do nosso rei mário soares), que pulverizei à pedrada nada mais nada menos de três vezes, a última delas, a 9 de setembro de 2004 (meu dia de anos, por isso sei a data), a pedra da calçada ressaltou e foi estalar um pára-brisas de um jaguar ali estacionado. até um incapaz letárgico como eu já provocou mais danos à propriedade privada dos grandes grupos económicos que o colectivo do 5 dias. vergonha!

  10. Troikatura diz:

    Essa acção que o Cinco Dias nada tem a ver (e as do Maradona) não pode ser divulgada pelo Tugaleaks. O Cinco Dias que se ponha a pau. Entrámos na era da criminalização do protesto. Viva a democratura! Viva a Troika! E Viva o Ministro Relvas!

  11. uuau!
    Lindo!
    Adorei!

    hoje o miga amagal ainda espuma + da boca

  12. xico diz:

    Não foram operários da construção civil. Se bem que se possa admitir alguma liberdade criativa, e a dispensa do fio de prumo e esquadro, mas ao menos o traçar do tijolo devia ser obrigatório.

  13. xico diz:

    Eu também acho que deveria haver uma conversa olhos nos olhos. Expulsar até os criminosos. Depois ocupávamos os meios de produção e viveríamos felizes para sempres. Devem começar desde já a referenciar os meios de produção, as fontes das matérias primas, etc. Se as encontrarem passem palavra. Talvez daqui a dez anos consigamos ter comida para pôr na mesa. O trigo para o pão leva uns anos a fazer-se.

    • De diz:

      Um que ainda não reparou que a comida já começa a faltar em muitas mesas.
      Enquanto sobra para outros o que se sabe.
      António Borges?Catroga?
      Dizem-lhe alguma coisa?

      • xico diz:

        Já encontrou o Borges e o Catroga. Mas ainda não me disse onde estão os meios de produção para os irmos ocupar e distribuir o dinheiro por todos. Se já reparou na falta de comida, talvez não tenha reparado no abandono dos campos. É que eu xou da provinxia, e sei que as batatas não vêm do colchão do Belmiro nem do Jerónimo Martins.

        • De diz:

          Não lhe disse?
          É segredo revolucionário.
          E não se trata de os ocupar.Trata-se duma outra coisa.
          E não se trata de distribuir dinheiro por todos.Trata-se de produzir para.
          Quanto ao abandono dos campos (ah,ainda não reparou na falta de comida?)…sorry…cabe a palavra a quem nos hipotecou à UE…e aos interesses associados a outros interesses
          Mas aposto que há alternativas.Que não passam como é óbvio pela submissão pusilânime aos interesses dos potentados.
          Nem pela cobardia dos que acham que não há saídas
          Sorry. Xim?

          • xico diz:

            Bonito. Estou consigo nessa da não submissão pusilânime aos interesses dos potentados. Mas já ouviu falar de Masada? Não? Que maçada.

          • De diz:

            Humm.Acha mesmo?Vê algo de suicidário na luta dos povos?
            Eu vejo exactamente o contrario.
            Um caminho sem saída se continuarmos assim.

            Mas que maçada?
            É demasiado pobre o termo

  14. Troikatura diz:

    O xico é esperto…

  15. JgMenos diz:

    A emoção que aqui vai!!!!!!

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