Quando as paredes são do povo.

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5 respostas a Quando as paredes são do povo.

  1. Pedro Penilo diz:

    És mais rápido que a minha própria sombra ehehehehe! Abraço

  2. O buraco no muro, sem exagero, já lá estava no natal de 2010.
    No domingo, por volta das 6 da tarde, passei de autocarro e vi uns jovens a pintarem a palavra “GERAL”, acompanhados do Poeta e ensaísta Manuel Gusmão.

    • Bruno Carvalho diz:

      É um facto. O que dá ainda mais força e perspectiva ao buraco no muro e ao que já lá estava pintado.

  3. ___No tal verão (1975) podia-se ler nas paredes lisboetas:
    ___Abaixo o leite de vaca, viva o leite de boi
    ___Abaixo a Reacção, viva o motor a hélice . . .

    • De diz:

      Uma informação adequada a um “luís a afonso”.
      A espuma da reacção saída dos idos anos de 75,com o cheiro pantanoso de um neoliberal actual.
      Nada de novo portanto

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