O primeiro relatório de uma auditoria à Parque Escolar. Fica a faltar o do Tribunal de Contas cuja auditoria começou há 2 anos.

As conclusões dos relatório da IGF podem ser lidas aqui. De uma leitura na diagonal, cumpre-me constatar admiração pelo facto dos inspectores das finanças apreciarem a qualidade e nobreza dos materiais (será que alguém me pode indicar qual é a legislação que lista as “madeiras nobres” e/ou “pedras naturais nobres”?), que não apreciem guardas em aço inox nos exteriores (têm especial carinho por outras materialidades não corrosivas? Titânio?) ou que filosofem sobre torneiras de qualidade excessiva. Estranha-se que à auditoria da IGF lhe tenha escapado uma particular tendência para contratar pessoal e empresas no âmbito de uma certa instituição de ensino superior.
Contudo, constata o que o Tribunal de Contas tarda em perceber. Obras e projectos foram adjudicadas de forma… esquisita.

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